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Delegado abre inquérito para apurar ação da Eletropaulo


Artur Rodrigues e
Leandro Calixto
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 07:56


O delegado assistente da Seccional de Diadema, Mitiaki Yamamoto, afirmou que a polícia vai investigar o caso do aposentado Ivo Falcão de Melo, 62 anos, que sofreu um enfarte na noite de segunda-feira, após discutir com funcionários da Eletropaulo, que estariam no local à procura de irregularidades em linhas de energia.

O aposentado, segundo testemunhas, teria sido humilhado pelos funcionários da empresa e, nervoso, sofreu um ataque cardíaco. Melo continuava internado em estado grave na UTI do Hospital Municipal de Diadema até esta terça à noite.

"Se for verdade que os funcionários da Eletropaulo entraram na casa do aposentado sem autorização, cometeram grande irregularidade. Eles teriam de fazer uma perícia e avisar a polícia se realmente houve furto de energia”, explicou o delegado, que já abriu inquérito para apurar o caso.

Antes de ser hospitalizado, o aposentado afirmou que nunca havia sido humilhado em toda sua vida como na noite de segunda. Como não sabe ler, ele teria assinado um papel que autorizava a entrada dos técnicos em sua residência. “Só sei escrever o meu nome, que me ensinaram aqui em casa”, disse na noite da confusão. A atitude dos técnicos revoltou os moradores do bairro.

Em nota oficial, a assessoria de imprensa da Eletropaulo alega que a discussão foi provocada por causa de representantes de movimentos populares da região, que teriam chegado no local e começado a instigar os moradores e vizinhos contra os funcionários da empresa, criando uma situação tensa no local.

Na mesma nota, a Eletropoaulo afirma que a polícia foi chamada e lavrou um boletim de ocorrência. Após a lavratura do termo, os funcionários da empresa teriam deixado o local. A empresa afirma que ficou sabendo do quadro clínico do morador somente por meio da reportagem desta terça. Em atenção ao cliente, a empresa teria entrado em contato com o Hospital Municipal de Diadema e foi informada de que o morador é cardiopata e foi internado com crise hipertensa. A empresa nega que seus funcionários entraram no local sem autorização.


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Delegado abre inquérito para apurar ação da Eletropaulo

Artur Rodrigues e
Leandro Calixto
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 07:56


O delegado assistente da Seccional de Diadema, Mitiaki Yamamoto, afirmou que a polícia vai investigar o caso do aposentado Ivo Falcão de Melo, 62 anos, que sofreu um enfarte na noite de segunda-feira, após discutir com funcionários da Eletropaulo, que estariam no local à procura de irregularidades em linhas de energia.

O aposentado, segundo testemunhas, teria sido humilhado pelos funcionários da empresa e, nervoso, sofreu um ataque cardíaco. Melo continuava internado em estado grave na UTI do Hospital Municipal de Diadema até esta terça à noite.

"Se for verdade que os funcionários da Eletropaulo entraram na casa do aposentado sem autorização, cometeram grande irregularidade. Eles teriam de fazer uma perícia e avisar a polícia se realmente houve furto de energia”, explicou o delegado, que já abriu inquérito para apurar o caso.

Antes de ser hospitalizado, o aposentado afirmou que nunca havia sido humilhado em toda sua vida como na noite de segunda. Como não sabe ler, ele teria assinado um papel que autorizava a entrada dos técnicos em sua residência. “Só sei escrever o meu nome, que me ensinaram aqui em casa”, disse na noite da confusão. A atitude dos técnicos revoltou os moradores do bairro.

Em nota oficial, a assessoria de imprensa da Eletropaulo alega que a discussão foi provocada por causa de representantes de movimentos populares da região, que teriam chegado no local e começado a instigar os moradores e vizinhos contra os funcionários da empresa, criando uma situação tensa no local.

Na mesma nota, a Eletropoaulo afirma que a polícia foi chamada e lavrou um boletim de ocorrência. Após a lavratura do termo, os funcionários da empresa teriam deixado o local. A empresa afirma que ficou sabendo do quadro clínico do morador somente por meio da reportagem desta terça. Em atenção ao cliente, a empresa teria entrado em contato com o Hospital Municipal de Diadema e foi informada de que o morador é cardiopata e foi internado com crise hipertensa. A empresa nega que seus funcionários entraram no local sem autorização.

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