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Zagueiro do Olimpia diz que foi 'vitória do coração'


Do Diário OnLine

01/08/2002 | 03:58


O zagueiro Zelaya destacou que a vitória do Olimpia na final da Copa Libertadores da América de 2002 foi uma prova de raça e superação, de uma equipe desacreditada e vivendo um momento de crise. "Provamos que com o coração se pode conquistar muitas coisas", discursou o defensor após a conquista.

Outro desacreditado que comemorou muito o título foi o técnico argentino Nery Alberto Pumpido. Depois de sofrer críticas no Paraguai pela derrota frente ao São Caetano, no jogo de ida, o jogador foi erguido pelos atletas e considerado como um grande herói na façanha. "Está tudo ótimo, maravilhoso", limitou-se a dizer Pumpido para os repórteres brasileiros que o abordaram no campo.

Pumpido igualou uma façanha conquistada apenas por dois jogadores na história da Libertadores: ser campeão do torneio como jogador e técnico. O argentino foi o goleiro do River Plate campeão da competição em 1986 (e técnico do Olimpia hoje). Além dele, o argentino Humberto Maschio (jogador do Racing Club em 66 e técnico do Indepediente em 73) e o uruguaio Luis Cubilla (campeão com Peñarol, em 60 e 61, e Nacional, em 71, como jogador e bicampeão com o Olimpia, em 79 e 90, como treinador).



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