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Cida Ferreira perde protagonismo no MDB de Diadema

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Inelegível e com sigla em baixa, ex-vereadora é substituída por recém-filiado na presidência


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

07/07/2019 | 07:00


Após sete mandatos consecutivos na Câmara de Diadema e de ser a principal liderança do MDB na cidade por décadas, a ex-vereadora Cida Ferreira perdeu protagonismo na sigla e deixou o comando do diretório do partido. A ex-parlamentar foi substituída na presidência da legenda por figura recém-filiada.

Desde abril, o MDB diademense tem sido comandado por Fernando Belem Gomes, que é debutante na política e que também se filiou no partido na mesma ocasião em que assumiu a direção da sigla.

Tanto Gomes quanto a ex-vereadora garantiram que a mudança se deu de forma “amistosa”. A troca, porém, ocorre em momento em que o MDB amarga sua pior fase na cidade. Desde antes mesmo do período de redemocratização do País (1985) a legenda nunca ficou sem representante do Legislativo – garantiu cadeira em 11 das 14 legislaturas. Nos últimos anos, Cida era o único nome do partido na casa. No pleito de 2016, porém, a então vereadora decidiu sair candidata a vice na chapa do também então parlamentar Vaguinho do Conselho (PRB) – foram derrotados no segundo turno pelo prefeito Lauro Michels (PV). Na disputa por cadeira no Legislativo, apenas o PRB elegeu representantes (Cicinho, Ricardo Yoshio e Pastor João Gomes).

Em janeiro, o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) manteve Cida e Vaguinho inelegíveis até 2024. A dupla foi condenada pela Justiça eleitoral de Diadema por abuso do poder econômico ao pedir votos durante culto em igreja evangélica.

Cida assumiu seu primeiro mandato em 1989, quando herdou o espólio eleitoral do marido, o então vereador Jorge Ferreira (morto em 1987). Desde então, teve cadeira garantida até a última legislatura (2013-2016).

Ao Diário, Cida elogiou o novato e descartou deixar o MDB. “Estou no partido desde 1988 e não seria de uma hora para outra que sairia”, disse. Gomes, por sua vez, alega que a escolha pelo seu nome leva “renovação” e “reposicionamento” do partido na cidade. O atual mandatário antecipou que o MDB apoiará a provável candidatura ao Paço de Taka Yamauchi (PSD), atual secretário de Obras de Ribeirão Pires. “Queremos eleger um ou dois vereadores em 2020.” 



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