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Inelegível, Vaguinho fica de fora do pleito e apoia Filippi

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Segundo colocado em 2016, ex-vereador não conseguiu reverter punição e sequer indicar vice do PT


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

22/09/2020 | 00:01


Segundo colocado na disputa pelo Paço de Diadema na eleição de 2016, o ex-vereador Vaguinho do Conselho (SD) está oficialmente de fora do pleito de novembro, pela primeira vez em 16 anos. Inelegível, o ex-parlamentar perdeu a disputa pela vaga de vice do PT, que será encabeçada pelo ex-prefeito José de Filippi Júnior.

Vaguinho vinha costurando a indicação para ser o número dois na chapa petista, mas viu seu recurso contra a inelegibilidade estacionar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A intenção da defesa do ex-prefeiturável era a de bancar sua participação no pleito sob força de liminar, mas os petistas temiam que eventual insegurança jurídica da chapa contaminasse politicamente o projeto pró-Filippi. Acabaram optando por chapa pura e oficializou a candidatura do ex-prefeito com a petista Patrícia Ferreira como vice.

Apesar de ficar de fora da chapa, Vaguinho manteve a aliança com o petismo e, inclusive, participou da convenção do PT. “Precisamos tirar a cidade das mãos de quem não tem responsabilidade, de quem não conhece os núcleos habitacionais, que não tem trabalho voltado para a cidade”, discursou o ex-prefeiturável durante a convenção petista.

Alçado à política após atuar como conselheiro tutelar, Vaguinho foi eleito pela primeira vez em 2004, pelo PSB. Foi reeleito em 2008 e atingiu a marca de segundo parlamentar mais bem votado da cidade (recebeu 5.512 votos). Na eleição seguinte, conquistou o terceiro mandato e, com 6.043 votos, novamente ficou entre os três vereadores mais votados. Em 2016, trocou o PSB pelo Republicanos (ex-PRB) para abrigar candidatura ao Paço. Com o apoio do PT e do próprio Filippi, disputou o segundo turno contra o prefeito Lauro Michels (PV) – o verde levou aquela disputa.

E foi justamente atos cometidos no último pleito que deixaram Vaguinho de fora da corrida deste ano. O ex-parlamentar foi condenado pela Justiça Eleitoral de Diadema e pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) por abusos de poder econômico e religioso.

Internamente, especulava-se que Vaguinho apostaria na candidatura do filho, Gustavo Feitoza (PSB), a vereador, mas o Diário apurou que o rapaz não está na lista de candidatos do partido para a disputa por vaga na Câmara. Procurado, Vaguinho não retornou aos contatos do Diário para comentar o assunto.  



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Inelegível, Vaguinho fica de fora do pleito e apoia Filippi

Segundo colocado em 2016, ex-vereador não conseguiu reverter punição e sequer indicar vice do PT

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

22/09/2020 | 00:01


Segundo colocado na disputa pelo Paço de Diadema na eleição de 2016, o ex-vereador Vaguinho do Conselho (SD) está oficialmente de fora do pleito de novembro, pela primeira vez em 16 anos. Inelegível, o ex-parlamentar perdeu a disputa pela vaga de vice do PT, que será encabeçada pelo ex-prefeito José de Filippi Júnior.

Vaguinho vinha costurando a indicação para ser o número dois na chapa petista, mas viu seu recurso contra a inelegibilidade estacionar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A intenção da defesa do ex-prefeiturável era a de bancar sua participação no pleito sob força de liminar, mas os petistas temiam que eventual insegurança jurídica da chapa contaminasse politicamente o projeto pró-Filippi. Acabaram optando por chapa pura e oficializou a candidatura do ex-prefeito com a petista Patrícia Ferreira como vice.

Apesar de ficar de fora da chapa, Vaguinho manteve a aliança com o petismo e, inclusive, participou da convenção do PT. “Precisamos tirar a cidade das mãos de quem não tem responsabilidade, de quem não conhece os núcleos habitacionais, que não tem trabalho voltado para a cidade”, discursou o ex-prefeiturável durante a convenção petista.

Alçado à política após atuar como conselheiro tutelar, Vaguinho foi eleito pela primeira vez em 2004, pelo PSB. Foi reeleito em 2008 e atingiu a marca de segundo parlamentar mais bem votado da cidade (recebeu 5.512 votos). Na eleição seguinte, conquistou o terceiro mandato e, com 6.043 votos, novamente ficou entre os três vereadores mais votados. Em 2016, trocou o PSB pelo Republicanos (ex-PRB) para abrigar candidatura ao Paço. Com o apoio do PT e do próprio Filippi, disputou o segundo turno contra o prefeito Lauro Michels (PV) – o verde levou aquela disputa.

E foi justamente atos cometidos no último pleito que deixaram Vaguinho de fora da corrida deste ano. O ex-parlamentar foi condenado pela Justiça Eleitoral de Diadema e pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) por abusos de poder econômico e religioso.

Internamente, especulava-se que Vaguinho apostaria na candidatura do filho, Gustavo Feitoza (PSB), a vereador, mas o Diário apurou que o rapaz não está na lista de candidatos do partido para a disputa por vaga na Câmara. Procurado, Vaguinho não retornou aos contatos do Diário para comentar o assunto.  

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