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Serra culpa Petrobras por reajuste de gás natural em SP

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/12/2008 | 07:00


O governador de São Paulo, José Serra, criticou o anúncio de reajuste extraordinário de gás natural cobrado pela Comgás e culpou a Petrobras pelo aumento das tarifas.

Para ele, a decisão dificulta a situação do setor industrial e não contribui no combate aos efeitos da crise financeira internacional. "Não ajuda a enfrentar a crise, pelo contrário, pode provocar mais desemprego, dificuldades para as empresas e também aumento da inflação", afirmou Serra.

Segundo o governador, o reajuste do gás atua como uma forma de pressão de alta sobre os preços. "Aí, depois vem o Banco Central e diz que não pode baixar os juros porque a inflação subiu ou a inflação não caiu", disse.

Ele afirmou que a Petrobras cobra pelo gás boliviano a partir de um preço correspondente a US$ 110 o barril do petróleo. "O barril do petróleo hoje custa menos de US$ 40 e a Petrobras continua cobrando US$ 110", disse Serra. Segundo ele, a Petrobras alega que esse é um contrato com a Bolívia. "O contrato é muito ruim. Não devia ter sido feito assim, nem renovado", criticou.

Segundo informou a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, o aumento será para os segmentos industrial, comercial e veicular. Para o GNV (Gás Natural Veicular), o incremento foi de 22,17%.



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Serra culpa Petrobras por reajuste de gás natural em SP


24/12/2008 | 07:00


O governador de São Paulo, José Serra, criticou o anúncio de reajuste extraordinário de gás natural cobrado pela Comgás e culpou a Petrobras pelo aumento das tarifas.

Para ele, a decisão dificulta a situação do setor industrial e não contribui no combate aos efeitos da crise financeira internacional. "Não ajuda a enfrentar a crise, pelo contrário, pode provocar mais desemprego, dificuldades para as empresas e também aumento da inflação", afirmou Serra.

Segundo o governador, o reajuste do gás atua como uma forma de pressão de alta sobre os preços. "Aí, depois vem o Banco Central e diz que não pode baixar os juros porque a inflação subiu ou a inflação não caiu", disse.

Ele afirmou que a Petrobras cobra pelo gás boliviano a partir de um preço correspondente a US$ 110 o barril do petróleo. "O barril do petróleo hoje custa menos de US$ 40 e a Petrobras continua cobrando US$ 110", disse Serra. Segundo ele, a Petrobras alega que esse é um contrato com a Bolívia. "O contrato é muito ruim. Não devia ter sido feito assim, nem renovado", criticou.

Segundo informou a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, o aumento será para os segmentos industrial, comercial e veicular. Para o GNV (Gás Natural Veicular), o incremento foi de 22,17%.

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