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Sindicato consegue agendar reunião com reitoria da FSA

Professores tentam cancelar decisão unilateral que reduz jornada de trabalho e vencimentos


Bia Moço
Especial para o Diário

21/04/2018 | 07:00


O Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do ABC) conseguiu agendar reunião com a reitoria da FSA (Fundação Santo André), no dia 26, para discutir as mudanças impostas por meio de resolução assinada na segunda-feira que altera os contratos de trabalho de docentes que atuam em RTI (Regime de Tempo Integral). Assinado pelo reitor Francisco José Santos Milreu, o documento – considerado ilegal pelo sindicato e especialistas – reduz a carga horária dos docentes e, consequentemente, o salário. Os profissionais cogitam entrar na Justiça contra o centro universitário.

A tentativa de cancelar a decisão unilateral por parte da reitoria e aprovada no conselho diretor da FSA ocorrerá após mais de uma semana de tentativa de diálogo por parte do sindicato. A estimativa do Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do ABC) é a de que pelo menos 25 professores sejam prejudicados pela mudança contratual.

A decisão, chancelada pelo conselho diretor da instituição de ensino, foi anunciada sob a justificativa de que a FSA vive grave crise financeira. Os docentes em RTI têm contrato de trabalho de 40 horas semanais, são mensalistas e desenvolvem projetos de pesquisa e extensão na FSA. A partir do novo modelo imposto pela reitoria, os professores passarão a ter remuneração conforme as horas trabalhadas.

POLÊMICAS

À frente da Fundação desde o dia 2 de abril, Milreu já coleciona polêmicas. O docente é o principal investigado em pente-fino que apura a contratação de funcionários sem concurso público. Há dois meses, ele admitiu ao Diário que não ingressou na FSA via concurso público, o que é proibido por lei.

Termina no dia 28 o prazo dado à comissão que investiga 450 contratos de trabalho da FSA para apresentação dos resultados.



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Sindicato consegue agendar reunião com reitoria da FSA

Professores tentam cancelar decisão unilateral que reduz jornada de trabalho e vencimentos

Bia Moço
Especial para o Diário

21/04/2018 | 07:00


O Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do ABC) conseguiu agendar reunião com a reitoria da FSA (Fundação Santo André), no dia 26, para discutir as mudanças impostas por meio de resolução assinada na segunda-feira que altera os contratos de trabalho de docentes que atuam em RTI (Regime de Tempo Integral). Assinado pelo reitor Francisco José Santos Milreu, o documento – considerado ilegal pelo sindicato e especialistas – reduz a carga horária dos docentes e, consequentemente, o salário. Os profissionais cogitam entrar na Justiça contra o centro universitário.

A tentativa de cancelar a decisão unilateral por parte da reitoria e aprovada no conselho diretor da FSA ocorrerá após mais de uma semana de tentativa de diálogo por parte do sindicato. A estimativa do Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do ABC) é a de que pelo menos 25 professores sejam prejudicados pela mudança contratual.

A decisão, chancelada pelo conselho diretor da instituição de ensino, foi anunciada sob a justificativa de que a FSA vive grave crise financeira. Os docentes em RTI têm contrato de trabalho de 40 horas semanais, são mensalistas e desenvolvem projetos de pesquisa e extensão na FSA. A partir do novo modelo imposto pela reitoria, os professores passarão a ter remuneração conforme as horas trabalhadas.

POLÊMICAS

À frente da Fundação desde o dia 2 de abril, Milreu já coleciona polêmicas. O docente é o principal investigado em pente-fino que apura a contratação de funcionários sem concurso público. Há dois meses, ele admitiu ao Diário que não ingressou na FSA via concurso público, o que é proibido por lei.

Termina no dia 28 o prazo dado à comissão que investiga 450 contratos de trabalho da FSA para apresentação dos resultados.

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