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Olhos atentos na televisão

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pequenos espectadores falam sobre costumes e relação com o aparelho no dia a dia


Tauana Marin

02/06/2019 | 07:36


A televisão faz parte do dia a dia das pessoas de diferentes formas, seja como veículo para propagar notícias ou como meio de entretenimento. Filmes, desenhos, séries, jogos, jornais e programas diversos estão na tela e sempre lidam com informações. É com ajuda dessa tecnologia que muitas pessoas se conectam com o restante do mundo. 

Lorena Fernandes de Sousa, 9 anos, conta que já teve muitas oportunidades de ver atrações em TV antiga na casa da avó. “Ela era de tubo, quadrada, pesada, com antenas e muitos botões embaixo da tela, já que não tinha controle remoto. Funcionava muito bem, apesar da tela ser bem menor e a imagem, menos definida.” Aluna do 4º ano do colégio ESI São José, de Santo André, ela acredita que a invenção da máquina, datada do fim do século XIX (veja mais ao lado), foi revolucionária. “Antes as pessoas só podiam ouvir músicas e escutar notícias pelo rádio. Depois, passaram a poder ver tudo.”

O colega Pedro Henrique de Paula Viriato, 9, não conhece ninguém que não tenha um aparelho do tipo. “É quase acessível para todos, nem que seja uma TV pequena.” Em sua casa, o televisor é bastante usado para passar filmes e programas de notícias. “Com a tecnologia, já temos TVs em 3D, aquelas que vemos com óculos especiais, como no cinema. É (um recurso) bem legal.”

Os avanços no desenvolvimento do item e o trabalho constante das empresas fabricantes deixam seu futuro em aberto. Segundo Vinícius Cavagloni de Siqueira, 10, chegará o dia em que a televisão será, até mesmo, dobrável para ser guardada mais facilmente. “Hoje a pessoa já pode assistir às TV no carro ou no celular. Podemos também conectar páginas da internet por meio das smart TVs. Acho tudo muito inteligente por parte de quem cria essas coisas.” Apesar de ser fã, o garoto alerta para certos malefícios. “É um veículo que acaba propagando as fake news (notícias falsas) de forma rápida, assim como a internet. Precisamos filtrar aquilo que a gente assiste.”

Maria Alice de Sousa Novackz, 10, revela que tem horário para se divertir em frente à tela. “Assisto mais quando chego da escola, à noite. Gosto de ver filmes da Netflix e alguns desenhos do Discovery Kids. Aprendo bastante coisas que vejo na TV, mas, como tudo, tem a hora de desligá-la para estudar, brincar, ficar com a família e dormir”, explica. “Fico pensando em como as coisas que são gravadas em estúdios são transmitidas. Sei que há antenas e sinais que se propagam, mas, como é tudo invisível para nós, parece mágica mesmo.”

Imagens cada vez melhores surgiram ao longo do tempo

A jornada da televisão é longa e cheia de evoluções. A TV como a conhecemos hoje em dia é resultado de experiências realizadas por vários inventores em países como Estados Unidos, Suécia, Inglaterra, Alemanha e Rússia desde o fim do século XIX. 

As imagens inicias eram em preto e branco, com as primeiras experiências sendo conduzidas pelo engenheiro escocês John Logie Baird (1888-1946), em 1928. Nos Estados Unidos a transmissão em cores foi adotada somente a partir de 1958 nos Estados Unidos.

O aparelho chegou no Brasil em 1950 graças a investimentos do empresário Assis Chateaubriand (1892-1968). A partir de 1949, ele deu início à construção dos estúdios da TV Tupi, em São Paulo. Com tudo pronto, lembrou que precisava de aparelhos para que as pessoas assistissem à programação que desenvolvia. Foi responsável por importar cerca de 200 televisores para distribuir a amigos e financiadores, além de colocar receptores em vitrines de lojas do Centro de São Paulo para que as pessoas pudessem assistir da rua à primeira transmissão da TV ao vivo no Brasil, em 18 de setembro de 1950.

Atividades na feira internacional CES (Consumer Electronics Show, ou Show de Eletrônicos de Consumo, em português), em janeiro, revelaram os próximos passos desse mercado, principalmente os modelos 8K de ultra-alta definição, onde cada tela terá cerca de 33 milhões de pixels. 



