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Jairo descarta mala branca na reta final

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente do Ramalhão prevê que rivais pelo G-4 vão tropeçar e prefere motivar seus atletas


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

02/04/2014 | 07:00


Apesar de depender de outras equipes para conseguir o acesso à elite do Campeonato Paulista, o Santo André descarta a utilização da famosa mala branca, que nada mais é do que incentivo financeiro para equipes que não têm mais tanto interesse na competição.

Segundo o presidente do Ramalhão, Jairo Livólis, a ideia é motivar os atletas andreenses para conseguirem os seis pontos em disputa contra o Catanduvense, sábado, no Bruno Daniel, e São Caetano, dia 13, no Anacleto Campanella.

“Nossos adversários terão jogos complicados pela frente e devem perder pontos. Temos de fazer nossa parte. Para isso precisamos manter os nossos jogadores motivados e é isso o que estamos fazendo”, comentou Livólis, que não confirmou se dará premiação especial ao elenco em caso de acesso.

Para subir, além de vencer os dois jogos que restam, o Ramalhão precisa torcer por tropeço do São Bento ou empates de Marília e Mirassol. O time de Sorocaba terá pela frente o Guaratinguetá, em casa, e o Catanduvense, fora. Já o Marília enfrenta o Monte Azul, no Bento de Abreu, e o Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. Por fim, o Mirassol visita o Itapirense e recebe a Ferroviária.

Jairo revelou que teve reunião com a diretoria segunda-feira para analisar o que deu errado na derrota (1 a 0) para o São Bento. “Tivemos boa conversa, muito produtiva. Confio no potencial do Carlito (Arini, assessor da presidência), do Juraci (Catarino, diretor de futebol) e do Vilson (Tadei, treinador) para motivar os atletas. Se perceber a necessidade, vou conversar com o grupo até sexta-feira”, comentou.

No treino de ontem, os jogadores do Ramalhão receberam a visita do ex-meia Adãozinho, fundamental na conquista do acesso para a elite em 2001. Ele conversou com os jogadores e transmitiu mensagem de otimismo. “É preciso acreditar. Enquanto existir chance, é necessário se doar ao máximo e não se entregar”, ensinou.



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Jairo descarta mala branca na reta final

Presidente do Ramalhão prevê que rivais pelo G-4 vão tropeçar e prefere motivar seus atletas

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

02/04/2014 | 07:00


Apesar de depender de outras equipes para conseguir o acesso à elite do Campeonato Paulista, o Santo André descarta a utilização da famosa mala branca, que nada mais é do que incentivo financeiro para equipes que não têm mais tanto interesse na competição.

Segundo o presidente do Ramalhão, Jairo Livólis, a ideia é motivar os atletas andreenses para conseguirem os seis pontos em disputa contra o Catanduvense, sábado, no Bruno Daniel, e São Caetano, dia 13, no Anacleto Campanella.

“Nossos adversários terão jogos complicados pela frente e devem perder pontos. Temos de fazer nossa parte. Para isso precisamos manter os nossos jogadores motivados e é isso o que estamos fazendo”, comentou Livólis, que não confirmou se dará premiação especial ao elenco em caso de acesso.

Para subir, além de vencer os dois jogos que restam, o Ramalhão precisa torcer por tropeço do São Bento ou empates de Marília e Mirassol. O time de Sorocaba terá pela frente o Guaratinguetá, em casa, e o Catanduvense, fora. Já o Marília enfrenta o Monte Azul, no Bento de Abreu, e o Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. Por fim, o Mirassol visita o Itapirense e recebe a Ferroviária.

Jairo revelou que teve reunião com a diretoria segunda-feira para analisar o que deu errado na derrota (1 a 0) para o São Bento. “Tivemos boa conversa, muito produtiva. Confio no potencial do Carlito (Arini, assessor da presidência), do Juraci (Catarino, diretor de futebol) e do Vilson (Tadei, treinador) para motivar os atletas. Se perceber a necessidade, vou conversar com o grupo até sexta-feira”, comentou.

No treino de ontem, os jogadores do Ramalhão receberam a visita do ex-meia Adãozinho, fundamental na conquista do acesso para a elite em 2001. Ele conversou com os jogadores e transmitiu mensagem de otimismo. “É preciso acreditar. Enquanto existir chance, é necessário se doar ao máximo e não se entregar”, ensinou.

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