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Breve alegria

Depois da bonança, a tempestade. A inversão do ditado cabe perfeitamente para os vereadores de São Caetano Horácio Neto (Psol) e Edgard Nóbrega (PT)


Do Diário do Grande ABC

08/06/2008 | 00:00


Depois da bonança, a tempestade. A inversão do ditado popular cabe perfeitamente para os vereadores oposicionistas de São Caetano Horácio Neto (Psol) e Edgar Nóbrega (PT). Isso porque, no fim do mês passado, eles tiveram aprovado, nesta legislatura, o primeiro requerimento de informação dirigido a um integrante da administração.

Na ocasião, o documento foi enviado ao ouvidor municipal, Adauto Reggiani, para esclarecimentos sobre as reclamações pertinentes aos atrasos das entregas das contas de energia elétrica.

Entretanto, na última sessão, realizada terça-feira, os parlamentares clamaram pela aprovação de ao menos uma das 39 emendas propostas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Mas viram com decepção todas serem rejeitadas.

Para concluir o temporal de negativas da base de sustentação, observaram a recusa de outras quatro emendas relativas ao projeto de aumento salarial de 7,7% ao funcionalismo. "Eu acreditava num novo tempo", lamentou Nóbrega.

O petista fez uma analogia com a maratona para descrever a situação vivenciada na Câmara. "Para concluir os 42 quilômetros da corrida, tem de haver o primeiro passo."

Mas parece que no caso de São Caetano a comparação não pode ser aplicada.

Entrevista
Distante da região desde que deixou o comando do Paço de Rio Grande da Serra, em dezembro de 2004, o petista Ramon Velasquez lamenta o fato de, segundo ele, não ter sido aproveitado no Grande ABC. Desde então, vem atuando em administrações petistas na Região Metropolitana de São Paulo. Mesmo assim, afirma ter propriedade para criticar o prefeiturável do partido, Carlos Augusto César, o Cafu. Para ele, o petista perderá novamente para o tucano Adler Kiko Teixeira, a exemplo do que ocorreu há quatro anos. "Desta forma, acredito que ele encerra de vez seu projeto pessoal."

DIÁRIO - O que o sr. tem feito no momento, já que está distante da política do Grande ABC?

RAMON VELASQUEZ - Há cerca de um ano e meio estou atuando como secretário-executivo da Associação dos Municípios do Alto Tietê (que compreende 11 cidades da Região Metropolitana, como Suzano e Guarulhos),cargo equivalente ao de diretor-executivo do Consórcio Intermunicipal, ocupado pelo petista Márcio Chaves. É a sobrevivência para quem não abusou do poder. A vida é dura. Tive de voltar a trabalhar assim que deixei a Prefeitura (em dezembro de 2004).

DIÁRIO - O sr. acha, então, que poderia ser melhor aproveitado na região?

RAMON - Realmente não estou sendo aproveitado. Mas sou um soldado do PT e estou colaborando com outra região. Gostaria de contribuir mais para o Grande ABC. Se estivesse mais próximo, ficaria mais fácil minha participação ativa na política da região.

DIÁRIO - O sr. já chegou a elogiar a administração do prefeito de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB). Que balanço o sr. faz hoje do mandato dele?

RAMON - Ele tem sido exitoso. Até porque ele pegou uma máquina organizada, diferentemente do meu caso. O Kiko vai conseguir colher os frutos do que ele conseguiu fazer de positivo na cidade.

DIÁRIO - Isso significa que ele será reeleito?

RAMON - Com os erros que o PT de Rio Grande da Serra vem cometendo sucessivamente, isso só colabora para que o Kiko continue.

DIÁRIO - O sr. acha que Carlos Augusto César, o Cafu (PT), teria sido melhor prefeito caso tivesse vencido a eleição em 2004?

RAMON - Acho que o PT teria governado dentro do que imaginava. Mas com os últimos desdobramentos com o grupo do Cafu, eu temo quanto ao que ele poderia fazer. Falta uma postura mais séria dele.

