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Toca pra pipa

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Heloísa Cestari
Enviada ao Rio Grande do Norte

23/09/2010 | 07:09


Quando o assunto é badalação, não tem pra ninguém: Pipa, no município de Tibau do Sul, desponta como líder absoluta na lista das mais cobiçadas praias do litoral potiguar. Afinal, em nenhum outro ponto do Estado se vê tamanha concentração de barzinhos com música, petiscos e estrangeiros por metro quadrado. A própria infra-estrutura do distrito é invejável, com mercados, hotéis, lojas, bancos e até casa de câmbio espalhados pelas ruas da antiga vila de pescadores, descoberta por surfistas há pouco mais de 20 anos.

Não à toa, tantas agências internacionais oferecem pacotes de uma semana cujo único destino é este mundo à parte chamado Pipa. De acordo com a secretária de Turismo de Tibau do Sul, Cristina Grahn, Pipa recebe cerca de 3.000 estrangeiros por mês, com média de 12 noites de estadia. Mas a crise internacional e a desvalorização do euro frente ao real tem feito o número de estrangeiros e de voos charteres cair.

Azar dos europeus, sorte dos paulistas, que passaram a encontrar opções de hotéis e restaurantes bem mais em conta. A hospedagem varia de R$ 50 (albergue) a R$ 1.400 por casal.

Para quem não está hospedado lá, o acesso a Tibau do Sul é feito por meio de balsa, a partir da Praia de Marembá. Mas fica mais complicado permanecer até de noite para conferir o agito ao cair da tarde. E quase impossível para quem deseja liberar doses extras de adrenalina às custas dos programas da Pipa Aventura, empresa especializada em atividades de arvorismo (R$ 60), quadriciclo (R$ 50 a R$ 390), caiaque (R$ 30), voo livre duplo (R$ 110) e cavalgada (R$ 80 a R$ 200).

A agência também oferece cursos de surfe (R$ 60 por quatro horas), kitesurfe (R$ 700 por oito horas), passeio de barco pela Baía dos Golfinhos (R$ 25, com uma hora e meia de duração) e trekking até a Pedra da Boca com direito a escalada, rapel e biking (R$ 150, com almoço).

Já quem prefere sossego deve prosseguir na direção Sul rumo à Barra do Cunhaú famosa pela criação de camarões e, mais adiante, à Baía Formosa, onde a Lagoa da Coca-Cola chama a atenção pela cor escura de suas águas, já próximo à divisa com o Estado da Paraíba.

Muito longe? Então tire o dia para relaxar sem compromisso com o relógio em um dos inúmeros estabelecimentos abertos a visitantes nos arredores da Pipa. O Ponta do Pirambu Day Use é um deles. Com R$ 50 de consumação mínima, o turista passa das 9h às 17h usufruindo da paisagem e do conforto do local. A piscina, o spa e o restaurante ficam de frente para o mar, e o ambiente é acolhedor, com acessibilidade para pessoas com deficiência até a beira da praia e spa.

Aproveite para experimentar o suco de água de coco batida com abacaxi a R$ 10. Depois, siga até o Quinta da Lagoa Resort para provar um peixe à provençal enquanto vislumbra a Lagoa de Guaraíras. O Day Use também custa R$ 50, das 10h às 20h, com consumação mínima.



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Heloísa Cestari
Enviada ao Rio Grande do Norte

23/09/2010 | 07:09


Quando o assunto é badalação, não tem pra ninguém: Pipa, no município de Tibau do Sul, desponta como líder absoluta na lista das mais cobiçadas praias do litoral potiguar. Afinal, em nenhum outro ponto do Estado se vê tamanha concentração de barzinhos com música, petiscos e estrangeiros por metro quadrado. A própria infra-estrutura do distrito é invejável, com mercados, hotéis, lojas, bancos e até casa de câmbio espalhados pelas ruas da antiga vila de pescadores, descoberta por surfistas há pouco mais de 20 anos.

Não à toa, tantas agências internacionais oferecem pacotes de uma semana cujo único destino é este mundo à parte chamado Pipa. De acordo com a secretária de Turismo de Tibau do Sul, Cristina Grahn, Pipa recebe cerca de 3.000 estrangeiros por mês, com média de 12 noites de estadia. Mas a crise internacional e a desvalorização do euro frente ao real tem feito o número de estrangeiros e de voos charteres cair.

Azar dos europeus, sorte dos paulistas, que passaram a encontrar opções de hotéis e restaurantes bem mais em conta. A hospedagem varia de R$ 50 (albergue) a R$ 1.400 por casal.

Para quem não está hospedado lá, o acesso a Tibau do Sul é feito por meio de balsa, a partir da Praia de Marembá. Mas fica mais complicado permanecer até de noite para conferir o agito ao cair da tarde. E quase impossível para quem deseja liberar doses extras de adrenalina às custas dos programas da Pipa Aventura, empresa especializada em atividades de arvorismo (R$ 60), quadriciclo (R$ 50 a R$ 390), caiaque (R$ 30), voo livre duplo (R$ 110) e cavalgada (R$ 80 a R$ 200).

A agência também oferece cursos de surfe (R$ 60 por quatro horas), kitesurfe (R$ 700 por oito horas), passeio de barco pela Baía dos Golfinhos (R$ 25, com uma hora e meia de duração) e trekking até a Pedra da Boca com direito a escalada, rapel e biking (R$ 150, com almoço).

Já quem prefere sossego deve prosseguir na direção Sul rumo à Barra do Cunhaú famosa pela criação de camarões e, mais adiante, à Baía Formosa, onde a Lagoa da Coca-Cola chama a atenção pela cor escura de suas águas, já próximo à divisa com o Estado da Paraíba.

Muito longe? Então tire o dia para relaxar sem compromisso com o relógio em um dos inúmeros estabelecimentos abertos a visitantes nos arredores da Pipa. O Ponta do Pirambu Day Use é um deles. Com R$ 50 de consumação mínima, o turista passa das 9h às 17h usufruindo da paisagem e do conforto do local. A piscina, o spa e o restaurante ficam de frente para o mar, e o ambiente é acolhedor, com acessibilidade para pessoas com deficiência até a beira da praia e spa.

Aproveite para experimentar o suco de água de coco batida com abacaxi a R$ 10. Depois, siga até o Quinta da Lagoa Resort para provar um peixe à provençal enquanto vislumbra a Lagoa de Guaraíras. O Day Use também custa R$ 50, das 10h às 20h, com consumação mínima.

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