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Câmaras do Grande ABC voltam do recesso nesta semana

Em S.Bernardo, presidente Otávio Manente aposta em pacote de mídia para mostrar trabalho dos vereadores


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

01/02/2010 | 07:00


As sete Câmaras do Grande ABC voltam a apreciar projetos de lei nesta semana, após mais de um mês de recesso parlamentar. Em São Bernardo, maior cidade da região com cerca de 810 mil habitantes, o presidente da Casa, Otávio Manente (PPS), aposta num pacote midiático que totaliza R$ 12 milhões este ano para divulgar o trabalho dos 21 vereadores (informações sobre outras cidades ao lado e abaixo).

O popular-socialista quer colocar em funcionamento a TV Câmara e está com licitação aberta para contratação de empresa de publicidade. "Estamos entre os cinco maiores municípios do Estado de São Paulo. Nosso trabalho tem de chegar até as pessoas", justifica Manente.

Os interessados em prestar serviços publicitários ao Legislativo têm até dia 24 para retirar o edital. Os envelopes com as propostas serão abertos dia 25. Está em jogo contrato de R$ 3 milhões, por ano. "A população tem pouco conhecimento do nosso trabalho, da atribuição dos vereadores. Faremos campanhas institucionais para termos mais visibilidade", acrescenta o líder da Câmara.

Quanto à implementação de transmissões ao vivo das sessões - realizadas todas as quartas-feiras, das 9h às 13h -, a autorização, avalizada pelos parlamentares no fim do ano passado, deve entrar em funcionamento ainda no primeiro semestre.

E o contrato deve ser direcionado à TV Assembleia, semelhante ao que acontece em Santo André. "Eles detém o conhecimento, o suporte técnico, os aparelhos e os procedimentos adequados. Outras possibilidades ficam aquém do que precisamos", avalia o presidente, que deve aplicar R$ 9 milhões por ano no projeto.

O popular-socialista observa ainda outra prioridade são as reformas estrutural e administrativa na Casa. Com relação ao espaço físico, os antigos gabinetes dos parlamentares devem passar por reforma.

No local devem ser construídas novas salas para as assessorias jurídica e contábil (que deve ser criada), refeitório, salas de reuniões para a oposição, situação e centro, dentre outras melhorias.

Já as mudanças administrativas, que consumirão R$ 760 mil por ano, devem ser baseadas em assessoramento financeiro ao presidente.

"Nem todo presidente tem de saber tudo. É preciso de auxílio", avalia Manente. A princípio, serão criados 10 cargos - dois profissionais para o controle interno e oito auxiliares legislativos - que devem ser preenchidos por concurso.



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