DIÁRIO - O sr. tem a intenção de disputar novamente a Prefeitura em 2012?

RAMON - Não descarto. Tenho 44 anos e busco sempre aprender. Mesmo assim, não parto do pressuposto de que eu deveria ser a figura central. O PT tem diversos quadros. Acredito que o papel que exerço na Associação dos Municípios do Alto Tietê me credencia para isso.

DIÁRIO - Com o Cafu sendo derrotado, pelo seu prognóstico, como o sr. imagina o futuro político dele?

RAMON - Era hora de ele ser humilde e deixar o Benedito Araújo (presidente do PT) concorrer. Mas, desta forma, acredito que ele encerra de vez seu projeto pessoal. (Sérgio Vieira)

Destaque da semana

A prisão de um vereador

O líder de governo na Câmara de Diadema, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), foi preso na noite do último domingo e permaneceu 40 horas detido no 3º DP da cidade. Foi liberado na terça-feira, quando a Justiça aceitou um pedido de liberdade provisória.

A causa da detenção foi a invasão de um terreno na Rua das Perobas, 250, bairro Eldorado. Na ocasião, moradores do local denunciaram o suposto envolvimento do parlamentar na ação ao delegado do 1º DP, Mário Aydar Franco. O vereador nega e alega ter ido ao local resolver o impasse.

Maninho foi indiciado por três delitos: formação de quadrilha, ameaça e esbulho possessório (retirada total ou parcial da posse por violência ou precariedade do setor privado).

Um inquérito foi aberto e o petista será convocado a depor até o fim do mês.


VOCÊ SABIA
Ramon Velasquez comandou a Prefeitura de Rio Grande da Serra pela primeira vez em junho de 2000, durante seis meses, após uma seqüência de reviravoltas jurídicas, iniciadas na eleição de 1996.

No período, oito prefeitos chegaram a dirigir a cidade.

Ramon foi reeleito para o cargo em 2000, com 47,7% dos votos válidos. Terminou o mandato no dia 31 de dezembro de 2004. Não conseguiu eleger Cafu como seu sucessor.

Em 2001, foi o primeiro prefeito de Rio Grande da Serra a presidir o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.

Seis anos depois, outro chefe do Executivo voltou ao comando da entidade: o tucano Adler Kiko Teixeira.

FRASES

"Em 2004, nós tínhamos técnico, time e torcida. Só não tínhamos o juiz, ou melhor, a juíza."
Márcio Chaves Pires (PT), ex-vice-prefeito de Mauá, sobre a cassação do registro de sua candidatura a prefeito de Mauá, pouco antes do segundo turno, em 2004, pela então juíza eleitoral Ida Inês Del Cid.

"Queremos uma discussão aprofundada sobre a cidade e não sobre quem mora aqui."
Antonio Vladimir Trombini Campos, o Vladão (PCB), pré-candidato a prefeito de Diadema, referindo-se à discussão entre os prefeituráveis Mário Reali (PT) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB), iniciada pelo tucano que, no mês passado, disse que o petista não morava na cidade.

"Minha candidatura é sólida, fincada nos trabalhos sociais junto à população."
Ricardo Yoshio (PMN), vereador e pré-candidato a prefeito de Diadema, respondendo sobre não ter oficializado nenhum apoio a sua candidatura e nem ter anunciado o seu vice.


"Nós não precisamos de mais vereadores, mas de uma estrutura melhor para trabalharmos na Câmara."
José Ferreira (PT), vereador de São Bernardo, ao demonstrar posicionamento contrário à aprovação da PEC 333.

1 - O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) receberá amanhã título de cidadão sancaetanense. De autoria do vereador Edgar Nóbrega (PT), a condecoração será entregue em evento às 19h, no auditório da USCS (Universidade de São Caetano do Sul), à Rua Santo Antônio, 50, Centro. Nóbrega argumenta que Suplicy, ao longo de sua carreira política, tem sido exemplo de dignidade e transparência. Antes de receber a honraria, o senador terá encontro com o pré-candidato petista Jayme Tortorello.

