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Gestantes : São Bernardo 'exportou' mais


Do Diário do Grande ABC

07/06/2003 | 17:43


Em 2002, a Prefeitura de São Bernardo exportou 1.669 gestantes para o Hospital Amparo Maternal, em São Paulo – no Grande ABC, foi a cidade que mais enviou mulheres grávidas para darem à luz fora do município. Nem todos foram casos de partos normais ou cesarianas em gestantes de alto risco, ou seja, de complexidade. “É inconcebível exportar partos. Eles têm de ser feitos na região”, afirmou Homero Nepomuceno Duarte, representante do Consórcio Intermunicipal na Câmara Técnica de Saúde.

O ex-secretário da Saúde do município e hoje assessor na mesma secretaria, Edson Nakazone, admitiu o número, mas afirmou que o problema já foi resolvido. “Praticamente zeramos o número de partos (exportados) para São Paulo e a intenção é diminuir ainda mais o envio de gestantes para os estaduais de Diadema e de Santo André”, disse. De janeiro a maio deste ano, cerca de 500 casos foram encaminhados para os respectivos hospitais, segundo Nakazone. “Vamos diminuir esse número nos próximos meses”, garantiu.

O médico admitiu que o atendimento para gestantes ficou “estrangulado” no ano passado. “O nosso bloqueio foi principalmente na neonatologia de alto risco, cujos leitos não eram suficientes para a alta demanda”, afirmou. Até o fim de julho, o HMU (Hospital Municipal Universitário), no Rudge Ramos, em São Bernardo, deve ganhar mais oito leitos de neonatologia – utilizado pelos recém-nascidos com graus de risco de mortes maiores.

O HMU possui 120 leitos no geral, dos quais 50 deles são para os casos de obstetrícia. Depois de São Bernardo, as cidades que exportaram gestantes para o Amparo Maternal foram: Diadema (141), Santo André (27), Mauá (18), Rio Grande da Serra (2) e Ribeirão Pires (1). São Caetano foi a única que conseguiu atender à demanda no próprio município – a cidade possui convênio com o Hospital Central, que é privado e está instalado no Centro, e até a segunda quinzena deste mês deve inaugurar a primeira maternidade pública.



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Gestantes : São Bernardo 'exportou' mais

Do Diário do Grande ABC

07/06/2003 | 17:43


Em 2002, a Prefeitura de São Bernardo exportou 1.669 gestantes para o Hospital Amparo Maternal, em São Paulo – no Grande ABC, foi a cidade que mais enviou mulheres grávidas para darem à luz fora do município. Nem todos foram casos de partos normais ou cesarianas em gestantes de alto risco, ou seja, de complexidade. “É inconcebível exportar partos. Eles têm de ser feitos na região”, afirmou Homero Nepomuceno Duarte, representante do Consórcio Intermunicipal na Câmara Técnica de Saúde.

O ex-secretário da Saúde do município e hoje assessor na mesma secretaria, Edson Nakazone, admitiu o número, mas afirmou que o problema já foi resolvido. “Praticamente zeramos o número de partos (exportados) para São Paulo e a intenção é diminuir ainda mais o envio de gestantes para os estaduais de Diadema e de Santo André”, disse. De janeiro a maio deste ano, cerca de 500 casos foram encaminhados para os respectivos hospitais, segundo Nakazone. “Vamos diminuir esse número nos próximos meses”, garantiu.

O médico admitiu que o atendimento para gestantes ficou “estrangulado” no ano passado. “O nosso bloqueio foi principalmente na neonatologia de alto risco, cujos leitos não eram suficientes para a alta demanda”, afirmou. Até o fim de julho, o HMU (Hospital Municipal Universitário), no Rudge Ramos, em São Bernardo, deve ganhar mais oito leitos de neonatologia – utilizado pelos recém-nascidos com graus de risco de mortes maiores.

O HMU possui 120 leitos no geral, dos quais 50 deles são para os casos de obstetrícia. Depois de São Bernardo, as cidades que exportaram gestantes para o Amparo Maternal foram: Diadema (141), Santo André (27), Mauá (18), Rio Grande da Serra (2) e Ribeirão Pires (1). São Caetano foi a única que conseguiu atender à demanda no próprio município – a cidade possui convênio com o Hospital Central, que é privado e está instalado no Centro, e até a segunda quinzena deste mês deve inaugurar a primeira maternidade pública.

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