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Lucro do Bradesco sobe 60% e atinge recorde de R$ 8 bilhões


Gabriela Gasparin
Especial para o Diário

29/01/2008 | 07:05


O lucro líquido do Bradesco em 2007 bateu o recorde de R$ 8,010 bilhões, alta de 58,5% ante o mesmo período do ano anterior, quando a instituição fechou os 12 meses com pouco mais de R$ 5,054 bilhões.

No último trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 2,193 bilhões, evolução de 21,2% em relação aos R$ 1,810 bilhões obtidos no terceiro trimestre. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela instituição.

O resultado tem como principal fonte os serviços e o crédito, que representaram, respectivamente, 29% e 25% da base – juntos somam 54%. A origem dos recursos é um pouco diferente da notada em 2006, quando os serviços foram responsáveis por 26% da base total e, o crédito, 23%.

O aumento da participação tanto dos empréstimos como dos serviços nos ganhos do banco reflete a situação econômica do País observada em 2007.

Com a queda da Selic (taxa básica de juros) em quase o ano todo, fechando o período em 11,25% ao ano, o mercado financeiro passou a buscar outras alternativas para aumentar a receita.

As operações de crédito para pessoas física representaram R$ 59, 3 milhões, alta de 34,2% em relação a 2006. Com a soma das pequenas, média e grandes empresas, o volume total de crédito concedido pelo Bradesco em 2007 foi de R$ 161,4 milhões, acréscimo de 38,9% ante o ano anterior.

A crise norte-americana ainda não é motivo para a instituição prever um cenário negativo para 2008. A estimativa de crescimento na carteira de crédito é de 21% a 25% neste ano, sendo que a previsão de alta para as operações de pessoas físicas é de 24% a 29%.

“O Brasil vai sentir um arranhão com a crise externa, mas não temos receio que o cenário prejudique fortemente o crescimento da economia nacional”, disse o presidente do banco, Márcio Cypriano.

Inadimplência - O nível de inadimplência dos consumidores ficou em 6%, abaixo do percentual 6,3% de 2006. Das micro, pequenas e médias empresas em 2,5% e, das grandes empresas, 0,4%.



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Lucro do Bradesco sobe 60% e atinge recorde de R$ 8 bilhões

Gabriela Gasparin
Especial para o Diário

29/01/2008 | 07:05


O lucro líquido do Bradesco em 2007 bateu o recorde de R$ 8,010 bilhões, alta de 58,5% ante o mesmo período do ano anterior, quando a instituição fechou os 12 meses com pouco mais de R$ 5,054 bilhões.

No último trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 2,193 bilhões, evolução de 21,2% em relação aos R$ 1,810 bilhões obtidos no terceiro trimestre. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela instituição.

O resultado tem como principal fonte os serviços e o crédito, que representaram, respectivamente, 29% e 25% da base – juntos somam 54%. A origem dos recursos é um pouco diferente da notada em 2006, quando os serviços foram responsáveis por 26% da base total e, o crédito, 23%.

O aumento da participação tanto dos empréstimos como dos serviços nos ganhos do banco reflete a situação econômica do País observada em 2007.

Com a queda da Selic (taxa básica de juros) em quase o ano todo, fechando o período em 11,25% ao ano, o mercado financeiro passou a buscar outras alternativas para aumentar a receita.

As operações de crédito para pessoas física representaram R$ 59, 3 milhões, alta de 34,2% em relação a 2006. Com a soma das pequenas, média e grandes empresas, o volume total de crédito concedido pelo Bradesco em 2007 foi de R$ 161,4 milhões, acréscimo de 38,9% ante o ano anterior.

A crise norte-americana ainda não é motivo para a instituição prever um cenário negativo para 2008. A estimativa de crescimento na carteira de crédito é de 21% a 25% neste ano, sendo que a previsão de alta para as operações de pessoas físicas é de 24% a 29%.

“O Brasil vai sentir um arranhão com a crise externa, mas não temos receio que o cenário prejudique fortemente o crescimento da economia nacional”, disse o presidente do banco, Márcio Cypriano.

Inadimplência - O nível de inadimplência dos consumidores ficou em 6%, abaixo do percentual 6,3% de 2006. Das micro, pequenas e médias empresas em 2,5% e, das grandes empresas, 0,4%.

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