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'Humilhado', Rivaldo dispara críticas contra Carpegiani



13/05/2011 | 00:23


O meia Rivaldo perdeu a paciência com o técnico Paulo César Carpegiani. Nesta quinta-feira, o pentacampeão viu do banco de reservas o São Paulo ser eliminado da Copa do Brasil ao perder por 3 a 1 para o Avaí na Ressacada. Ao fim do jogo, se disse humilhado pelo treinador, repetidas vezes. As declarações expõem a insatisfação do elenco com Carpeginai, que balança no cargo.

"Estava no aquecimento que nem um louco para poder ajudar. Com todo o respeito aos jogadores jovens, quem têm muito futuro pela frente, mas eu poderia ter ajudado com um passe ou um gol. Mas ele (Carpegiani) não me deu a oportunidade. É uma vergonha não se classificar, uma chance tão fácil dessa", disparou Rivaldo, que relacionou o fato de ser pouco aproveitado a ter sido indicado por Rogério Ceni, e não pelo treinador.

Mesmo visivelmente fora de forma, Lucas foi mantido no time durante os 90 minutos e nada produziu. Na segunda etapa, Marlos, Willian e Henrique entraram no time para tentar resolver e não conseguiram mudar o panorama da partida. Marlos, aliás, apareceu tão pouco que foi substituído com menos de 40 minutos em campo. Wellington também chegou a se posicionar para entrar, mas Carpegiani logo desistiu da alteração.

"Eu estou no São Paulo para jogar e não estou aqui para fazer número. Quando tenho as oportunidades, tenho tentado entrar bem. Achei que teria uma oportunidade, mas não entrei, fazer o que? Vou continuar trabalhando. Foi uma humilhação", desabafou Rivaldo, que acredita que tinha condições de entrar para tentar resolver. "Eu tenho capacidade de jogar. Vocês (jornalistas) vão a todos os treinamentos. Eu treino como qualquer um lá", comentou o jogador.

Para o meia, a eliminação do São Paulo na Copa do Brasil é "vergonhosa", já que bastava à equipe uma derrota por um gol de diferença nesta quinta e depois mais quatro jogos apenas para o clube voltar à Libertadores.

"Lamento principalmente pelos torcedores do São Paulo, que sempre me apoiaram. Eu respeito os meus companheiros que estiveram em campo, mas tenho certeza que poderia ter feito algo diferente, dado um passe, feito um gol. É uma vergonha. A gente tinha que dar mais", completou.



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