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Venda de ingressos para U2 é investigada

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/06/2017 | 08:30


A empresa Tickets For Fun está sendo investigada pelo Departamento de Proteção e Defesa ao Consumidor, no Ministério da Justiça, por supostas irregularidades na venda de ingressos para os shows da banda irlandesa U2 em São Paulo, que ocorrem nos dias 19, 20 e 21 de outubro no Estádio do Morumbi.

Em comunicado, a Justiça informa que, segundo relato de consumidores, "houve a oferta de ingressos sem a efetiva disponibilização para venda, inclusive para pessoas com deficiência, que teriam encontrado os maiores entraves à aquisição dos convites". O foco da apuração é a empresa Tickets For Fun, que comercializa os ingressos.

Procurada, a empresa disse ao jornal "O Estado de S. Paulo", por meio de sua assessoria, que não irá se manifestar sobre o assunto. A banda iria se apresentar uma única vez em São Paulo, mas abriu mais dois dias por causa da alta demanda pelos ingressos. Os preços vão de R$ 130 a R$ 1.250.

Na manhã desta quinta, 29, fãs fizeram fila nos pontos de venda na capital paulista. Alguns passaram a madrugada no local. Muitos ali haviam desistido de comprar os ingressos online no período de pré-venda, com alegações de irregularidades pela empresa Tickets For Fun.

Venda online

Na quinta-feira, 29, a empresa BigData Corp divulgou uma pesquisa, encomendada pelo PayPal Brasil, sobre a venda de ingressos online para eventos de entretenimento no Brasil. De acordo com o estudo, São Paulo é a cidade com mais consumidores de ingressos para cinema, peças de teatro, concertos, shows, baladas, festas e eventos similares: 53,45% do total no País.

A pesquisa revelou também que, no Brasil, a faixa etária que mais compra ingressos online é a que está entre 41 e 50 anos, que respondem por 31,48% do total. O segundo grupo que mais consome esse tipo de serviço é de pessoas com mais de 50 anos, que representam 28,13%.

A fatia de pessoas entre 25 e 30 anos que compram ingressos online vem apenas em terceiro, com 24,41%. Pessoas entre 31 e 40 anos correspondem a 12,21% e jovens entre 18 e 25 anos somam apenas 3,77%.

Os dados apresentados fazem parte da pesquisa Tendências do E-commerce de Entretenimento do Brasil 2017. Para realizá-la, a empresa BigData ?varreu? os 20 milhões de sites existentes no Brasil entre 3 e 10 de abril deste ano.

A pesquisa foi apenas quantitativa e não avaliou o motivo desse comportamento. De acordo com o CEO da BigData Corp, Thoran Rodrigues, existem algumas teorias. "Normalmente, pessoas com mais de 40 anos possuem maior poder aquisitivo", analisa. Segundo Rodrigues, entra também nesta conta o caso de pais que compram bilhetes para os filhos.

O que corrobora com a teoria são os números por faixa de renda. Cerca de 41,2% de quem compra tíquetes para eventos online tem rendimento mensal entre quatro e 10 salários mínimos. Em seguida, estão pessoas com rendimento entre dois e quatro salários (32,46%). A lista segue com as com renda até dois salários (12,76%), entre 10 e 20 salários (11,23%) e acima de 20 salários mínimos (2,28%).

Em relação a gênero, a pesquisa indica que 63,4% desses consumidores são homens. Já no que diz respeito à localização geográfica, logo após os paulistas estão os fluminenses, com 15,44%, e os mineiros, com 7,79%. (Colaboraram Leandro Nunes e Bibiana Borba)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Venda de ingressos para U2 é investigada


30/06/2017 | 08:30


A empresa Tickets For Fun está sendo investigada pelo Departamento de Proteção e Defesa ao Consumidor, no Ministério da Justiça, por supostas irregularidades na venda de ingressos para os shows da banda irlandesa U2 em São Paulo, que ocorrem nos dias 19, 20 e 21 de outubro no Estádio do Morumbi.

Em comunicado, a Justiça informa que, segundo relato de consumidores, "houve a oferta de ingressos sem a efetiva disponibilização para venda, inclusive para pessoas com deficiência, que teriam encontrado os maiores entraves à aquisição dos convites". O foco da apuração é a empresa Tickets For Fun, que comercializa os ingressos.

Procurada, a empresa disse ao jornal "O Estado de S. Paulo", por meio de sua assessoria, que não irá se manifestar sobre o assunto. A banda iria se apresentar uma única vez em São Paulo, mas abriu mais dois dias por causa da alta demanda pelos ingressos. Os preços vão de R$ 130 a R$ 1.250.

Na manhã desta quinta, 29, fãs fizeram fila nos pontos de venda na capital paulista. Alguns passaram a madrugada no local. Muitos ali haviam desistido de comprar os ingressos online no período de pré-venda, com alegações de irregularidades pela empresa Tickets For Fun.

Venda online

Na quinta-feira, 29, a empresa BigData Corp divulgou uma pesquisa, encomendada pelo PayPal Brasil, sobre a venda de ingressos online para eventos de entretenimento no Brasil. De acordo com o estudo, São Paulo é a cidade com mais consumidores de ingressos para cinema, peças de teatro, concertos, shows, baladas, festas e eventos similares: 53,45% do total no País.

A pesquisa revelou também que, no Brasil, a faixa etária que mais compra ingressos online é a que está entre 41 e 50 anos, que respondem por 31,48% do total. O segundo grupo que mais consome esse tipo de serviço é de pessoas com mais de 50 anos, que representam 28,13%.

A fatia de pessoas entre 25 e 30 anos que compram ingressos online vem apenas em terceiro, com 24,41%. Pessoas entre 31 e 40 anos correspondem a 12,21% e jovens entre 18 e 25 anos somam apenas 3,77%.

Os dados apresentados fazem parte da pesquisa Tendências do E-commerce de Entretenimento do Brasil 2017. Para realizá-la, a empresa BigData ?varreu? os 20 milhões de sites existentes no Brasil entre 3 e 10 de abril deste ano.

A pesquisa foi apenas quantitativa e não avaliou o motivo desse comportamento. De acordo com o CEO da BigData Corp, Thoran Rodrigues, existem algumas teorias. "Normalmente, pessoas com mais de 40 anos possuem maior poder aquisitivo", analisa. Segundo Rodrigues, entra também nesta conta o caso de pais que compram bilhetes para os filhos.

O que corrobora com a teoria são os números por faixa de renda. Cerca de 41,2% de quem compra tíquetes para eventos online tem rendimento mensal entre quatro e 10 salários mínimos. Em seguida, estão pessoas com rendimento entre dois e quatro salários (32,46%). A lista segue com as com renda até dois salários (12,76%), entre 10 e 20 salários (11,23%) e acima de 20 salários mínimos (2,28%).

Em relação a gênero, a pesquisa indica que 63,4% desses consumidores são homens. Já no que diz respeito à localização geográfica, logo após os paulistas estão os fluminenses, com 15,44%, e os mineiros, com 7,79%. (Colaboraram Leandro Nunes e Bibiana Borba)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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