2 - Para o ex-deputado estadual e presidente do PPS de São Caetano, Marquinho Tortorello, a única chance de seu partido voltar atrás e não lançar sua candidatura a prefeito é o PT comprovar, por meio de pesquisa, que Jayme Tortorello, seu tio e pré-candidato petista, irá disputar a eleição de igual para igual com o prefeito José Auricchio Júnior (PTB). Será?

3 - Os diretórios petistas de Santo André e São Bernardo realizam hoje encontros para traçar os rumos a serem adotados na eleição deste ano. Em Santo André, o debate acontece a partir das 9h no Sindicato dos Condutores. Já em São Bernardo, o encontro ocorrerá no auditório da Universidade Metodista de São Paulo, das 8h às 17h.

4 - Dois aliados do PT de Diadema seguem em um impasse. PMDB e PSC almejam a coligação proporcional com o PR. O partido já decidiu que estará com os cristãos, o que causou aborrecimento entre os peemedebistas. No entanto, a discussão segue arrastada e os petistas garantem que não vão interferir neste processo, alegando que essa decisão deve ser consensual entre os próprios aliados.

5 - Ventila-se em Diadema que o PT está bem próximo de tirar do bloco de sustentação do PSDB, o PTdoB. A legenda não confirma, porém cogita-se que o grupo está rachado na definição pelos lados. Enquanto isso, os tucanos seguem trabalhando pela adesão do PTB, atualmente no bloco dos petistas, e pelo PMN, que já teve candidatura anunciada a Prefeitura a ser representada pelo vereador Ricardo Yoshio.

6 - O Poupatempo Móvel atende, a partir de amanhã, a população de Santo André. A modalidade de atendimento itinerante do Poupatempo, um programa do governo do Estado de São Paulo, vinculado à Secretaria de Gestão Pública, ficará no estacionamento do ABC Plaza Shopping, localizado à Avenida Industrial, 600, no Centro, entre os dias 9 e 28 de junho. O atendimento acontece de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h.



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Breve alegria

Depois da bonança, a tempestade. A inversão do ditado cabe perfeitamente para os vereadores de São Caetano Horácio Neto (Psol) e Edgard Nóbrega (PT)

Do Diário do Grande ABC

08/06/2008 | 00:00


Depois da bonança, a tempestade. A inversão do ditado popular cabe perfeitamente para os vereadores oposicionistas de São Caetano Horácio Neto (Psol) e Edgar Nóbrega (PT). Isso porque, no fim do mês passado, eles tiveram aprovado, nesta legislatura, o primeiro requerimento de informação dirigido a um integrante da administração.

Na ocasião, o documento foi enviado ao ouvidor municipal, Adauto Reggiani, para esclarecimentos sobre as reclamações pertinentes aos atrasos das entregas das contas de energia elétrica.

Entretanto, na última sessão, realizada terça-feira, os parlamentares clamaram pela aprovação de ao menos uma das 39 emendas propostas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Mas viram com decepção todas serem rejeitadas.

Para concluir o temporal de negativas da base de sustentação, observaram a recusa de outras quatro emendas relativas ao projeto de aumento salarial de 7,7% ao funcionalismo. "Eu acreditava num novo tempo", lamentou Nóbrega.

O petista fez uma analogia com a maratona para descrever a situação vivenciada na Câmara. "Para concluir os 42 quilômetros da corrida, tem de haver o primeiro passo."

Mas parece que no caso de São Caetano a comparação não pode ser aplicada.

Entrevista
Distante da região desde que deixou o comando do Paço de Rio Grande da Serra, em dezembro de 2004, o petista Ramon Velasquez lamenta o fato de, segundo ele, não ter sido aproveitado no Grande ABC. Desde então, vem atuando em administrações petistas na Região Metropolitana de São Paulo. Mesmo assim, afirma ter propriedade para criticar o prefeiturável do partido, Carlos Augusto César, o Cafu. Para ele, o petista perderá novamente para o tucano Adler Kiko Teixeira, a exemplo do que ocorreu há quatro anos. "Desta forma, acredito que ele encerra de vez seu projeto pessoal."

