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Gilmar Mendes concede prisão domiciliar a acusado de operar QG da propina no Rio



27/02/2021 | 14:07


O empresário Rafael Alves, preso sob a acusação de ser o operador do "QG da Propina" na gestão de Marcelo Crivella na prefeitura do Rio, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar, por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o portal G1, a decisão do ministro, publicada na sexta-feira, 26, determina que o empresário use tornozeleira eletrônica.

Rafael Alves foi preso na terceira fase da Operação Hades, deflagrada no último dia 22 de dezembro pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Civil, que resultou na prisão preventiva também do ex-prefeito Marcelo Crivella.

Segundo o MPRJ, os acusados integravam uma organização criminosa que cometia crimes de corrupção, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro.

Crivella teve logo a prisão preventiva convertida em domiciliar, mas uma ordem expedida também pelo ministro Gilmar Mendes permitiu que respondesse ao processo em liberdade desde 13 de fevereiro. A decisão de Mendes determinava que o ex-prefeito, acusado de chefiar o esquema de corrupção no executivo municipal, entregasse o passaporte à Justiça e proibia o contato com os demais investigados.



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Gilmar Mendes concede prisão domiciliar a acusado de operar QG da propina no Rio


27/02/2021 | 14:07


O empresário Rafael Alves, preso sob a acusação de ser o operador do "QG da Propina" na gestão de Marcelo Crivella na prefeitura do Rio, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar, por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o portal G1, a decisão do ministro, publicada na sexta-feira, 26, determina que o empresário use tornozeleira eletrônica.

Rafael Alves foi preso na terceira fase da Operação Hades, deflagrada no último dia 22 de dezembro pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Polícia Civil, que resultou na prisão preventiva também do ex-prefeito Marcelo Crivella.

Segundo o MPRJ, os acusados integravam uma organização criminosa que cometia crimes de corrupção, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro.

Crivella teve logo a prisão preventiva convertida em domiciliar, mas uma ordem expedida também pelo ministro Gilmar Mendes permitiu que respondesse ao processo em liberdade desde 13 de fevereiro. A decisão de Mendes determinava que o ex-prefeito, acusado de chefiar o esquema de corrupção no executivo municipal, entregasse o passaporte à Justiça e proibia o contato com os demais investigados.

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