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Repasses federais à região somam R$ 8 mi

Deste montante, 93,4% foram destinados às prefeituras de Santo André e de Diadema


Leandro Baldini
Da Sucursal de Diadema

08/06/2008 | 07:04


Nos primeiros cinco meses deste ano, o governo federal repassou para as prefeituras do Grande ABC a quantia de R$ 8,4 milhões em recursos referentes a convênios assinados.

Deste montante, 93,4% foram destinados às prefeituras de Santo André e de Diadema. A administração do prefeito andreense João Avamileno (PT) levou vantagem, ao receber R$ 4,2 milhões (50% do valor total).

Já o Executivo de Diadema, comandado por José de Filippi Júnior (PT), recebeu a fatia de R$ 3,6 milhões ou 43,02% do valor repassado à região.

Na seqüência, aparece a Prefeitura de São Bernardo. O prefeito William Dib (PSB) registrou neste ano o recebimento de R$ 409,2 mil (4,87%).

Completam a tabela, as administrações de Ribeirão Pires, do prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 133 mil (1,35%) e a de Mauá, comandada por Leonel Damo (PV), que computou a entrada de R$ 29,7 mil (0,35%).

Os municípios de São Caetano e Rio Grande da Serra, dos prefeitos José Auricchio Júnior (PTB) e Adler Kiko Teixeira (PSDB), respectivamente, não receberam recursos.

Procurado, o Ministério da Casa Civil não se pronunciou sobre os critérios utilizados para a viabilização dos recursos.

No entanto, algumas administrações têm dificuldades em garantir a chegada de recursos por não entender o teor do trâmite administrativo. Assim, apostam em emendas parlamentares para reforçar suas ações de investimento em vez de investir na elaboração de projetos.

JUSTIFICATIVAS
Para o campeão de recebimento, o prefeito João Avamileno (PT), a cidade está adiantada nesta questão. "Temos projetos que regem a cartilha dos critérios. Não acredito que estamos na frente pela questão partidária", explica Avamileno, citando como exemplo a chegada de R$ 2,7 milhões para a construção do Viaduto Cassaqüera, previsto para ser concluído no próximo dia 21. O valor do convênio com a União para esse item é de R$ 4, 7 milhões.

Por nota, a Prefeitura de Diadema diz que o montante recebido "refere-se em sua totalidade a convênios firmados entre 2004 e 2007. A maior referência, cerca de R$ 2,6 milhões, diz respeito ao projeto de criação do Quarteirão da Saúde, assinado em 2005 com o Ministério da Saúde".

Já o prefeito de São Bernardo, William Dib (PSB), ironiza os resultados dos repasses. "Provavelmente, esse número enviado à cidade é o que eles arrecadam aqui com impostos. No entanto acho que não é um problema partidário, apenas uma coincidência", disse.

Segundo o prefeito de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB), o município não conseguiu recursos por esbarrar na burocracia. Além disso, o chefe do Executivo destaca que a cidade sofre para receber as emendas parlamentares. "Sempre sou informado que há contingenciamento. Com isso, trabalho com os recursos da própria cidade e com os repasses do governo estadual", explica.



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Repasses federais à região somam R$ 8 mi

Deste montante, 93,4% foram destinados às prefeituras de Santo André e de Diadema

Leandro Baldini
Da Sucursal de Diadema

08/06/2008 | 07:04


Nos primeiros cinco meses deste ano, o governo federal repassou para as prefeituras do Grande ABC a quantia de R$ 8,4 milhões em recursos referentes a convênios assinados.

Deste montante, 93,4% foram destinados às prefeituras de Santo André e de Diadema. A administração do prefeito andreense João Avamileno (PT) levou vantagem, ao receber R$ 4,2 milhões (50% do valor total).

Já o Executivo de Diadema, comandado por José de Filippi Júnior (PT), recebeu a fatia de R$ 3,6 milhões ou 43,02% do valor repassado à região.

Na seqüência, aparece a Prefeitura de São Bernardo. O prefeito William Dib (PSB) registrou neste ano o recebimento de R$ 409,2 mil (4,87%).

Completam a tabela, as administrações de Ribeirão Pires, do prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 133 mil (1,35%) e a de Mauá, comandada por Leonel Damo (PV), que computou a entrada de R$ 29,7 mil (0,35%).

Os municípios de São Caetano e Rio Grande da Serra, dos prefeitos José Auricchio Júnior (PTB) e Adler Kiko Teixeira (PSDB), respectivamente, não receberam recursos.

Procurado, o Ministério da Casa Civil não se pronunciou sobre os critérios utilizados para a viabilização dos recursos.

No entanto, algumas administrações têm dificuldades em garantir a chegada de recursos por não entender o teor do trâmite administrativo. Assim, apostam em emendas parlamentares para reforçar suas ações de investimento em vez de investir na elaboração de projetos.

JUSTIFICATIVAS
Para o campeão de recebimento, o prefeito João Avamileno (PT), a cidade está adiantada nesta questão. "Temos projetos que regem a cartilha dos critérios. Não acredito que estamos na frente pela questão partidária", explica Avamileno, citando como exemplo a chegada de R$ 2,7 milhões para a construção do Viaduto Cassaqüera, previsto para ser concluído no próximo dia 21. O valor do convênio com a União para esse item é de R$ 4, 7 milhões.

Por nota, a Prefeitura de Diadema diz que o montante recebido "refere-se em sua totalidade a convênios firmados entre 2004 e 2007. A maior referência, cerca de R$ 2,6 milhões, diz respeito ao projeto de criação do Quarteirão da Saúde, assinado em 2005 com o Ministério da Saúde".

Já o prefeito de São Bernardo, William Dib (PSB), ironiza os resultados dos repasses. "Provavelmente, esse número enviado à cidade é o que eles arrecadam aqui com impostos. No entanto acho que não é um problema partidário, apenas uma coincidência", disse.

Segundo o prefeito de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB), o município não conseguiu recursos por esbarrar na burocracia. Além disso, o chefe do Executivo destaca que a cidade sofre para receber as emendas parlamentares. "Sempre sou informado que há contingenciamento. Com isso, trabalho com os recursos da própria cidade e com os repasses do governo estadual", explica.

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