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Empresários do ABC mobilizam-se contra impostos

Heloisa Ballarini/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vivian Costa
Do Diário do Grande ABC

13/09/2008 | 07:04


Empresários e entidades do Grande ABC apóiam a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) na mobilização contra a tentativa de aprovação da CSS (Contribuição Social para a Saúde), lançada em 2 de julho. O site www.soucontraacss.com.br já contabiliza – até o fechamento desta edição – 102.032 assinaturas.

Segundo Celso Amâncio, diretor-executivo da Aciscs (Associação Comercial e Industrial de São Caetano do Sul), a mobilização é viável e necessária e tem o apoio de outras instituições como as associações comerciais de todo o País. A entidade realizou em seu site uma pesquisa com a seguinte pergunta: “Você é a favor da criação do CSS, imposto da Saúde, que substitui a CPMF?”. O resultado foi que 81,1% das pessoas disseram ‘sim’ e 18,9% disseram ‘não’.

A Acisbec ( Associação Comercial e Industrial de São Bernardo) também aderiu ao movimento. Valter Moura, presidente da entidade, lembrou que o governo perdeu a CPMF, mas até o momento já arrecadou mais tributos do que o ano passado, e assim não há necessidade de reinventá-lo”. disse. Afirmou ainda Moura que a entidade junto com as demais irão lutar para que o tributo não passe pelo Congresso. “Temos que ter é incentivo produtivo e não mais impostos”, observou.

Octávio Leite Vallejo, vice-presidente da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), salientou que as pessoas que desejam mais tributos nesse País, ou são irresponsáveis ou não tem as faculdades mentais em ordem.

Para Shotoku Yamamoto, diretor regional da Ciesp de Santo André, a CSS não passará pelo Congresso, como aconteceu com a CPMF, já que não há necessidade de mais imposições tributárias.
 
Campanha - O movimento, cujas lideranças desencadearam ação similar pelo fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), é contra a aprovação da nova contribuição e já conta com apoio de 200 entidades de classe, entre elas o Sescon (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo), Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) e o Instituto de Engenharia. O manifesto que oficializou a campanha destaca que desde a criação do tributo destinado à Saúde pública, há 12 anos, a carga tributária saltou de 27% para 37% do PIB.



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