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Concorrência acirrada é a marca do São Caetano


Anderson Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

13/07/2005 | 09:36


Zé Luís, Paulo Miranda, Pingo, Júlio César e Raullen. A disputa por duas vagas no meio-campo defensivo do São Caetano está acirrada. A situação vivida por Claudecir é uma prova dessa guerra de gigantes vista atualmente no Azulão. O volante fez dois gols na estréia, contra o Atlético-MG, jogou contra Santos e Internacional, mas na última rodada do Campeonato Brasileiro, diante da Ponte Preta, em casa, sequer foi relacionado para o banco de reservas. “A sombra no São Caetano é muito grande. Se você não está bem, sai para a entrada de outro companheiro. Contra a Ponte, sábado, foi uma opção do treinador (Estevam Soares). Sou um jogador experiente e aceitei com naturalidade”, afirmou Claudecir, 29 anos.

  A vitória em sua estréia – os primeiros três pontos do Azulão fora de casa no Brasileirão (3 a 2 contra o Galo) – e os dois gols marcados foi um bom recomeço para Claudecir, que tem um passado respeitável no clube do Grande ABC. Em seguida, no entanto, fez parte do elenco titular que perdeu para o Santos (3 a 1) e o Internacional (2 a 1). “Futebol é assim. Por isso, acho que o técnico tomou a decisão de me tirar do jogo contra a Ponte. O Estevam é sempre coerente e sabe o que é melhor para a equipe”, disse.

  Na vitória sobre a líder Ponte, por 2 a 1, o meio-campo foi formado por Zé Luís, Paulo Miranda e Pingo, com Fábio Pinto mais avançado. “São todos jogadores de qualidade”, afirma Claudecir. E esta formação tem tudo para ser mantida. Mas, se depender de Claudecir, Estevam terá problemas para escalar o time. “Estou bem fisicamente e vou trabalhar ainda mais forte essa semana para convencê-lo da minha importância. Não vou desanimar por isso”, revelou.

  Essa é a terceira vez que Claudecir defende a camisa do São Caetano. Em 1999, foi indicado pelo técnico da época, Luiz Carlos Martins, para ser contratado junto ao Noroeste de Bauru – clube em que foi revelado. Deixou o Azulão dois anos depois para defender o Palmeiras. Sua primeira volta para casa aconteceu logo em seguida, em 2002.

  O Verdão novamente levou Claudecir, em 2003, quando foi emprestado para o Kashima Antlers, do Japão. Depois, voltou ao Verdão no ano passado. Pouco aproveitado por Paulo Bonamigo, acertou seu retorno ao Grande ABC. “Tenho uma história aqui no São Caetano, mas isso não garante a minha escalação. Futebol é momento. E hoje tenho de dar a volta por cima”, garante.

Portas abertas– O técnico Estevam Soares abandonou terça-feira seus treinos secretos. A vitória sobre a Ponte devolveu a alegria ao elenco e comissão técnica, que esbanjavam empolgação terça-feira no frio Campanella. Mas as portas devem ser fechadas novamente pelo treinador nesta quarta-feira. O time treina na estância Santa Luzia, em Mauá, e a imprensa não deverá ter acesso ao coletivo do Azulão, um trabalho preparativo para a partida de sábado, às 18h10, contra o Fluminense, em Volta Redonda.


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