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E o ‘profissionalismo’ continua intocável


Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

25/06/2015 | 07:00


O caso envolvendo Léo Moura e a polêmica transação (não concretizada) com o Vasco revela um (ou seria mais um?) dos lados complicados do futebol. Quando pequeno, o torcedor tem o costume de idolatrar, colocar esse ou aquele jogador em um patamar inatingível, dizendo que o mesmo jamais vestiria a camisa do rival. Pura ilusão. O profissionalismo, que cada vez mais rouba o lugar do romantismo no futebol, não deixa dúvidas de que os jogadores que hoje beijam a camisa e juram amor eterno por determinado clube são os primeiros a trocarem de time quando o bolso ($$$) fala mais alto.

Longe de defender o folclórico presidente do Vasco, Eurico Miranda, mas, desta vez o mandatário cruzmaltino parece ter feito a coisa certa quando disse que após todo esse imbróglio não aceitaria mais o jogador no clube de São Januário. “Ele ligou diversas vezes, encheu o saco. O Vasco não procurou o Léo Moura. Se teve pressão da tia, da torcida, isso não é problema meu. Agora não será acertado em nenhuma hipótese, nem de graça”, disse o presidente ao comentar sobre a situação.

Quantos ex-jogadores do Corinthians não juraram amor ao Palmeiras depois de serem contratados? Ou gremistas que se tornaram colorados do dia para a noite? No Grande ABC, ainda são vivas na memória dos torcedores as situações envolvendo o ex-atacante Pedrão, ídolo no Barueri, que tinha acordo verbal com o Santo André e poucas semanas depois acertou com o rival São Caetano. Ou a do técnico Péricles Chamusca, campeão da Copa do Brasil em 2004 com o Ramalhão e que, 23 dias depois do título histórico, arrumou as malas rumo ao Azulão. Todos baseados no tal profissionalismo, tão comum no meio futebolístico.

No fim das contas, a situação, que teve até mesmo a confirmação por parte do ex-jogador Romário, de que o lateral realmente procurou o Vasco, deixa Léo Moura em maus lençóis. O jogador fica com sua imagem desgastada em relação ao clube pelo qual tinha enorme identificação, o Flamengo, e deixa os vascaínos bastante magoados com essa atitude. Coisas que talvez nem o tempo seja capaz de resolver.

SÉRIE D DO CAMPEONATO BRASILEIRO
Na última chance de permanecer dentro de alguma das divisões do Campeonato Brasileiro, a diretoria do São Caetano vem investindo como pode para deixar o time com todas condições possíveis de fazer boa campanha na Série D. Quatro reforços chegaram nas últimas semanas e a tendência é que essa lista possa aumentar. O esforço para que o Azulão volte aos bons tempos, pelo menos por parte dos dirigentes, é visível.  



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E o ‘profissionalismo’ continua intocável

Thiago Bassan
Do Diário do Grande ABC

25/06/2015 | 07:00


O caso envolvendo Léo Moura e a polêmica transação (não concretizada) com o Vasco revela um (ou seria mais um?) dos lados complicados do futebol. Quando pequeno, o torcedor tem o costume de idolatrar, colocar esse ou aquele jogador em um patamar inatingível, dizendo que o mesmo jamais vestiria a camisa do rival. Pura ilusão. O profissionalismo, que cada vez mais rouba o lugar do romantismo no futebol, não deixa dúvidas de que os jogadores que hoje beijam a camisa e juram amor eterno por determinado clube são os primeiros a trocarem de time quando o bolso ($$$) fala mais alto.

Longe de defender o folclórico presidente do Vasco, Eurico Miranda, mas, desta vez o mandatário cruzmaltino parece ter feito a coisa certa quando disse que após todo esse imbróglio não aceitaria mais o jogador no clube de São Januário. “Ele ligou diversas vezes, encheu o saco. O Vasco não procurou o Léo Moura. Se teve pressão da tia, da torcida, isso não é problema meu. Agora não será acertado em nenhuma hipótese, nem de graça”, disse o presidente ao comentar sobre a situação.

Quantos ex-jogadores do Corinthians não juraram amor ao Palmeiras depois de serem contratados? Ou gremistas que se tornaram colorados do dia para a noite? No Grande ABC, ainda são vivas na memória dos torcedores as situações envolvendo o ex-atacante Pedrão, ídolo no Barueri, que tinha acordo verbal com o Santo André e poucas semanas depois acertou com o rival São Caetano. Ou a do técnico Péricles Chamusca, campeão da Copa do Brasil em 2004 com o Ramalhão e que, 23 dias depois do título histórico, arrumou as malas rumo ao Azulão. Todos baseados no tal profissionalismo, tão comum no meio futebolístico.

No fim das contas, a situação, que teve até mesmo a confirmação por parte do ex-jogador Romário, de que o lateral realmente procurou o Vasco, deixa Léo Moura em maus lençóis. O jogador fica com sua imagem desgastada em relação ao clube pelo qual tinha enorme identificação, o Flamengo, e deixa os vascaínos bastante magoados com essa atitude. Coisas que talvez nem o tempo seja capaz de resolver.

SÉRIE D DO CAMPEONATO BRASILEIRO
Na última chance de permanecer dentro de alguma das divisões do Campeonato Brasileiro, a diretoria do São Caetano vem investindo como pode para deixar o time com todas condições possíveis de fazer boa campanha na Série D. Quatro reforços chegaram nas últimas semanas e a tendência é que essa lista possa aumentar. O esforço para que o Azulão volte aos bons tempos, pelo menos por parte dos dirigentes, é visível.  

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