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São Bernardo reformula passaporte Materno-Infantil


Luciana Sereno
Do Diário do Grande ABC

20/04/2003 | 18:01


A edição atualizada do Passaporte Materno-Infantil já circula pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) de São Bernardo. Lançado no final de 2000, o programa visa acompanhar gestantes e seus bebês até completarem dois anos, de forma a garantir que o pré-natal e a vacinação básica dos recém-nascidos sejam completos.

Com a reformulação do passaporte, a Prefeitura aproveitou para estender o programa para todas as crianças de até dois anos que se matricularem na rede pública de saúde. Na versão anterior, as crianças tinham necessariamente de ter nascido na cidade. No nascimento, o passaporte passava automaticamente da mãe para o filho.

As alterações tomaram por base a experiência dos primeiros anos de realização do programa. Entre as mudanças, o antigo gráfico de acompanhamento do peso e da estatura das crianças foi substituído pelo gráfico Padrão NCHS, indicado pela OMS (Organização Mundial da Sáude). O material, que deixou de ser patrocinado pela Multibrás, por meio da marca Consul, e passou a receber patrocínio da Basf, ganhou também um espaço específico para a identificação do recém-nascido. A última das 23 páginas do passaporte contempla o exame do pezinho e dos polegares do bebê.

O calendário de vacinas, que ficava nas páginas centrais do passaporte deixou de existir. “A idéia inicial era tornar o passaporte a carteirinha oficial de vacinação do município, mas não foi possível. Então o Ministério da Saúde solicitou que mantivéssemos a carteirinha deles”, disse a coordenadora do programa de saúde da criança e do adolescente da cidade, Solange Wichert.

Segundo a médica, desde que o Passaporte Materno-Infantil foi implementado na rede pública o município ganhou em condições de atendimento, visto que comprova o pré-natal. O programa também é apontado por Solange como um dos motivadores da queda de mortalidade infantil em São Bernardo. O índice, que em 2000 chegou a 15,9%, fechou 2001 em 13,9% e no ano passado caiu mais 0,1 ponto porcentual – o indicador de 2002 ainda não é oficial.

Desde que começou a ser distribuído, em janeiro, o passaporte já chegou a 1,5 mil pacientes da pediatria. O volume é mais que o dobro do total entregue em toda a rede nos 12 meses de 2002. Entre as gestantes, são distribuídos em média 200 passaportes por mês.



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