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Crédito imobiliário atinge R$ 34 bilhões


Paula Cabrera
Do Diário do Grande ABC

22/01/2010 | 07:00


O sonho da casa própria foi realizado no ano passado pelo assistente de vendas José Roberto Ribas, de 26 anos, graças à concessão de um financiamento imobiliário. Após muita procura, o crédito - que permite a utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e parcelamentos de até 30 anos - mostrou-se a melhor opção para ele. Assim como Ribas, 60% dos novos apartamentos comercializados no ano passado no Grande ABC foram custeados pelos mutuários com auxílio de financiamentos.

"Foi mais acessível. O valor das prestações diminuem a cada parcela. Na compra, fomos orientados que muitos que optam pelo financiamento de 30 anos conseguem quitar a dívida em 10 anos", afirma.

No ano passado, 13,3% mais brasileiros buscaram o financiamento como alternativa para tornar realidade o sonho da casa própria. Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o financiamento imobiliário com recursos da poupança foi recorde em 2009, chegando a movimentar R$ 34,017 bilhões contra R$ 30,032 bilhões de 2008. Foram financiadas 302,680 mil unidades, superando as 299,746 mil do ano anterior.

Apesar de o Grande ABC não ter dados consolidados sobre o assunto, o presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), Milton Bigucci, afirma que dos 4.048 novos apartamentos comercializados em 2009 na região, 60% têm financiamentos em instituições financeiras. "Os bancos estão entusiasmados, mais atuantes e ajudando o cliente a conseguir financiamentos com juros menores. Essa alta de empréstimos tem incentivado o mercado. Ele fica mais ativo", diz.

Paulo Piagentini, presidente do SindusCon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) do Grande ABC, avalia que a baixa de juros do financiamento foi fundamental para manter a boa projeção das vendas em 2009 e aposta em marcas ainda melhores neste ano. "Não existe o terror da inflação. O consumidor está mais confiantes. O mercado tende a melhorar muito", diz.

O crédito habitacional com recursos da poupança deve crescer 50% em 2010 na comparação com o ano passado conforme projeção da Abecip, chegando a R$ 45 bilhões. A entidade estima, ainda, financiamento recorde de 400 mil a 450 mil unidades.

Consórcio registra crescimento de 36% no Grande ABC

A busca por consórcios imobiliários também registrou aumento no Grande ABC em 2009. A gerente de vendas da Embracon Consórcios, Leila Lopes Ferreira, afirma que o setor avançou 36% na região em relação a 2008. A média nacional fechou em 16% de crescimento. "As pessoas estão se conscientizando que vale a pena se planejar e optar pelo consórcio. Temos muitas linhas de crédito no mercado, e as pessoas estão cada vez mais seguras e podendo assumir prestações de um segundo imóvel", afirma.

Para este ano, Leila também aposta no crescimento da opção no mercado. "Acreditamos que haverá expansão de mais 45% na procura", diz.



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Crédito imobiliário atinge R$ 34 bilhões

Paula Cabrera
Do Diário do Grande ABC

22/01/2010 | 07:00


O sonho da casa própria foi realizado no ano passado pelo assistente de vendas José Roberto Ribas, de 26 anos, graças à concessão de um financiamento imobiliário. Após muita procura, o crédito - que permite a utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e parcelamentos de até 30 anos - mostrou-se a melhor opção para ele. Assim como Ribas, 60% dos novos apartamentos comercializados no ano passado no Grande ABC foram custeados pelos mutuários com auxílio de financiamentos.

"Foi mais acessível. O valor das prestações diminuem a cada parcela. Na compra, fomos orientados que muitos que optam pelo financiamento de 30 anos conseguem quitar a dívida em 10 anos", afirma.

No ano passado, 13,3% mais brasileiros buscaram o financiamento como alternativa para tornar realidade o sonho da casa própria. Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o financiamento imobiliário com recursos da poupança foi recorde em 2009, chegando a movimentar R$ 34,017 bilhões contra R$ 30,032 bilhões de 2008. Foram financiadas 302,680 mil unidades, superando as 299,746 mil do ano anterior.

Apesar de o Grande ABC não ter dados consolidados sobre o assunto, o presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), Milton Bigucci, afirma que dos 4.048 novos apartamentos comercializados em 2009 na região, 60% têm financiamentos em instituições financeiras. "Os bancos estão entusiasmados, mais atuantes e ajudando o cliente a conseguir financiamentos com juros menores. Essa alta de empréstimos tem incentivado o mercado. Ele fica mais ativo", diz.

Paulo Piagentini, presidente do SindusCon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) do Grande ABC, avalia que a baixa de juros do financiamento foi fundamental para manter a boa projeção das vendas em 2009 e aposta em marcas ainda melhores neste ano. "Não existe o terror da inflação. O consumidor está mais confiantes. O mercado tende a melhorar muito", diz.

O crédito habitacional com recursos da poupança deve crescer 50% em 2010 na comparação com o ano passado conforme projeção da Abecip, chegando a R$ 45 bilhões. A entidade estima, ainda, financiamento recorde de 400 mil a 450 mil unidades.

Consórcio registra crescimento de 36% no Grande ABC

A busca por consórcios imobiliários também registrou aumento no Grande ABC em 2009. A gerente de vendas da Embracon Consórcios, Leila Lopes Ferreira, afirma que o setor avançou 36% na região em relação a 2008. A média nacional fechou em 16% de crescimento. "As pessoas estão se conscientizando que vale a pena se planejar e optar pelo consórcio. Temos muitas linhas de crédito no mercado, e as pessoas estão cada vez mais seguras e podendo assumir prestações de um segundo imóvel", afirma.

Para este ano, Leila também aposta no crescimento da opção no mercado. "Acreditamos que haverá expansão de mais 45% na procura", diz.

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