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Novo formato para o ciclo da vida mais famoso do mundo

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Repaginação visual torna quase real savana africana mostrada na história de ‘O Rei Leão’


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:12


O ciclo da vida envolve tomar seu próprio caminho até o momento em que o destino de cada um apareça, sempre com o novo surgindo no futuro. Essa lição um tanto quanto universal foi eternizada entre as diversas lições apresentadas em O Rei Leão (1994), considerado o maior desenho de todos os tempos produzido pelos estúdios Disney. Já se passaram 25 anos e a obra tem mexido com a lembranças de várias gerações desde então. 

Um outro ciclo aparece na trajetória da história com o projeto hollywoodiano de transformar as maiores animações da Casa do Mickey em filmes, chegando a sua hora de voltar aos cinemas da maneira mais real possível. Pronto para aquecer as férias, O Rei Leão estreias nas salas do Grande ABC a partir de quinta-feira de maneira que toda a família aproveite o passeio, abrindo espaço para que os mais novos também possam conhecer o tipo de magia por trás desse legado.

A narrativa continua a mesma: o pequeno Simba é apresentado para o restante da savana africana e cresce ouvindo os conselhos do pai, Mufasa, responsável por tudo o que o sol toca da vista da gigantesca pedra do reino. Pequenas travessuras fazem parte de sua infância, até o momento em que tragédia familiar planejada por Scar, tio do protagonista, faz com que fuja do local para nunca mais olhar para trás. O jovem leão encontra abrigo na companhia do suricato Timão e do javali Pumba, dupla que o ensina a viver de maneira mansa. Mas o futuro da antiga casa está em perigo e as responsabilidades do passado voltam a aparecer para lembrar Simba de quem ele realmente é.

Elementos como comédia, drama, intrigas e diversão fazem parte do pacote retomado pelo atual longa-metragem. A grande diferença fica por conta do formato no qual tudo é apresentado. Sai a animação e aparece a computação gráfica (veja mais ao lado) para transformar as versões fofinhas do passado em personagens bem próximos do que o público pode ver no mundo real. 

MÚSICAS

Fica a curiosidade do público de ver como esses ‘animais’ irão revelar suas expressões e cantar canções como O Que Eu Quero Mais é Ser Rei, Hakuna Matata e Nesta Noite o Amor Chegou, todas com vozes diferentes das apresentadas no desenho animados da década de 1990. Detalhe que a faixa Estão em Ti, de O Rei Leão 2 – O Reino de Simba (1998), lançado direto para vídeo na época, e presente no musical teatral, também está na trilha sonora.

O atual filme não tem missão de substituir nem complementar tudo o que é querido pelos fãs. Parte de seu trabalho está em relembrar importantes ensinamentos e reacender a lembrança sobre o conto. Já a outra está em lotar os cinemas com o que de mais avançado a tecnologia de efeitos visuais pode apresentar nos dias de hoje para muitos minutos de diversão pelo mundo do rei leão.

Produção sem bichos é completamente virtual

Desde do anúncio do início de sua produção, o filme de O Rei Leão agitou o público de diferentes gerações que acompanhou a animação original ao longo dos anos. Grande parte da expectativa era de como os estúdios Disney conseguiriam recriar a história da maneira mais real possível, assim como já realizou em Cinderela (2015) e A Bela e a Fera (2017), entre outros. O grande truque está por conta dos modernos efeitos visuais utilizados, capazes de criar cópias quase que 100% fiéis aos animais originais da savana africana que serviram de inspiração para Simba, Timão, Pumba, Zazu e companhia.

Apesar de ser considerado um live action (ação ao vivo, em tradução direta para o português, mas sendo expressão usada para identificar trabalhos com atores reais ao invés de animação), ele não é. Nenhum bicho verdadeiro foi utilizado nas filmagens. Todo o longa-metragem ganhou forma, cenários e personagens por meio do trabalho de poderosos computadores, o que o torna fruto de uma produção completamente virtual.

Foram necessários cerca de três anos para que o projeto ganhasse forma. Uma espécie de ‘jogo’ de realidade virtual foi criado para que os responsáveis buscassem os melhores ângulos de cada momento para contar a história, com leões, girafas, elefantes, hienas, aves e zebras complementando as cenas. A computação gráfica mostra força quando detalhes como pêlos, músculos e brilho nos olhos deixam os ‘atores’ praticamente vivos na tela. 