DIÁRIO - O que o sr. tem feito no momento, já que está distante da política do Grande ABC?

RAMON VELASQUEZ - Há cerca de um ano e meio estou atuando como secretário-executivo da Associação dos Municípios do Alto Tietê (que compreende 11 cidades da Região Metropolitana, como Suzano e Guarulhos),cargo equivalente ao de diretor-executivo do Consórcio Intermunicipal, ocupado pelo petista Márcio Chaves. É a sobrevivência para quem não abusou do poder. A vida é dura. Tive de voltar a trabalhar assim que deixei a Prefeitura (em dezembro de 2004).

DIÁRIO - O sr. acha, então, que poderia ser melhor aproveitado na região?

RAMON - Realmente não estou sendo aproveitado. Mas sou um soldado do PT e estou colaborando com outra região. Gostaria de contribuir mais para o Grande ABC. Se estivesse mais próximo, ficaria mais fácil minha participação ativa na política da região.

DIÁRIO - O sr. já chegou a elogiar a administração do prefeito de Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB). Que balanço o sr. faz hoje do mandato dele?

RAMON - Ele tem sido exitoso. Até porque ele pegou uma máquina organizada, diferentemente do meu caso. O Kiko vai conseguir colher os frutos do que ele conseguiu fazer de positivo na cidade.

DIÁRIO - Isso significa que ele será reeleito?

RAMON - Com os erros que o PT de Rio Grande da Serra vem cometendo sucessivamente, isso só colabora para que o Kiko continue.

DIÁRIO - O sr. acha que Carlos Augusto César, o Cafu (PT), teria sido melhor prefeito caso tivesse vencido a eleição em 2004?

RAMON - Acho que o PT teria governado dentro do que imaginava. Mas com os últimos desdobramentos com o grupo do Cafu, eu temo quanto ao que ele poderia fazer. Falta uma postura mais séria dele.

DIÁRIO - O sr. tem a intenção de disputar novamente a Prefeitura em 2012?

RAMON - Não descarto. Tenho 44 anos e busco sempre aprender. Mesmo assim, não parto do pressuposto de que eu deveria ser a figura central. O PT tem diversos quadros. Acredito que o papel que exerço na Associação dos Municípios do Alto Tietê me credencia para isso.

DIÁRIO - Com o Cafu sendo derrotado, pelo seu prognóstico, como o sr. imagina o futuro político dele?

RAMON - Era hora de ele ser humilde e deixar o Benedito Araújo (presidente do PT) concorrer. Mas, desta forma, acredito que ele encerra de vez seu projeto pessoal. (Sérgio Vieira)

Destaque da semana

A prisão de um vereador

O líder de governo na Câmara de Diadema, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho (PT), foi preso na noite do último domingo e permaneceu 40 horas detido no 3º DP da cidade. Foi liberado na terça-feira, quando a Justiça aceitou um pedido de liberdade provisória.

A causa da detenção foi a invasão de um terreno na Rua das Perobas, 250, bairro Eldorado. Na ocasião, moradores do local denunciaram o suposto envolvimento do parlamentar na ação ao delegado do 1º DP, Mário Aydar Franco. O vereador nega e alega ter ido ao local resolver o impasse.

Maninho foi indiciado por três delitos: formação de quadrilha, ameaça e esbulho possessório (retirada total ou parcial da posse por violência ou precariedade do setor privado).

Um inquérito foi aberto e o petista será convocado a depor até o fim do mês.


VOCÊ SABIA
Ramon Velasquez comandou a Prefeitura de Rio Grande da Serra pela primeira vez em junho de 2000, durante seis meses, após uma seqüência de reviravoltas jurídicas, iniciadas na eleição de 1996.

No período, oito prefeitos chegaram a dirigir a cidade.

Ramon foi reeleito para o cargo em 2000, com 47,7% dos votos válidos. Terminou o mandato no dia 31 de dezembro de 2004. Não conseguiu eleger Cafu como seu sucessor.

