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Especialistas prevêem outra temporada de furacões em 2006


Da AFP

06/12/2005 | 12:45


A próxima temporada de furacões no Atlântico deverá ser muito ativa, mas um menor número desses fenômenos deverá tocar a terra, prevêem especialistas em um estudo divulgado nesta terça-feira.

Um total de 17 tempestades tropicais deverão se formar no próximo ano no Atlântico, e nove delas serão furacões, comparado com as 26 tempestades formadas neste ano e os 14 furacões registrados, segundo os especialistas William Gray e Philip Klotzbach, da Universidade Estatal do Colorado.

Dos nove furacões, cinco devem ser intensos, de categoria 3 ou mais na escala Saffir-Simpson, que vai até 5, prevêem os meteorologistas. Um total de sete furacões intensos se formaram no Atlântico neste ano.

Segundo o estudo, existem 99% de chances de que pelo menos um dos furacões atinja os Estados Unidos, 88% de chances de que ele seja de categoria 1 ou 2, e 81% de chances de que ele seja de categoria 3 ou maior.

Outros especialistas avisaram aos habitantes do Caribe, Atlântico e Golfo do México que se preparem para décadas de alta atividade ciclônica.

Para os moradores do sul dos Estados Unidos, que sofreram com o impacto de quatro furacões em 2004 e quatro neste ano, as notícias são boas. "Embora esperemos que o atual período de alta atividade de furacões continue por mais 15 ou 20 anos, é estatisticamente pouco provável que as próximas temporadas, de 2006 e 2007, ou as seguintes tenham tanto impacto sobre a terra nos Estados Unidos quanto vimos em 2004-2005", indica o estudo.

Alguns cientistas afirmam que a alta atividade de furacões faz parte de um ciclo natural em que se sucedem períodos de relativa calma e hiperatividade. Outros apontam que o aquecimento global por fontes artificiais poderia estar por trás da atividade intensa.

Mas o estudo de Gray e Klotzbach descarta essa teoria. "Não há provas, nas observações disponíveis ou nas que estarão disponíveis nas próximas décadas, que permitam associar diretamente as mudanças climáticas de temperaturas da superfície a mudanças na freqüência e intensidade dos furacões", indica o texto.

A temporada oficial de furacões começou no último dia 1º de junho e terminou em 30 de novembro, embora o furacão Epsílon ainda passasse pelo Atlântico nesta terça-feira, a sudoeste dos Açores.


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Especialistas prevêem outra temporada de furacões em 2006

Da AFP

06/12/2005 | 12:45


A próxima temporada de furacões no Atlântico deverá ser muito ativa, mas um menor número desses fenômenos deverá tocar a terra, prevêem especialistas em um estudo divulgado nesta terça-feira.

Um total de 17 tempestades tropicais deverão se formar no próximo ano no Atlântico, e nove delas serão furacões, comparado com as 26 tempestades formadas neste ano e os 14 furacões registrados, segundo os especialistas William Gray e Philip Klotzbach, da Universidade Estatal do Colorado.

Dos nove furacões, cinco devem ser intensos, de categoria 3 ou mais na escala Saffir-Simpson, que vai até 5, prevêem os meteorologistas. Um total de sete furacões intensos se formaram no Atlântico neste ano.

Segundo o estudo, existem 99% de chances de que pelo menos um dos furacões atinja os Estados Unidos, 88% de chances de que ele seja de categoria 1 ou 2, e 81% de chances de que ele seja de categoria 3 ou maior.

Outros especialistas avisaram aos habitantes do Caribe, Atlântico e Golfo do México que se preparem para décadas de alta atividade ciclônica.

Para os moradores do sul dos Estados Unidos, que sofreram com o impacto de quatro furacões em 2004 e quatro neste ano, as notícias são boas. "Embora esperemos que o atual período de alta atividade de furacões continue por mais 15 ou 20 anos, é estatisticamente pouco provável que as próximas temporadas, de 2006 e 2007, ou as seguintes tenham tanto impacto sobre a terra nos Estados Unidos quanto vimos em 2004-2005", indica o estudo.

Alguns cientistas afirmam que a alta atividade de furacões faz parte de um ciclo natural em que se sucedem períodos de relativa calma e hiperatividade. Outros apontam que o aquecimento global por fontes artificiais poderia estar por trás da atividade intensa.

Mas o estudo de Gray e Klotzbach descarta essa teoria. "Não há provas, nas observações disponíveis ou nas que estarão disponíveis nas próximas décadas, que permitam associar diretamente as mudanças climáticas de temperaturas da superfície a mudanças na freqüência e intensidade dos furacões", indica o texto.

A temporada oficial de furacões começou no último dia 1º de junho e terminou em 30 de novembro, embora o furacão Epsílon ainda passasse pelo Atlântico nesta terça-feira, a sudoeste dos Açores.

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