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Impasse não permite final da greve de PMs no Tocantins


Do Diário OnLine

31/05/2001 | 01:14


Um impasse marca as negociações para o final da greve dos policiais militares no Tocantins, que já entra no 11º dia. Na tarde desta quarta, a paralisação parecia que ia chegar ao fim com a decisão do governo em ceder a uma das reivindicações dos grevistas. A Justiça, no entanto, impediu o avanço do acordo.

Para voltar ao trabalho, os PMs exigem que a prisão de 13 líderes do movimento, que foi decretada no início da semana, seja revogada. Depois de ter negado insistentemente a exigência, o governador do Estado, Siqueira Campos, decidiu voltar atrás e cedeu. O juiz José de Moura Filho, porém, negou a revogação das prisões, provocando o impasse.

No início da madrugada desta quinta-feira, os grevistas estavam reunidos com procuradores para resolver qual a próxima posição a tomar. Além do habeas-corpus, a categoria quer também uma garantia do governador, feita por escrito, de que os PMs não sofrerão qualquer tipo de retaliação, como a transferência para o interior do Estado. Os policiais pedem ainda reajuste salarial de 47%.

A situação dos 800 grevistas que estão amotinados no quartel parece cada vez mais crítica. A luz e a água do local foram cortadas e homens armados com fuzis e metralhadoras cercam o Batalhão. Uma bala de revólver calibre 38 chegou a ser disparada nesta quarta, mas ninguém sabe a autoria do tiro.



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Impasse não permite final da greve de PMs no Tocantins

Do Diário OnLine

31/05/2001 | 01:14


Um impasse marca as negociações para o final da greve dos policiais militares no Tocantins, que já entra no 11º dia. Na tarde desta quarta, a paralisação parecia que ia chegar ao fim com a decisão do governo em ceder a uma das reivindicações dos grevistas. A Justiça, no entanto, impediu o avanço do acordo.

Para voltar ao trabalho, os PMs exigem que a prisão de 13 líderes do movimento, que foi decretada no início da semana, seja revogada. Depois de ter negado insistentemente a exigência, o governador do Estado, Siqueira Campos, decidiu voltar atrás e cedeu. O juiz José de Moura Filho, porém, negou a revogação das prisões, provocando o impasse.

No início da madrugada desta quinta-feira, os grevistas estavam reunidos com procuradores para resolver qual a próxima posição a tomar. Além do habeas-corpus, a categoria quer também uma garantia do governador, feita por escrito, de que os PMs não sofrerão qualquer tipo de retaliação, como a transferência para o interior do Estado. Os policiais pedem ainda reajuste salarial de 47%.

A situação dos 800 grevistas que estão amotinados no quartel parece cada vez mais crítica. A luz e a água do local foram cortadas e homens armados com fuzis e metralhadoras cercam o Batalhão. Uma bala de revólver calibre 38 chegou a ser disparada nesta quarta, mas ninguém sabe a autoria do tiro.

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