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Clóvis Volpi pede verba a Estado para hospital de campanha

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Ribeirão diz que falta de equipamento em cidades vizinhas tem sobrecarregado unidade


Junior Carvalho
Diário do Grande ABC

20/02/2021 | 04:37


O prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), pediu ajuda do governo do Estado para manter e custear o hospital de campanha da cidade erguido para atender pacientes com Covid-19. O apelo de Volpi é para que o Palácio dos Bandeirantes também auxilie cidades vizinhas, já que a falta de hospitais de campanha em municípios limítrofes tem sobrecarregado a unidade de Ribeirão.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Volpi explicitou a situação. “Nós prorrogamos o contrato do hospital de campanha e ele vai terminar agora em 28 de fevereiro e teremos alguns problemas pela frente. Hoje nosso hospital está totalmente tomado por pessoas que tem sintomas de Covid – algumas até em estado avançado e um pouco grave, que serão deslocadas para outras cidades através do uso de UTI. Mas eu queria lembrar todos os munícipes que, pelo fato de Mauá não ter hospital de campanha e pelas outras cidades estarem com suas unidades também lotadas, nós ainda estamos atendendo o pessoal de Suzano e Rio Grande da Serra, que não têm hospital de campanha, e um pouco dos munícipes de Mauá que estão nas nossas divisas”, informou o prefeito. “Estamos atendendo praticamente uma microrregião, o que tem nos acarretado alguns problemas”, emendou.

De acordo com a Prefeitura, das 268 internações no hospital de campanha da cidade nos últimos três meses, 63 pacientes (23,5%) são oriundos de outras cidades. Atualmente, dos 27 internados, 12 são de Mauá, Rio Grande da Serra, Diadema e Suzano. A unidade conta com 41 leitos e o custo do equipamento chega a R$ 1 milhão por mês, com despesas com pessoal, estrutura e insumos.

O Diário apurou que, em conversa com o prefeito de Mauá, Marcelo Oliveira (PT), Volpi teria ouvido que o governo do petista ainda não decidiu se vai erguer seu próprio hospital de campanha novamente, como no início da pandemia. O impasse se dá porque, no ano passado, o hoje prefeito era vereador oposicionista e explorou politicamente as polêmicas envolvendo suposto superfaturamento nos contratos do hospital de campanha montado pelo governo do então prefeito Atila Jacomussi (PT) – a estrutura foi desmontada em agosto.

Ainda na tarde de ontem, o deputado estadual Thiago Auricchio (PL), que tem base na região, pleiteou ao Palácio dos Bandeirantes a liberação de R$ 3 milhões para o hospital de campanha de Ribeirão. “Estive em contato com o prefeito Clóvis, que pediu a minha interlocução com o Estado para que a gente possa garantir o funcionamento e atendimento de qualidade do hospital de campanha de Ribeirão Pires. Desde o início da manhã (de ontem) estou em conversa com o Estado para tratar desse tema. Estamos numa fase acentuada da pandemia e não podemos deixar que o hospital de campanha pare de funcionar ou não consiga atender com excelência. A ideia é garantir que o hospital funcione pelos próximos três meses pelo menos”, disse o parlamentar. 



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Clóvis Volpi pede verba a Estado para hospital de campanha

Prefeito de Ribeirão diz que falta de equipamento em cidades vizinhas tem sobrecarregado unidade

Junior Carvalho
Diário do Grande ABC

20/02/2021 | 04:37


O prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PL), pediu ajuda do governo do Estado para manter e custear o hospital de campanha da cidade erguido para atender pacientes com Covid-19. O apelo de Volpi é para que o Palácio dos Bandeirantes também auxilie cidades vizinhas, já que a falta de hospitais de campanha em municípios limítrofes tem sobrecarregado a unidade de Ribeirão.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Volpi explicitou a situação. “Nós prorrogamos o contrato do hospital de campanha e ele vai terminar agora em 28 de fevereiro e teremos alguns problemas pela frente. Hoje nosso hospital está totalmente tomado por pessoas que tem sintomas de Covid – algumas até em estado avançado e um pouco grave, que serão deslocadas para outras cidades através do uso de UTI. Mas eu queria lembrar todos os munícipes que, pelo fato de Mauá não ter hospital de campanha e pelas outras cidades estarem com suas unidades também lotadas, nós ainda estamos atendendo o pessoal de Suzano e Rio Grande da Serra, que não têm hospital de campanha, e um pouco dos munícipes de Mauá que estão nas nossas divisas”, informou o prefeito. “Estamos atendendo praticamente uma microrregião, o que tem nos acarretado alguns problemas”, emendou.

De acordo com a Prefeitura, das 268 internações no hospital de campanha da cidade nos últimos três meses, 63 pacientes (23,5%) são oriundos de outras cidades. Atualmente, dos 27 internados, 12 são de Mauá, Rio Grande da Serra, Diadema e Suzano. A unidade conta com 41 leitos e o custo do equipamento chega a R$ 1 milhão por mês, com despesas com pessoal, estrutura e insumos.

O Diário apurou que, em conversa com o prefeito de Mauá, Marcelo Oliveira (PT), Volpi teria ouvido que o governo do petista ainda não decidiu se vai erguer seu próprio hospital de campanha novamente, como no início da pandemia. O impasse se dá porque, no ano passado, o hoje prefeito era vereador oposicionista e explorou politicamente as polêmicas envolvendo suposto superfaturamento nos contratos do hospital de campanha montado pelo governo do então prefeito Atila Jacomussi (PT) – a estrutura foi desmontada em agosto.

Ainda na tarde de ontem, o deputado estadual Thiago Auricchio (PL), que tem base na região, pleiteou ao Palácio dos Bandeirantes a liberação de R$ 3 milhões para o hospital de campanha de Ribeirão. “Estive em contato com o prefeito Clóvis, que pediu a minha interlocução com o Estado para que a gente possa garantir o funcionamento e atendimento de qualidade do hospital de campanha de Ribeirão Pires. Desde o início da manhã (de ontem) estou em conversa com o Estado para tratar desse tema. Estamos numa fase acentuada da pandemia e não podemos deixar que o hospital de campanha pare de funcionar ou não consiga atender com excelência. A ideia é garantir que o hospital funcione pelos próximos três meses pelo menos”, disse o parlamentar. 

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