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'Ontem é passado', diz Pazuello sobre primeira dose de vacina aplicada em SP

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Durante ato simbólico de entrega das doses da Coronavac aos Estados nesta manhã em Guarulhos, ministro destacou novamente que "o governo e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cumpriram seus papéis"



18/01/2021 | 10:18


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a falar sobre o governo de São Paulo nesta manhã de segunda-feira (18), ao comentar a distribuição de doses da vacina Coronavac aos Estados. Sobre a aplicação da primeira dose da vacina contra o novo coronavírus neste domingo (17) em evento com a presença do governador do Estado, João Doria (PSDB), Pazuello disse que "ontem é passado, é para historiador. A partir de agora, só discuto futuro".

Durante ato simbólico de entrega das doses da Coronavac aos Estados nesta manhã em Guarulhos, Pazuello destacou novamente que "o governo e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cumpriram seus papéis". Nesta segunda-feira, o carregamento de doses da Coronavac embarcou em aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) para que as vacinas sejam levadas aos Estados. Conforme acordo fechado entre o ministério e governadores presentes ao encontro, a vacinação contra o novo coronavírus começa nesta segunda-feira a partir das 17h.

Doria não participou da cerimônia de hoje. Segundo o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM), que esteve presente, o governador de São Paulo não pode participar por uma "questão de agenda".

Críticas a Doria

Alguns governadores que participaram do evento com Pazuello criticaram Doria por ter se adiantado à data combinada. Para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), o lançamento da vacina, feito por Doria, "é um gesto que coloca os (outros) governadores numa posição de segunda categoria". "Não tínhamos sequer vacinas no nosso Estado", completou.

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), reforçou as críticas ao governo paulista pelo início da vacinação neste domingo, antes dos outros Estados. "Foi uma decisão ruim (vacinar no domingo). O Programa Nacional de Imunização é um programa nacional, que envolve todos os Estados. Deveria haver igualdade entre todos", afirmou. "Mas esse é o momento de união. O mais importante agora é iniciar a vacinação da nossa população".

Para o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), "o Plano Nacional de Imunização deve buscar com que haja uma isonomia de calendário e de critérios". "São Paulo em face à logística e à celeridade e ao fato de deter sob seu guarda-chuva o Instituto Butantan , entendeu acelerar este processo", completou.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), disse que não comentaria a aplicação da primeira dose pelo Governo de São Paulo. Entretanto, a chefe do Executivo estadual ressaltou que "houve muito tumulto e descoordenação ao longo do período pandemia".

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), afirmou que "está de parabéns o Butantan". "Porém neste momento, entendo que devemos manter a coesão. Disputas por viés eleitoral não são bem-vindas em um momento cujo grande foco é cuidar da saúde dos brasileiros", completou.



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'Ontem é passado', diz Pazuello sobre primeira dose de vacina aplicada em SP

Durante ato simbólico de entrega das doses da Coronavac aos Estados nesta manhã em Guarulhos, ministro destacou novamente que "o governo e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cumpriram seus papéis"


18/01/2021 | 10:18


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a falar sobre o governo de São Paulo nesta manhã de segunda-feira (18), ao comentar a distribuição de doses da vacina Coronavac aos Estados. Sobre a aplicação da primeira dose da vacina contra o novo coronavírus neste domingo (17) em evento com a presença do governador do Estado, João Doria (PSDB), Pazuello disse que "ontem é passado, é para historiador. A partir de agora, só discuto futuro".

Durante ato simbólico de entrega das doses da Coronavac aos Estados nesta manhã em Guarulhos, Pazuello destacou novamente que "o governo e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cumpriram seus papéis". Nesta segunda-feira, o carregamento de doses da Coronavac embarcou em aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) para que as vacinas sejam levadas aos Estados. Conforme acordo fechado entre o ministério e governadores presentes ao encontro, a vacinação contra o novo coronavírus começa nesta segunda-feira a partir das 17h.

Doria não participou da cerimônia de hoje. Segundo o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (DEM), que esteve presente, o governador de São Paulo não pode participar por uma "questão de agenda".

Críticas a Doria

Alguns governadores que participaram do evento com Pazuello criticaram Doria por ter se adiantado à data combinada. Para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), o lançamento da vacina, feito por Doria, "é um gesto que coloca os (outros) governadores numa posição de segunda categoria". "Não tínhamos sequer vacinas no nosso Estado", completou.

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), reforçou as críticas ao governo paulista pelo início da vacinação neste domingo, antes dos outros Estados. "Foi uma decisão ruim (vacinar no domingo). O Programa Nacional de Imunização é um programa nacional, que envolve todos os Estados. Deveria haver igualdade entre todos", afirmou. "Mas esse é o momento de união. O mais importante agora é iniciar a vacinação da nossa população".

Para o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), "o Plano Nacional de Imunização deve buscar com que haja uma isonomia de calendário e de critérios". "São Paulo em face à logística e à celeridade e ao fato de deter sob seu guarda-chuva o Instituto Butantan , entendeu acelerar este processo", completou.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), disse que não comentaria a aplicação da primeira dose pelo Governo de São Paulo. Entretanto, a chefe do Executivo estadual ressaltou que "houve muito tumulto e descoordenação ao longo do período pandemia".

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), afirmou que "está de parabéns o Butantan". "Porém neste momento, entendo que devemos manter a coesão. Disputas por viés eleitoral não são bem-vindas em um momento cujo grande foco é cuidar da saúde dos brasileiros", completou.

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