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Prefeitura pede saída de 30 famílias de parte pública de terreno ocupado

Mauá dá prazo de 24 horas para ocupantes deixarem área no bairro São Jorge


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

16/04/2014 | 07:00


A Prefeitura de Mauá notificou ontem à tarde famílias que ocupam pequena parte do terreno localizado na Rua Senhor Antonio Pereira, no bairro São Jorge, para que deixem o local no prazo de 24 horas. Elas estão em porção da área que é pública. Além disso, parcelas do espaço são APPs (Áreas de Proteção Permanente) e, por isso, precisam ser preservadas.

Desde o fim da semana passada, moradores da região invadiram o local e ergueram ali seus barracos. Com dificuldades de pagar aluguel e sustentar a família, essas pessoas viram no terreno – há anos desocupado – a oportunidade de realizar o sonho da casa própria.

Segundo a Prefeitura, o trecho que pertence ao município tem aproximadamente 2.000 m², ocupados no momento por cerca de 30 famílias. Elas receberam notificação oficial informando que devem deixar a área em até 24 horas. Transcorrido o período, a administração pode tomar medidas jurídicas cabíveis.

No Jardim Camila, famílias também se apropriaram de um terreno, mas este é integralmente particular.

Na segunda-feira, integrantes do Executivo mauaense receberam comissão de representantes dos moradores que estão em ambas as áreas. Dúvidas sobre as condições para eventual inserção das famílias em programas sociais, sejam municipais, estaduais ou federais, foram esclarecidas no encontro.

Quem invadiu os locais faz questão de frisar o desejo de negociar a compra da área. “Queremos adquirir o terreno, fazer tudo de maneira legal. Não vamos formar favela, mas sim construir moradia digna”, enfatizou uma mulher que se identificou como Joana e ocupa um lote no bairro São Jorge.



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Prefeitura pede saída de 30 famílias de parte pública de terreno ocupado

Mauá dá prazo de 24 horas para ocupantes deixarem área no bairro São Jorge

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

16/04/2014 | 07:00


A Prefeitura de Mauá notificou ontem à tarde famílias que ocupam pequena parte do terreno localizado na Rua Senhor Antonio Pereira, no bairro São Jorge, para que deixem o local no prazo de 24 horas. Elas estão em porção da área que é pública. Além disso, parcelas do espaço são APPs (Áreas de Proteção Permanente) e, por isso, precisam ser preservadas.

Desde o fim da semana passada, moradores da região invadiram o local e ergueram ali seus barracos. Com dificuldades de pagar aluguel e sustentar a família, essas pessoas viram no terreno – há anos desocupado – a oportunidade de realizar o sonho da casa própria.

Segundo a Prefeitura, o trecho que pertence ao município tem aproximadamente 2.000 m², ocupados no momento por cerca de 30 famílias. Elas receberam notificação oficial informando que devem deixar a área em até 24 horas. Transcorrido o período, a administração pode tomar medidas jurídicas cabíveis.

No Jardim Camila, famílias também se apropriaram de um terreno, mas este é integralmente particular.

Na segunda-feira, integrantes do Executivo mauaense receberam comissão de representantes dos moradores que estão em ambas as áreas. Dúvidas sobre as condições para eventual inserção das famílias em programas sociais, sejam municipais, estaduais ou federais, foram esclarecidas no encontro.

Quem invadiu os locais faz questão de frisar o desejo de negociar a compra da área. “Queremos adquirir o terreno, fazer tudo de maneira legal. Não vamos formar favela, mas sim construir moradia digna”, enfatizou uma mulher que se identificou como Joana e ocupa um lote no bairro São Jorge.

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