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Região pretende investir R$ 730 milhões em Educação


Teresa Pimenta
Do Diário do Grande ABC

15/11/2005 | 08:14


O total de recursos previstos para Educação em 2006 nas sete cidades é de cerca de R$ 730 milhões. São Caetano, que possui o melhor índice de alfabetização da região (99,9%), aumentou em 30,32% o valor de investimentos, passando de R$ 62,160 milhões, neste ano, para R$ 81,005 milhões. Após dois anos construindo novas salas de aula, Santo André prevê apenas a inauguração de um Cesa (Centro Educacional de Santo André) para 2006. Mauá e Ribeirão Pires têm como meta aumentar a oferta de vagas, enquanto Diadema subiu o valor destinado à Educação, mas continuará sem respeitar a meta fixada por emenda constitucional para investimentos no setor.

Em Santo André, a verba para Educação diminuiu R$ 3 milhões. Serão R$ 121 milhões, contra R$ 124 milhões neste ano. A proposta da Prefeitura é manter a rede e inaugurar uma parte da Epac (Escola Parque Arte e Ciência) – obra que foi prometida para este ano – e um Cesa no Jardim Santo André.

A Prefeitura de São Bernardo investirá R$ 387 milhões em Educação. O trabalho nas 227 escolas, com cerca de 4.500 educadores, é elogiado pelo Sindiserv (Sindicato dos Servidores Públicos de São Bernardo). A única cobrança é a efetivação de um plano de carreira para os professores.

Apesar do crescimento no investimento em Educação, a Prefeitura de Diadema não deverá atingir no próximo ano a meta de aplicação recomendada pela Emenda Constitucional 14, que determina, além dos 25% destinados para o setor, 15% no ensino fundamental e 10% na educação infantil. Na peça orçamentária, Diadema investirá R$ 35,4 milhões no ensino fundamental, o equivalente a 11,76% da receita de impostos. As contas de 2001 da Prefeitura foram rejeitadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), justamente por conta da não-aplicação dos 25% do Orçamento em Educação.

Em Mauá, que terá R$ 48,4 milhões do Orçamento para Educação, a principal preocupação é construir salas para reduzir o déficit educacional do município, dividido igualmente entre as cerca de 3,5 mil crianças fora das creches e outras 3,5 mil sem acesso à educação infantil. Apesar do Orçamento de 2005 prever R$ 64,3 milhões para a Pasta, a aparente redução explica-se por conta do desmembramento da Pasta de Educação e Cultura da de Esportes e Lazer, como acontece em Diadema.

Construção de escolas também está nos planos de Ribeirão Pires, que destinará R$ 20 milhões a Educação e Cultura em 2006. Além de creches e escolas de ensino infantil, o município espera implementar um plano cultural para os próximos 15 anos, que abrangerá teatro, dança e música erudita. Também está prevista a ampliação da Biblioteca e do Teatro municipais.

Em Rio Grande da Serra, dados da Secretaria de Educação apontam como meta em 2006 a construção do Ceief (Centro Educacional Integrado de Ensino Fundamental), por meio de parceria com o governo do Estado. O custo da obra, entre compra de terreno e construção, é de R$ 460 mil. O Ceief terá salas de estudos, biblioteca e saguão para apresentações. O restante – R$ 1 milhão –, será implantado na manutenção de Emeis (Escola Municipal de Ensino Infantil) e creches.



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Região pretende investir R$ 730 milhões em Educação

Teresa Pimenta
Do Diário do Grande ABC

15/11/2005 | 08:14


O total de recursos previstos para Educação em 2006 nas sete cidades é de cerca de R$ 730 milhões. São Caetano, que possui o melhor índice de alfabetização da região (99,9%), aumentou em 30,32% o valor de investimentos, passando de R$ 62,160 milhões, neste ano, para R$ 81,005 milhões. Após dois anos construindo novas salas de aula, Santo André prevê apenas a inauguração de um Cesa (Centro Educacional de Santo André) para 2006. Mauá e Ribeirão Pires têm como meta aumentar a oferta de vagas, enquanto Diadema subiu o valor destinado à Educação, mas continuará sem respeitar a meta fixada por emenda constitucional para investimentos no setor.

Em Santo André, a verba para Educação diminuiu R$ 3 milhões. Serão R$ 121 milhões, contra R$ 124 milhões neste ano. A proposta da Prefeitura é manter a rede e inaugurar uma parte da Epac (Escola Parque Arte e Ciência) – obra que foi prometida para este ano – e um Cesa no Jardim Santo André.

A Prefeitura de São Bernardo investirá R$ 387 milhões em Educação. O trabalho nas 227 escolas, com cerca de 4.500 educadores, é elogiado pelo Sindiserv (Sindicato dos Servidores Públicos de São Bernardo). A única cobrança é a efetivação de um plano de carreira para os professores.

Apesar do crescimento no investimento em Educação, a Prefeitura de Diadema não deverá atingir no próximo ano a meta de aplicação recomendada pela Emenda Constitucional 14, que determina, além dos 25% destinados para o setor, 15% no ensino fundamental e 10% na educação infantil. Na peça orçamentária, Diadema investirá R$ 35,4 milhões no ensino fundamental, o equivalente a 11,76% da receita de impostos. As contas de 2001 da Prefeitura foram rejeitadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), justamente por conta da não-aplicação dos 25% do Orçamento em Educação.

Em Mauá, que terá R$ 48,4 milhões do Orçamento para Educação, a principal preocupação é construir salas para reduzir o déficit educacional do município, dividido igualmente entre as cerca de 3,5 mil crianças fora das creches e outras 3,5 mil sem acesso à educação infantil. Apesar do Orçamento de 2005 prever R$ 64,3 milhões para a Pasta, a aparente redução explica-se por conta do desmembramento da Pasta de Educação e Cultura da de Esportes e Lazer, como acontece em Diadema.

Construção de escolas também está nos planos de Ribeirão Pires, que destinará R$ 20 milhões a Educação e Cultura em 2006. Além de creches e escolas de ensino infantil, o município espera implementar um plano cultural para os próximos 15 anos, que abrangerá teatro, dança e música erudita. Também está prevista a ampliação da Biblioteca e do Teatro municipais.

Em Rio Grande da Serra, dados da Secretaria de Educação apontam como meta em 2006 a construção do Ceief (Centro Educacional Integrado de Ensino Fundamental), por meio de parceria com o governo do Estado. O custo da obra, entre compra de terreno e construção, é de R$ 460 mil. O Ceief terá salas de estudos, biblioteca e saguão para apresentações. O restante – R$ 1 milhão –, será implantado na manutenção de Emeis (Escola Municipal de Ensino Infantil) e creches.

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