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São Caetano inicia serviço de atendimento médico para mulheres vítimas de agressão

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Programa oferece consultas com psiquiatras e psicólogos e receberá até 100 mulheres por mês


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

01/12/2020 | 23:55


A Prefeitura de São Caetano inicia hoje as atividades no ambulatório de saúde mental para mulheres em situação de vulnerabilidade. O programa Juntas Somos Mais Fortes atenderá moradoras da cidade vítimas de violência doméstica, que poderão ser encaminhadas para atendimento com especialistas integrados ao projeto.

O espaço oferece, por meio de equipe ambulatorial – com psiquiatra, psicólogo e assistente social –, serviço em saúde mental direcionado às mulheres que precisam de atendimento destinado a cuidar do sofrimento psíquico causado por violência física, sexual ou psicológica. De acordo com a Prefeitura, o programa tem como atender demanda de 60 a 70 pacientes psiquiátricos por mês e até 100 na psicoterapia.

A equipe de saúde mental acolherá as pacientes que chegarem ao serviço por busca espontânea pelo Caism (Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher) – Rua Herculano de Freitas, 200 –, ou por encaminhamentos feitos pelos hospitais, Pronto-Socorro Municipal ou Caps (Centro de Atendimento Psicossocial).

O programa ainda está vinculado ao Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), que recebe pacientes já com o BO (Boletim de Ocorrência) finalizado e, caso a moradora ainda não tenha procurado a polícia, é orientada a fazer a denúncia quando há indicação de abuso, inclusive pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), inaugurada em agosto, no bairro Santa Maria.

A coordenadora da saúde mental, Flavia Ismael, explica que a mulher vítima de violência “passa muito tempo tentando omitir os abusos, inclusive para garantir a própria proteção e a dos filhos”. “As mulheres ficam ao lado dos agressores por medo, vergonha ou falta de recursos financeiros. O projeto vai auxiliar essas mulheres, para que elas possam quebrar o ciclo de violência e viverem de forma mais digna”, avalia.

A administração solicitou recursos junto ao Ministério da Saúde para custear equipe especializada de saúde mental ambulatorial e reforçar os atendimentos.  



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São Caetano inicia serviço de atendimento médico para mulheres vítimas de agressão

Programa oferece consultas com psiquiatras e psicólogos e receberá até 100 mulheres por mês

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

01/12/2020 | 23:55


A Prefeitura de São Caetano inicia hoje as atividades no ambulatório de saúde mental para mulheres em situação de vulnerabilidade. O programa Juntas Somos Mais Fortes atenderá moradoras da cidade vítimas de violência doméstica, que poderão ser encaminhadas para atendimento com especialistas integrados ao projeto.

O espaço oferece, por meio de equipe ambulatorial – com psiquiatra, psicólogo e assistente social –, serviço em saúde mental direcionado às mulheres que precisam de atendimento destinado a cuidar do sofrimento psíquico causado por violência física, sexual ou psicológica. De acordo com a Prefeitura, o programa tem como atender demanda de 60 a 70 pacientes psiquiátricos por mês e até 100 na psicoterapia.

A equipe de saúde mental acolherá as pacientes que chegarem ao serviço por busca espontânea pelo Caism (Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher) – Rua Herculano de Freitas, 200 –, ou por encaminhamentos feitos pelos hospitais, Pronto-Socorro Municipal ou Caps (Centro de Atendimento Psicossocial).

O programa ainda está vinculado ao Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), que recebe pacientes já com o BO (Boletim de Ocorrência) finalizado e, caso a moradora ainda não tenha procurado a polícia, é orientada a fazer a denúncia quando há indicação de abuso, inclusive pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), inaugurada em agosto, no bairro Santa Maria.

A coordenadora da saúde mental, Flavia Ismael, explica que a mulher vítima de violência “passa muito tempo tentando omitir os abusos, inclusive para garantir a própria proteção e a dos filhos”. “As mulheres ficam ao lado dos agressores por medo, vergonha ou falta de recursos financeiros. O projeto vai auxiliar essas mulheres, para que elas possam quebrar o ciclo de violência e viverem de forma mais digna”, avalia.

A administração solicitou recursos junto ao Ministério da Saúde para custear equipe especializada de saúde mental ambulatorial e reforçar os atendimentos.  

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