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Novo formato para o ciclo da vida mais famoso do mundo

Repaginação visual torna quase real savana africana mostrada na história de ‘O Rei Leão’

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

14/07/2019 | 07:12


O ciclo da vida envolve tomar seu próprio caminho até o momento em que o destino de cada um apareça, sempre com o novo surgindo no futuro. Essa lição um tanto quanto universal foi eternizada entre as diversas lições apresentadas em O Rei Leão (1994), considerado o maior desenho de todos os tempos produzido pelos estúdios Disney. Já se passaram 25 anos e a obra tem mexido com a lembranças de várias gerações desde então. 

Um outro ciclo aparece na trajetória da história com o projeto hollywoodiano de transformar as maiores animações da Casa do Mickey em filmes, chegando a sua hora de voltar aos cinemas da maneira mais real possível. Pronto para aquecer as férias, O Rei Leão estreias nas salas do Grande ABC a partir de quinta-feira de maneira que toda a família aproveite o passeio, abrindo espaço para que os mais novos também possam conhecer o tipo de magia por trás desse legado.

A narrativa continua a mesma: o pequeno Simba é apresentado para o restante da savana africana e cresce ouvindo os conselhos do pai, Mufasa, responsável por tudo o que o sol toca da vista da gigantesca pedra do reino. Pequenas travessuras fazem parte de sua infância, até o momento em que tragédia familiar planejada por Scar, tio do protagonista, faz com que fuja do local para nunca mais olhar para trás. O jovem leão encontra abrigo na companhia do suricato Timão e do javali Pumba, dupla que o ensina a viver de maneira mansa. Mas o futuro da antiga casa está em perigo e as responsabilidades do passado voltam a aparecer para lembrar Simba de quem ele realmente é.

Elementos como comédia, drama, intrigas e diversão fazem parte do pacote retomado pelo atual longa-metragem. A grande diferença fica por conta do formato no qual tudo é apresentado. Sai a animação e aparece a computação gráfica (veja mais ao lado) para transformar as versões fofinhas do passado em personagens bem próximos do que o público pode ver no mundo real. 

MÚSICAS

Fica a curiosidade do público de ver como esses ‘animais’ irão revelar suas expressões e cantar canções como O Que Eu Quero Mais é Ser Rei, Hakuna Matata e Nesta Noite o Amor Chegou, todas com vozes diferentes das apresentadas no desenho animados da década de 1990. Detalhe que a faixa Estão em Ti, de O Rei Leão 2 – O Reino de Simba (1998), lançado direto para vídeo na época, e presente no musical teatral, também está na trilha sonora.

O atual filme não tem missão de substituir nem complementar tudo o que é querido pelos fãs. Parte de seu trabalho está em relembrar importantes ensinamentos e reacender a lembrança sobre o conto. Já a outra está em lotar os cinemas com o que de mais avançado a tecnologia de efeitos visuais pode apresentar nos dias de hoje para muitos minutos de diversão pelo mundo do rei leão.

Produção sem bichos é completamente virtual

Desde do anúncio do início de sua produção, o filme de O Rei Leão agitou o público de diferentes gerações que acompanhou a animação original ao longo dos anos. Grande parte da expectativa era de como os estúdios Disney conseguiriam recriar a história da maneira mais real possível, assim como já realizou em Cinderela (2015) e A Bela e a Fera (2017), entre outros. O grande truque está por conta dos modernos efeitos visuais utilizados, capazes de criar cópias quase que 100% fiéis aos animais originais da savana africana que serviram de inspiração para Simba, Timão, Pumba, Zazu e companhia.

Apesar de ser considerado um live action (ação ao vivo, em tradução direta para o português, mas sendo expressão usada para identificar trabalhos com atores reais ao invés de animação), ele não é. Nenhum bicho verdadeiro foi utilizado nas filmagens. Todo o longa-metragem ganhou forma, cenários e personagens por meio do trabalho de poderosos computadores, o que o torna fruto de uma produção completamente virtual.

Foram necessários cerca de três anos para que o projeto ganhasse forma. Uma espécie de ‘jogo’ de realidade virtual foi criado para que os responsáveis buscassem os melhores ângulos de cada momento para contar a história, com leões, girafas, elefantes, hienas, aves e zebras complementando as cenas. A computação gráfica mostra força quando detalhes como pêlos, músculos e brilho nos olhos deixam os ‘atores’ praticamente vivos na tela. 

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