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Torcedor provoca e leva do técnico da seleção de boxe


Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

22/01/2010 | 07:00


A rivalidade entre Santo André e São Caetano começou a aparecer da forma mais negativa possível na véspera da partida realizada ontem à noite no Estádio Bruno Daniel. O técnico da Seleção Brasileira de Boxe, Gabriel de Oliveira, envolveu-se em confusão com torcedor não identificado do Ramalhão nas proximidades da sede da organizada Fúria Andreense, na Rua Erato (Vila América).

Gabriel, filho do ex-pugilista Servílio de Oliveira (único medalhista olímpico do boxe nacional), havia encerrado o treino da equipe feminina no Clube dos Engenheiros e seguia para a casa de seus pais, que moram perto da sede da torcida. Ele usava camisa da equipe de boxe da AD São Caetano, que é treinada por seu irmão (Pitu) e coordenada por Servílio, quando foi abordado pelo torcedor do Ramalhão.

"De forma agressiva, o rapaz mandou que eu tirasse a camisa. Como me recusei, ele se aproximou e tentou me dar um chute. Me esquivei e lhe acertei três ou quatro socos", contou Gabriel.

Segundo o treinador, vários torcedores do Ramalhão chegaram e cercaram-no. "Então eu me identifiquei para eles e, por sorte, meu irmão passava de carro e me levou para casa", afirmou o treinador, que saiu da confusão com um corte na mão esquerda.

"Acho que ele (o torcedor) queria impressionar a namorada. Mas acabou levando a pior", disse Gabriel. "Eu sou totalmente contra a violência. Torço para o Corinthians, nem sabia que havia essa rivalidade entre as torcidas dos dois times", completou o técnico, que ontem registrou queixa por agressão no 3º Distrito Policial de Santo André.

O presidente da Fúria Andreense, Renato Ramos, classificou o incidente como "mal entendido". Segundo ele, o torcedor envolvido sequer faz parte da organizada. "Foi um grande equívoco. Um fato isolado. O Servílio é um grande amigo nosso. Depois do ocorrido nós, inclusive, fomos à sua casa para pedir desculpas", afirmou.

Ramos negou também que os integrantes da Fúria tivessem cercado Gabriel para tentar agredí-lo. "Nossa intenção era apenas de separar a briga. Sabemos que ele é um atleta", destacou o presidente.



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Torcedor provoca e leva do técnico da seleção de boxe

Nilton Valentim
Do Diário do Grande ABC

22/01/2010 | 07:00


A rivalidade entre Santo André e São Caetano começou a aparecer da forma mais negativa possível na véspera da partida realizada ontem à noite no Estádio Bruno Daniel. O técnico da Seleção Brasileira de Boxe, Gabriel de Oliveira, envolveu-se em confusão com torcedor não identificado do Ramalhão nas proximidades da sede da organizada Fúria Andreense, na Rua Erato (Vila América).

Gabriel, filho do ex-pugilista Servílio de Oliveira (único medalhista olímpico do boxe nacional), havia encerrado o treino da equipe feminina no Clube dos Engenheiros e seguia para a casa de seus pais, que moram perto da sede da torcida. Ele usava camisa da equipe de boxe da AD São Caetano, que é treinada por seu irmão (Pitu) e coordenada por Servílio, quando foi abordado pelo torcedor do Ramalhão.

"De forma agressiva, o rapaz mandou que eu tirasse a camisa. Como me recusei, ele se aproximou e tentou me dar um chute. Me esquivei e lhe acertei três ou quatro socos", contou Gabriel.

Segundo o treinador, vários torcedores do Ramalhão chegaram e cercaram-no. "Então eu me identifiquei para eles e, por sorte, meu irmão passava de carro e me levou para casa", afirmou o treinador, que saiu da confusão com um corte na mão esquerda.

"Acho que ele (o torcedor) queria impressionar a namorada. Mas acabou levando a pior", disse Gabriel. "Eu sou totalmente contra a violência. Torço para o Corinthians, nem sabia que havia essa rivalidade entre as torcidas dos dois times", completou o técnico, que ontem registrou queixa por agressão no 3º Distrito Policial de Santo André.

O presidente da Fúria Andreense, Renato Ramos, classificou o incidente como "mal entendido". Segundo ele, o torcedor envolvido sequer faz parte da organizada. "Foi um grande equívoco. Um fato isolado. O Servílio é um grande amigo nosso. Depois do ocorrido nós, inclusive, fomos à sua casa para pedir desculpas", afirmou.

Ramos negou também que os integrantes da Fúria tivessem cercado Gabriel para tentar agredí-lo. "Nossa intenção era apenas de separar a briga. Sabemos que ele é um atleta", destacou o presidente.

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