Em 2001, foi o primeiro prefeito de Rio Grande da Serra a presidir o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.

Seis anos depois, outro chefe do Executivo voltou ao comando da entidade: o tucano Adler Kiko Teixeira.

FRASES

"Em 2004, nós tínhamos técnico, time e torcida. Só não tínhamos o juiz, ou melhor, a juíza."
Márcio Chaves Pires (PT), ex-vice-prefeito de Mauá, sobre a cassação do registro de sua candidatura a prefeito de Mauá, pouco antes do segundo turno, em 2004, pela então juíza eleitoral Ida Inês Del Cid.

"Queremos uma discussão aprofundada sobre a cidade e não sobre quem mora aqui."
Antonio Vladimir Trombini Campos, o Vladão (PCB), pré-candidato a prefeito de Diadema, referindo-se à discussão entre os prefeituráveis Mário Reali (PT) e José Augusto da Silva Ramos (PSDB), iniciada pelo tucano que, no mês passado, disse que o petista não morava na cidade.

"Minha candidatura é sólida, fincada nos trabalhos sociais junto à população."
Ricardo Yoshio (PMN), vereador e pré-candidato a prefeito de Diadema, respondendo sobre não ter oficializado nenhum apoio a sua candidatura e nem ter anunciado o seu vice.


"Nós não precisamos de mais vereadores, mas de uma estrutura melhor para trabalharmos na Câmara."
José Ferreira (PT), vereador de São Bernardo, ao demonstrar posicionamento contrário à aprovação da PEC 333.

1 - O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) receberá amanhã título de cidadão sancaetanense. De autoria do vereador Edgar Nóbrega (PT), a condecoração será entregue em evento às 19h, no auditório da USCS (Universidade de São Caetano do Sul), à Rua Santo Antônio, 50, Centro. Nóbrega argumenta que Suplicy, ao longo de sua carreira política, tem sido exemplo de dignidade e transparência. Antes de receber a honraria, o senador terá encontro com o pré-candidato petista Jayme Tortorello.

2 - Para o ex-deputado estadual e presidente do PPS de São Caetano, Marquinho Tortorello, a única chance de seu partido voltar atrás e não lançar sua candidatura a prefeito é o PT comprovar, por meio de pesquisa, que Jayme Tortorello, seu tio e pré-candidato petista, irá disputar a eleição de igual para igual com o prefeito José Auricchio Júnior (PTB). Será?

3 - Os diretórios petistas de Santo André e São Bernardo realizam hoje encontros para traçar os rumos a serem adotados na eleição deste ano. Em Santo André, o debate acontece a partir das 9h no Sindicato dos Condutores. Já em São Bernardo, o encontro ocorrerá no auditório da Universidade Metodista de São Paulo, das 8h às 17h.

4 - Dois aliados do PT de Diadema seguem em um impasse. PMDB e PSC almejam a coligação proporcional com o PR. O partido já decidiu que estará com os cristãos, o que causou aborrecimento entre os peemedebistas. No entanto, a discussão segue arrastada e os petistas garantem que não vão interferir neste processo, alegando que essa decisão deve ser consensual entre os próprios aliados.

5 - Ventila-se em Diadema que o PT está bem próximo de tirar do bloco de sustentação do PSDB, o PTdoB. A legenda não confirma, porém cogita-se que o grupo está rachado na definição pelos lados. Enquanto isso, os tucanos seguem trabalhando pela adesão do PTB, atualmente no bloco dos petistas, e pelo PMN, que já teve candidatura anunciada a Prefeitura a ser representada pelo vereador Ricardo Yoshio.

6 - O Poupatempo Móvel atende, a partir de amanhã, a população de Santo André. A modalidade de atendimento itinerante do Poupatempo, um programa do governo do Estado de São Paulo, vinculado à Secretaria de Gestão Pública, ficará no estacionamento do ABC Plaza Shopping, localizado à Avenida Industrial, 600, no Centro, entre os dias 9 e 28 de junho. O atendimento acontece de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h.

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