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Entidade mobiliza trabalhadores de lotéricas em campanha salarial


Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 08:26


Representantes da Feacc (Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo) estiveram nesta terça em Santo André, São Bernardo e São Caetano para realizar manifestação em frente de casas lotéricas da região. O objetivo foi reivindicar melhores salários e condições de trabalho para a categoria. Segundo a entidade, no Grande ABC existem 140 casas lotéricas em que trabalham cerca de 700 funcionários.

Os funcionários de casas lotéricas estão em campanha salarial – a data-base é em 1º de maio. O piso salarial para 44 horas semanais em empresas com até cinco empregados é de R$ 364,7; com mais de cinco empregados, R$ 418,76. De acordo com Lourival Figueiredo Melo, presidente da Feaac, o sindicato patronal fez proposta de reajuste de 8% e ofereceu cesta básica de R$ 40. “Entretanto, temos de abrir mão do vale-refeição de R$ 176, benefício determinado pelo TRT da 2ªregião de São Paulo.”

Luiz Carlos Peralta, presidente do Sincoesp (Sindicato dos Lotéricos do Estado de São Paulo), afirmou que pediu efeito suspensivo da reivindicação do vale-refeição, o que foi negado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). “Estamos recorrendo.” Peralta diz que desde 1994 os preços das apostas estão congelados – com exceção do aumento de 50% da Mega Sena em 2003 –, e que as tarifas de correspondentes bancários são as mesmas desde 2001. “Oferecemos o que é possível pagar.” A Caixa Econômica Federal é o agente autorizado pelo governo para a concessão de permissão lotérica.

Melo frisou que a categoria reivindica mais segurança e que enviou ofício a Jorge Mattoso, presidente da CEF, para propor a discussão dos problemas, mas não obteve resposta. A CEF informou o Diário, por meio de nota, que conversou diversas vezes com Melo e que foi explicado que não é possível interferir na relação de trabalho entre empregados de unidades lotéricas e seus patrões.



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Entidade mobiliza trabalhadores de lotéricas em campanha salarial

Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 08:26


Representantes da Feacc (Federação dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio do Estado de São Paulo) estiveram nesta terça em Santo André, São Bernardo e São Caetano para realizar manifestação em frente de casas lotéricas da região. O objetivo foi reivindicar melhores salários e condições de trabalho para a categoria. Segundo a entidade, no Grande ABC existem 140 casas lotéricas em que trabalham cerca de 700 funcionários.

Os funcionários de casas lotéricas estão em campanha salarial – a data-base é em 1º de maio. O piso salarial para 44 horas semanais em empresas com até cinco empregados é de R$ 364,7; com mais de cinco empregados, R$ 418,76. De acordo com Lourival Figueiredo Melo, presidente da Feaac, o sindicato patronal fez proposta de reajuste de 8% e ofereceu cesta básica de R$ 40. “Entretanto, temos de abrir mão do vale-refeição de R$ 176, benefício determinado pelo TRT da 2ªregião de São Paulo.”

Luiz Carlos Peralta, presidente do Sincoesp (Sindicato dos Lotéricos do Estado de São Paulo), afirmou que pediu efeito suspensivo da reivindicação do vale-refeição, o que foi negado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). “Estamos recorrendo.” Peralta diz que desde 1994 os preços das apostas estão congelados – com exceção do aumento de 50% da Mega Sena em 2003 –, e que as tarifas de correspondentes bancários são as mesmas desde 2001. “Oferecemos o que é possível pagar.” A Caixa Econômica Federal é o agente autorizado pelo governo para a concessão de permissão lotérica.

Melo frisou que a categoria reivindica mais segurança e que enviou ofício a Jorge Mattoso, presidente da CEF, para propor a discussão dos problemas, mas não obteve resposta. A CEF informou o Diário, por meio de nota, que conversou diversas vezes com Melo e que foi explicado que não é possível interferir na relação de trabalho entre empregados de unidades lotéricas e seus patrões.

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