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Sem estrutura, Rede de Marina promete candidaturas na região

André Henriques 16/4/14 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sigla ainda aguarda aval do TSE e não tem nomes de peso, mas diz que projeto é ter candidatos


Caio dos Reis
Especial para o Diário

05/07/2015 | 07:00


Otimista em relação à homologação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas sem estrutura e nomes de peso, a Rede Sustentabilidade projeta lançar candidaturas em todas as cidades da região e garante que, em Santo André e Ribeirão Pires, o diálogo está bem avançado para a empreitada.

A legenda é idealizada pela ex-senadora Marina Silva, porém ficou no ostracismo depois que sua protagonista foi candidata à Presidência da República pelo PSB. Marina assumiu no meio do caminho o projeto eleitoral socialista após a morte de Eduardo Campos, em agosto. Figurou na liderança das pesquisas de intenções de voto até uma semana antes do primeiro turno, quando desidratou tanto que sequer ao segundo turno chegou.

Porta-voz estadual da Rede, Hádia Feitosa afirma que ainda não há nomes em jogo, porque a ideia do partido é apostar em novas candidaturas. “Temos algumas lideranças na região, mas construímos coletivamente e de forma horizontal. As reuniões dos municípios são sempre abertas, assim como as estaduais”, defende. “Cada cidade vai definir no futuro, dependendo das realidades constatadas a partir dos coletivos. Mas temos a indicação da executiva estadual para ter candidatos”, adiciona.

Em Santo André, o nome mais próximo da Rede era o vereador Almir Cicote (PSB). O socialista se lançou a deputado estadual em 2014 se autointitulando “candidato da Marina”. Seu projeto, entretanto, não decolou e sua provável filiação na Rede ficou apenas no discurso do ano passado. Ele se mantém no PSB e está na mira de candidatos a prefeito para composição.

Na semana passada, o educador Mateus Prado foi especulado como possível postulante da nova legenda em Mauá, cidade atualmente sob o comando de Donisete Braga (PT). Mateus concorreu em 2008 ao Paço e já transitou por diversas alas políticas do município, passando por PSDB, PT e Psol.

O boato sobre o nome do ex-prefeiturável foi desmentido pela porta-voz. “Não existe isso. Para que aconteça é necessário consenso progressivo e nada disso foi feito. Já existem conversas sobre o partido, só que a única que pode tomar posição é a executiva estadual, e isso não aconteceu”, assegura.

Embora não entre no rol de Hádia Feitosa, Diadema também tem grupo formado e até gerou racha interno. O ecologista Virgílio Alcides de Farias brigou com Carlos Daniel – os dois duelavam para comandar a sigla na cidade. Carlos anunciou que não está mais no projeto.

A Rede tem até setembro para ser regularizada na Justiça Eleitoral. Em 2013, sem cumprir todas as etapas obrigatórias, não foi homologada pela Justiça Eleitoral a tempo de ingressar definitivamente na corrida presidencial. Lançar candidaturas em todas as cidades é alternativa para deixar a legenda conhecida do eleitorado.
 



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Sem estrutura, Rede de Marina promete candidaturas na região

Sigla ainda aguarda aval do TSE e não tem nomes de peso, mas diz que projeto é ter candidatos

Caio dos Reis
Especial para o Diário

05/07/2015 | 07:00


Otimista em relação à homologação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mas sem estrutura e nomes de peso, a Rede Sustentabilidade projeta lançar candidaturas em todas as cidades da região e garante que, em Santo André e Ribeirão Pires, o diálogo está bem avançado para a empreitada.

A legenda é idealizada pela ex-senadora Marina Silva, porém ficou no ostracismo depois que sua protagonista foi candidata à Presidência da República pelo PSB. Marina assumiu no meio do caminho o projeto eleitoral socialista após a morte de Eduardo Campos, em agosto. Figurou na liderança das pesquisas de intenções de voto até uma semana antes do primeiro turno, quando desidratou tanto que sequer ao segundo turno chegou.

Porta-voz estadual da Rede, Hádia Feitosa afirma que ainda não há nomes em jogo, porque a ideia do partido é apostar em novas candidaturas. “Temos algumas lideranças na região, mas construímos coletivamente e de forma horizontal. As reuniões dos municípios são sempre abertas, assim como as estaduais”, defende. “Cada cidade vai definir no futuro, dependendo das realidades constatadas a partir dos coletivos. Mas temos a indicação da executiva estadual para ter candidatos”, adiciona.

Em Santo André, o nome mais próximo da Rede era o vereador Almir Cicote (PSB). O socialista se lançou a deputado estadual em 2014 se autointitulando “candidato da Marina”. Seu projeto, entretanto, não decolou e sua provável filiação na Rede ficou apenas no discurso do ano passado. Ele se mantém no PSB e está na mira de candidatos a prefeito para composição.

Na semana passada, o educador Mateus Prado foi especulado como possível postulante da nova legenda em Mauá, cidade atualmente sob o comando de Donisete Braga (PT). Mateus concorreu em 2008 ao Paço e já transitou por diversas alas políticas do município, passando por PSDB, PT e Psol.

O boato sobre o nome do ex-prefeiturável foi desmentido pela porta-voz. “Não existe isso. Para que aconteça é necessário consenso progressivo e nada disso foi feito. Já existem conversas sobre o partido, só que a única que pode tomar posição é a executiva estadual, e isso não aconteceu”, assegura.

Embora não entre no rol de Hádia Feitosa, Diadema também tem grupo formado e até gerou racha interno. O ecologista Virgílio Alcides de Farias brigou com Carlos Daniel – os dois duelavam para comandar a sigla na cidade. Carlos anunciou que não está mais no projeto.

A Rede tem até setembro para ser regularizada na Justiça Eleitoral. Em 2013, sem cumprir todas as etapas obrigatórias, não foi homologada pela Justiça Eleitoral a tempo de ingressar definitivamente na corrida presidencial. Lançar candidaturas em todas as cidades é alternativa para deixar a legenda conhecida do eleitorado.
 

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