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Que seja dada a largada

São Bernardo é considerada uma cidade-chave para qualquer projeto político, seja regional, seja estadual


Do Diário do Grande ABC

09/04/2013 | 00:00


São Bernardo é considerada uma cidade-chave para qualquer projeto político, seja regional, seja estadual. Há quem diga que o estofo dos quase 800 mil habitantes e a arrecadação de R$ 4,4 bilhões prevista para este ano é parte integrante de metas para ambições de âmbito nacional. Por isso e pela história do município - greves, luta pela redemocratização e criação do PT são alguns capítulos -, é o território de maior interesse entre os sete do Grande ABC. O atual prefeito, Luiz Marinho (PT), está perto de alcançar os 100 dias do segundo mandato. Em 2016 ele indicará alguém de sua confiança para representar o grupo e tentar fincar raízes petistas no Paço por mais quatro anos. Na outra trincheira, uma oposição dividida, aguardando o movimento do chefe do Executivo. Quem sairá na frente? Ninguém dá sinais claros. Queimar a largada a quase três anos do pleito é perigoso. Dessa forma, William Dib (PSDB), Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), três das principais lideranças oposicionistas da cidade, estão a postos observando, além das ações de Marinho, um às dos outros. Mas quem dará o passo inicial para analisar os três meses e dez dias do atual mandato e, assim, sair na frente para se destacar do bloco de oposição? Que seja dada a largada.

Prova

O G-12, grupo de vereadores que pregam independência na Câmara de Santo André, terá prova de fogo nesta semana. Deve entrar em pauta discussão para criação da CPI das ONGs. O Diário publicou ontem que, em 2011, o governo anterior, de Aidan Ravin (PTB), gastou R$ 188,9 milhões com terceirização, valor 558% maior do que de cidades com o mesmo porte. A pergunta que fica é: será que o bloco permanecerá unido e se posicionará de maneira concisa sobre a questão? O ex-prefeito põe a culpa no PT pelos valores exacerbados. Pode sobrar para todo mundo.

Mais campo

Parece que o ex-prefeito de São Bernardo Maurício Soares (PT) quer expandir sua atuação na administração Luiz Marinho (PT). Depois de articular para assumir a presidência da Fundação Criança, em substituição ao advogado Ariel de Castro Alves, o ex-chefe do Executivo mira agora a autarquia Rotativo São Bernardo, que controla o estacionamento de veículos nas ruas das regiões comerciais da cidade e, por meio de convênio, repassa os recursos arrecadados na Zona Azul para a Fundação Criança. Comenta-se que Maurício tem pressionado o governo para substituir o atual diretor da autarquia, o advogado Júlio César Couto, por alguém de sua confiança. Júlio Couto é filiado ao PCdoB e foi indicado pelo ex-presidente Ariel em 2009. Com essa alteração, Maurício completaria as mudanças em cargos estratégicos ligados à Fundação.



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