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Smart card começa a ser vendido em Sto.André


Leandro Calixto
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 07:57


Os usuários do transporte coletivo de Santo André poderão adquirir a partir desta quarta o smart card – cartão eletrônico que dispensa a inserção na leitora para o débito do valor da passagem, bastando apenas a aproximação na catraca.

Na prática, este novo sistema vai tornar mais rápido o embarque dos passageiros de Santo André. Outra vantagem do smart card é que caso o cartão seja furtado, o usuário terá o seu bilhete ressarcido. Mas para isso, terá que comprovar o furto, através de um boletim de ocorrência feito na delegacia.

No princípio, o novo sistema vai ser comercializado somente pela Aesa (Associação das Empresas de Transporte Coletivo de Santo André). O cartão terá várias unidades. O mais barato custa R$ 10 e terá validade de até cinco viagens. Já quem quiser comprar um cartão com até 150 viagens (máximo), pagará R$ 300.

“É um sistema de tecnologia de ponta e altamente seguro. O processo vai ficar mais rápido e eficiente. Com o tempo, os usuários irão perceber a facilidade do sistema, adotado nos grandes centros do mundo”, explica o diretor da Aesa, Luiz Marcondes.

Aproximadamente 120 mil pessoas utilizam diariamente o transporte coletivo de Santo André. O diretor da Aesa acredita que a adesão dos usuários vai crescer assim que o programa for divulgado e propagado pelos próprios passageiros.

A sede da Aesa fica na avenida industrial, 600, conjunto 1C, no Centro Empresarial do ABC Plaza Shopping, no bairro Campestre. Existe um projeto de abertura de novos postos na cidade para facilitar a compra do usuário.

Sobre o projeto do cartão integrado em Santo André, o diretor da Aesa disse que ainda está em fase de estudo. O programa deve ser implantado até o final do ano. Mas o diretor Luiz Marcondes defende a tese de que o cartão não seja cobrado no mesmo valor de São Paulo. Na capital, o usuário paga R$ 2 e pode circular com o mesmo bilhete por duas horas.

“A realidade de São Paulo é outra. Aqui em Santo André, em duas horas o passageiro pode rodar toda cidade. Por isso, não podemos comparar com a capital. Isto terá que ser bem avaliado quando for implantado”, explica o diretor Luiz Marcondes. A implantação do programa em Santo André está a cargo da Prefeitura.


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Smart card começa a ser vendido em Sto.André

Leandro Calixto
Do Diário do Grande ABC

15/06/2005 | 07:57


Os usuários do transporte coletivo de Santo André poderão adquirir a partir desta quarta o smart card – cartão eletrônico que dispensa a inserção na leitora para o débito do valor da passagem, bastando apenas a aproximação na catraca.

Na prática, este novo sistema vai tornar mais rápido o embarque dos passageiros de Santo André. Outra vantagem do smart card é que caso o cartão seja furtado, o usuário terá o seu bilhete ressarcido. Mas para isso, terá que comprovar o furto, através de um boletim de ocorrência feito na delegacia.

No princípio, o novo sistema vai ser comercializado somente pela Aesa (Associação das Empresas de Transporte Coletivo de Santo André). O cartão terá várias unidades. O mais barato custa R$ 10 e terá validade de até cinco viagens. Já quem quiser comprar um cartão com até 150 viagens (máximo), pagará R$ 300.

“É um sistema de tecnologia de ponta e altamente seguro. O processo vai ficar mais rápido e eficiente. Com o tempo, os usuários irão perceber a facilidade do sistema, adotado nos grandes centros do mundo”, explica o diretor da Aesa, Luiz Marcondes.

Aproximadamente 120 mil pessoas utilizam diariamente o transporte coletivo de Santo André. O diretor da Aesa acredita que a adesão dos usuários vai crescer assim que o programa for divulgado e propagado pelos próprios passageiros.

A sede da Aesa fica na avenida industrial, 600, conjunto 1C, no Centro Empresarial do ABC Plaza Shopping, no bairro Campestre. Existe um projeto de abertura de novos postos na cidade para facilitar a compra do usuário.

Sobre o projeto do cartão integrado em Santo André, o diretor da Aesa disse que ainda está em fase de estudo. O programa deve ser implantado até o final do ano. Mas o diretor Luiz Marcondes defende a tese de que o cartão não seja cobrado no mesmo valor de São Paulo. Na capital, o usuário paga R$ 2 e pode circular com o mesmo bilhete por duas horas.

“A realidade de São Paulo é outra. Aqui em Santo André, em duas horas o passageiro pode rodar toda cidade. Por isso, não podemos comparar com a capital. Isto terá que ser bem avaliado quando for implantado”, explica o diretor Luiz Marcondes. A implantação do programa em Santo André está a cargo da Prefeitura.

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