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São Caetano perde nos
pênaltis e crise se agrava

Time da região bateu o Arapongas por 1 a 0 ontem à noite,
mas mesmo assim acabou sendo eliminado da Copa do Brasil


Thiago Bassan
do Diário do Grande ABC

18/04/2013 | 00:28


 

Venceu, porém não levou. O São Caetano derrotou o Arapongas por 1 a 0, ontem à noite, no tempo normal, no Estádio Anacleto Campanella, mas foi derrotado nos pênaltis por 3 a 1 e acabou eliminado da Copa do Brasil, o que aumentou ainda mais a crise no clube.

Precisando da vitória por dois gols de diferença após a derrota por 1 a 0 no jogo de ida, o São Caetano partiu para o ataque. O time teve a primeira chance com Danielzinho, aos oito minutos. O atacante bateu de fora da área e a bola passou perto. Menos de um minuto depois, Edu Amparo respondeu para o Arapongas e quase marcou.

A partida ficou equilibrada, mas com muita marcação. O jeito, então, era tentar na bola parada. E Jael, de falta, quase marcou aos 27. Alvo de críticas da torcida (leia ao lado), o zagueiro Gabriel virou herói. Após cruzamento da direita, aos 38, o defensor abriu o placar. Porém, na comemoração, o jogador preferiu festejar apenas com os companheiros.

No segundo tempo, o Azulão mostrou futebol pouco visto até então na temporada. O time tocava a bola com facilidade no ataque e criava várias chances de gols. Diego, Danielzinho e Jael tiveram oportunidades, mas percaram nas finalizações. Apesar da pressão do São Caetano, a decisão foi para os pênaltis. Mas a noite não era do Azulão. Jael, Vandinho e Diego desperdiçaram as cobranças. Samuel Xavier marcou, mas o Arapongas converteu três penalidades e ficou com a vaga.

 

Não dá para explicar o inexplicável, diz Martine

O clima no vestiário do São Caetano era de profunda tristeza após a partida. Um dos poucos integrantes do clube que se aventuraram a falar com os jornalistas, o técnico Daniel Martine lamentou o resultado e encontrou dificuldades para explicar a eliminação ainda na primeira fase da Copa do Brasil.

“Não dá para explicar o inexplicável. Nosso time foi superior, nosso elenco é melhor que o deles, mas a bola não entrou. A folha salarial de um jogador nosso paga o time deles. Quando a fase é complicada, nada dá certo”, destacou o treinador. “Já vi muitas situações com essa no futebol, e é difícil dar explicações. Precisa dar certo em campo, faltou um pouco mais de todos”, completou. TB

Na bronca, torcida xinga geral e pede a saída de Nairo

A torcida do São Caetano não esqueceu o rebaixamento à Série A-2 do Paulista. Muito pelo contrário. Desde que a bola começou a rolar, os torcedores protestaram de maneira áspera contra alguns profissionais do clube. O mais criticado foi o presidente Nairo Ferreira de Souza. O mandatário do Azulão foi xingado de “ditador”, “ladrão”, entre outros, e teve e renúncia pedida pela torcida.

Entre os jogadores, o grande alvo foi o zagueiro Gabriel, que no início da semana já havia sido alertado pelo presidente do Azulão que precisaria se enquadrar na filosofia do clube, caso contrário, seria dispensado. Rivaldo também foi lembrado: “Rivaldo, vamos parar. Já ta na hora de você aposentar”. Até mesmo o goleiro Fábio Costa, que não vem atuando pela equipe, foi mencionado. “Fábio Costa, o São Caetano não é o seu spa.” TB

 



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São Caetano perde nos
pênaltis e crise se agrava

Time da região bateu o Arapongas por 1 a 0 ontem à noite,
mas mesmo assim acabou sendo eliminado da Copa do Brasil

Thiago Bassan
do Diário do Grande ABC

18/04/2013 | 00:28


 

Venceu, porém não levou. O São Caetano derrotou o Arapongas por 1 a 0, ontem à noite, no tempo normal, no Estádio Anacleto Campanella, mas foi derrotado nos pênaltis por 3 a 1 e acabou eliminado da Copa do Brasil, o que aumentou ainda mais a crise no clube.

Precisando da vitória por dois gols de diferença após a derrota por 1 a 0 no jogo de ida, o São Caetano partiu para o ataque. O time teve a primeira chance com Danielzinho, aos oito minutos. O atacante bateu de fora da área e a bola passou perto. Menos de um minuto depois, Edu Amparo respondeu para o Arapongas e quase marcou.

A partida ficou equilibrada, mas com muita marcação. O jeito, então, era tentar na bola parada. E Jael, de falta, quase marcou aos 27. Alvo de críticas da torcida (leia ao lado), o zagueiro Gabriel virou herói. Após cruzamento da direita, aos 38, o defensor abriu o placar. Porém, na comemoração, o jogador preferiu festejar apenas com os companheiros.

No segundo tempo, o Azulão mostrou futebol pouco visto até então na temporada. O time tocava a bola com facilidade no ataque e criava várias chances de gols. Diego, Danielzinho e Jael tiveram oportunidades, mas percaram nas finalizações. Apesar da pressão do São Caetano, a decisão foi para os pênaltis. Mas a noite não era do Azulão. Jael, Vandinho e Diego desperdiçaram as cobranças. Samuel Xavier marcou, mas o Arapongas converteu três penalidades e ficou com a vaga.

 

Não dá para explicar o inexplicável, diz Martine

O clima no vestiário do São Caetano era de profunda tristeza após a partida. Um dos poucos integrantes do clube que se aventuraram a falar com os jornalistas, o técnico Daniel Martine lamentou o resultado e encontrou dificuldades para explicar a eliminação ainda na primeira fase da Copa do Brasil.

“Não dá para explicar o inexplicável. Nosso time foi superior, nosso elenco é melhor que o deles, mas a bola não entrou. A folha salarial de um jogador nosso paga o time deles. Quando a fase é complicada, nada dá certo”, destacou o treinador. “Já vi muitas situações com essa no futebol, e é difícil dar explicações. Precisa dar certo em campo, faltou um pouco mais de todos”, completou. TB

Na bronca, torcida xinga geral e pede a saída de Nairo

A torcida do São Caetano não esqueceu o rebaixamento à Série A-2 do Paulista. Muito pelo contrário. Desde que a bola começou a rolar, os torcedores protestaram de maneira áspera contra alguns profissionais do clube. O mais criticado foi o presidente Nairo Ferreira de Souza. O mandatário do Azulão foi xingado de “ditador”, “ladrão”, entre outros, e teve e renúncia pedida pela torcida.

Entre os jogadores, o grande alvo foi o zagueiro Gabriel, que no início da semana já havia sido alertado pelo presidente do Azulão que precisaria se enquadrar na filosofia do clube, caso contrário, seria dispensado. Rivaldo também foi lembrado: “Rivaldo, vamos parar. Já ta na hora de você aposentar”. Até mesmo o goleiro Fábio Costa, que não vem atuando pela equipe, foi mencionado. “Fábio Costa, o São Caetano não é o seu spa.” TB

 

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