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Olhos atentos na televisão

Pequenos espectadores falam sobre costumes e relação com o aparelho no dia a dia

Tauana Marin

02/06/2019 | 07:36


A televisão faz parte do dia a dia das pessoas de diferentes formas, seja como veículo para propagar notícias ou como meio de entretenimento. Filmes, desenhos, séries, jogos, jornais e programas diversos estão na tela e sempre lidam com informações. É com ajuda dessa tecnologia que muitas pessoas se conectam com o restante do mundo. 

Lorena Fernandes de Sousa, 9 anos, conta que já teve muitas oportunidades de ver atrações em TV antiga na casa da avó. “Ela era de tubo, quadrada, pesada, com antenas e muitos botões embaixo da tela, já que não tinha controle remoto. Funcionava muito bem, apesar da tela ser bem menor e a imagem, menos definida.” Aluna do 4º ano do colégio ESI São José, de Santo André, ela acredita que a invenção da máquina, datada do fim do século XIX (veja mais ao lado), foi revolucionária. “Antes as pessoas só podiam ouvir músicas e escutar notícias pelo rádio. Depois, passaram a poder ver tudo.”

O colega Pedro Henrique de Paula Viriato, 9, não conhece ninguém que não tenha um aparelho do tipo. “É quase acessível para todos, nem que seja uma TV pequena.” Em sua casa, o televisor é bastante usado para passar filmes e programas de notícias. “Com a tecnologia, já temos TVs em 3D, aquelas que vemos com óculos especiais, como no cinema. É (um recurso) bem legal.”

Os avanços no desenvolvimento do item e o trabalho constante das empresas fabricantes deixam seu futuro em aberto. Segundo Vinícius Cavagloni de Siqueira, 10, chegará o dia em que a televisão será, até mesmo, dobrável para ser guardada mais facilmente. “Hoje a pessoa já pode assistir às TV no carro ou no celular. Podemos também conectar páginas da internet por meio das smart TVs. Acho tudo muito inteligente por parte de quem cria essas coisas.” Apesar de ser fã, o garoto alerta para certos malefícios. “É um veículo que acaba propagando as fake news (notícias falsas) de forma rápida, assim como a internet. Precisamos filtrar aquilo que a gente assiste.”

Maria Alice de Sousa Novackz, 10, revela que tem horário para se divertir em frente à tela. “Assisto mais quando chego da escola, à noite. Gosto de ver filmes da Netflix e alguns desenhos do Discovery Kids. Aprendo bastante coisas que vejo na TV, mas, como tudo, tem a hora de desligá-la para estudar, brincar, ficar com a família e dormir”, explica. “Fico pensando em como as coisas que são gravadas em estúdios são transmitidas. Sei que há antenas e sinais que se propagam, mas, como é tudo invisível para nós, parece mágica mesmo.”

Imagens cada vez melhores surgiram ao longo do tempo

A jornada da televisão é longa e cheia de evoluções. A TV como a conhecemos hoje em dia é resultado de experiências realizadas por vários inventores em países como Estados Unidos, Suécia, Inglaterra, Alemanha e Rússia desde o fim do século XIX. 

As imagens inicias eram em preto e branco, com as primeiras experiências sendo conduzidas pelo engenheiro escocês John Logie Baird (1888-1946), em 1928. Nos Estados Unidos a transmissão em cores foi adotada somente a partir de 1958 nos Estados Unidos.

O aparelho chegou no Brasil em 1950 graças a investimentos do empresário Assis Chateaubriand (1892-1968). A partir de 1949, ele deu início à construção dos estúdios da TV Tupi, em São Paulo. Com tudo pronto, lembrou que precisava de aparelhos para que as pessoas assistissem à programação que desenvolvia. Foi responsável por importar cerca de 200 televisores para distribuir a amigos e financiadores, além de colocar receptores em vitrines de lojas do Centro de São Paulo para que as pessoas pudessem assistir da rua à primeira transmissão da TV ao vivo no Brasil, em 18 de setembro de 1950.

Atividades na feira internacional CES (Consumer Electronics Show, ou Show de Eletrônicos de Consumo, em português), em janeiro, revelaram os próximos passos desse mercado, principalmente os modelos 8K de ultra-alta definição, onde cada tela terá cerca de 33 milhões de pixels. 

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