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Paulo Serra é eleito vice-presidente da área de finanças da FNP

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nova composição foi formada ontem, tendo o prefeito de Aracaju na direção da entidade, que contará com validade de dois anos


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/04/2021 | 23:14


Em votação simbólica por videoconferência, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), foi eleito ontem para integrar a nova composição da FNP (Frente Nacional de Prefeitos). O tucano entrou na chapa executiva na condição de vice-presidente da área de finanças públicas do bloco, composto, majoritariamente, por capitais brasileiras. O grupo terá vigência por dois anos, vigorando até abril de 2023, e será comandado no período pelo prefeito de Aracaju (Sergipe), Edvaldo Nogueira (PDT), em substituição a Jonas Donizette (PSB), ex-chefe do Executivo de Campinas.

Também presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Paulo Serra compunha a diretoria anterior, exercendo o posto de vice-presidente do setor de precatórios. Ex-prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB) era vice de objetivos de desenvolvimento sustentável. A cerimônia foi realizada de forma virtual na manhã de ontem. Fundada em 1989, a FNP tem como foco de atuação cerca de 400 municípios com mais de 80 mil habitantes. Esse recorte envolve 100% das Capitais, 60% da população e 75% do PIB (Produto Interno Bruto) do País. A última iniciativa encampada pela entidade municipalista se deu em torno de criar modelo de consórcio para aquisição adicional de vacinas a partir da liberação para compras – o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi escolhido para gerir o Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras), braço da FNP e que vai representar cerca de 2.600 cidades e 150 milhões de habitantes.

“O Jonas realizou a votação e essa composição foi tentando conciliar as representações regionais, abrangendo todas as do Brasil, com as questões político-partidárias, numa frente plural. Fui convidado a participar desta temática, de acordo com experiência exitosa em determinadas áreas. Isso porque tivemos modelo de gestão com redução da dívida em 80% nos últimos quatro anos, queda de precatórios, o que inclui a concessão à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Em suma, diminuição do endividamento da cidade, com redução de cargos, venda de veículos oficiais e enxugamento da máquina”, defendeu Paulo Serra.

O tucano destacou que esse conjunto de medidas administrativas resultou na reclassificação fiscal de Santo André, possibilitando ao município contratar linhas de crédito, como do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), CAF (Corporação Andina de Fomento) e da Caixa. “Saímos de situação orçamentária crítica, em 2017, e voltamos a ser referência. Tínhamos rating D e passamos para B. Como consequência disso, temos aproximadamente R$ 1 bilhão em obras sendo executadas na cidade, apesar da crise que vivemos, que afetou, sobretudo, a receita, com menor entrada de recursos e mais gastos (destinados ao combate da pandemia de Covid-19).” 



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Paulo Serra é eleito vice-presidente da área de finanças da FNP

Nova composição foi formada ontem, tendo o prefeito de Aracaju na direção da entidade, que contará com validade de dois anos

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

15/04/2021 | 23:14


Em votação simbólica por videoconferência, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), foi eleito ontem para integrar a nova composição da FNP (Frente Nacional de Prefeitos). O tucano entrou na chapa executiva na condição de vice-presidente da área de finanças públicas do bloco, composto, majoritariamente, por capitais brasileiras. O grupo terá vigência por dois anos, vigorando até abril de 2023, e será comandado no período pelo prefeito de Aracaju (Sergipe), Edvaldo Nogueira (PDT), em substituição a Jonas Donizette (PSB), ex-chefe do Executivo de Campinas.

Também presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, Paulo Serra compunha a diretoria anterior, exercendo o posto de vice-presidente do setor de precatórios. Ex-prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PSDB) era vice de objetivos de desenvolvimento sustentável. A cerimônia foi realizada de forma virtual na manhã de ontem. Fundada em 1989, a FNP tem como foco de atuação cerca de 400 municípios com mais de 80 mil habitantes. Esse recorte envolve 100% das Capitais, 60% da população e 75% do PIB (Produto Interno Bruto) do País. A última iniciativa encampada pela entidade municipalista se deu em torno de criar modelo de consórcio para aquisição adicional de vacinas a partir da liberação para compras – o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi escolhido para gerir o Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras), braço da FNP e que vai representar cerca de 2.600 cidades e 150 milhões de habitantes.

“O Jonas realizou a votação e essa composição foi tentando conciliar as representações regionais, abrangendo todas as do Brasil, com as questões político-partidárias, numa frente plural. Fui convidado a participar desta temática, de acordo com experiência exitosa em determinadas áreas. Isso porque tivemos modelo de gestão com redução da dívida em 80% nos últimos quatro anos, queda de precatórios, o que inclui a concessão à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Em suma, diminuição do endividamento da cidade, com redução de cargos, venda de veículos oficiais e enxugamento da máquina”, defendeu Paulo Serra.

O tucano destacou que esse conjunto de medidas administrativas resultou na reclassificação fiscal de Santo André, possibilitando ao município contratar linhas de crédito, como do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), CAF (Corporação Andina de Fomento) e da Caixa. “Saímos de situação orçamentária crítica, em 2017, e voltamos a ser referência. Tínhamos rating D e passamos para B. Como consequência disso, temos aproximadamente R$ 1 bilhão em obras sendo executadas na cidade, apesar da crise que vivemos, que afetou, sobretudo, a receita, com menor entrada de recursos e mais gastos (destinados ao combate da pandemia de Covid-19).” 

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