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EUA suspenderam uso de tortura em interrogatórios, diz jornal


Da AFP

27/06/2004 | 11:20


A CIA (agência de inteligência dos Estados Unidos) suspendeu o uso de torturas em seus interrogatórios enquanto aguarda que o Departamento de Justiça e advogados do governo definam novas diretrizes sobre o tema. A informação foi divulgada neste domingo pelo o jornal norte-americano Washington Post, que lembrou que as torturas a presos no Iraque e no Afeganistão haviam sido autorizadas pelo governo do presidente George W. Bush.

As torturas incluem simulação de afogamento, privação de medicamentos para lesões, posições incômodas ou dolorosas, punição com luz ou barulho, privação do sono e fazer com que os prisioneiros pensem que estão sendo interrogados por outro governo, segundo o jornal.

"Tudo está parado", disse ao Post um ex-funcionário influente da CIA que soube da decisão. "Tudo foi detido até que confirmemos que estamos fazendo algo legal", acrescentou.

De acordo com o Post, a determinação inclui os locais de detenção da CIA ao redor do mundo onde agentes interrogam supostos membros da rede terrorista Al Qaeda, mas não a prisão militar da base naval de Guantánamo (Cuba) e outras.

A suspensão está relacionada com a decisão da Casa Branca, anunciada na última terça-feira, de revisar e rescrever trechos de um memorando legal do Departamento de Justiça de 1º de agosto de 2002, que afirma que a tortura em interrogatórios pode ser justificada em alguns casos.

A Casa Branca disse que o documento foi elaborado por um pequeno grupo de advogados do Departamento de Justiça, mas segundo o jornal, funcionários do governo confirmaram que o texto foi aprovado por muitas pessoas, incluindo advogados do Conselho de Segurança Nacional, do Departamento Legal da Casa Branca e do gabinete do vice-presidente Dick Cheney.



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EUA suspenderam uso de tortura em interrogatórios, diz jornal

Da AFP

27/06/2004 | 11:20


A CIA (agência de inteligência dos Estados Unidos) suspendeu o uso de torturas em seus interrogatórios enquanto aguarda que o Departamento de Justiça e advogados do governo definam novas diretrizes sobre o tema. A informação foi divulgada neste domingo pelo o jornal norte-americano Washington Post, que lembrou que as torturas a presos no Iraque e no Afeganistão haviam sido autorizadas pelo governo do presidente George W. Bush.

As torturas incluem simulação de afogamento, privação de medicamentos para lesões, posições incômodas ou dolorosas, punição com luz ou barulho, privação do sono e fazer com que os prisioneiros pensem que estão sendo interrogados por outro governo, segundo o jornal.

"Tudo está parado", disse ao Post um ex-funcionário influente da CIA que soube da decisão. "Tudo foi detido até que confirmemos que estamos fazendo algo legal", acrescentou.

De acordo com o Post, a determinação inclui os locais de detenção da CIA ao redor do mundo onde agentes interrogam supostos membros da rede terrorista Al Qaeda, mas não a prisão militar da base naval de Guantánamo (Cuba) e outras.

A suspensão está relacionada com a decisão da Casa Branca, anunciada na última terça-feira, de revisar e rescrever trechos de um memorando legal do Departamento de Justiça de 1º de agosto de 2002, que afirma que a tortura em interrogatórios pode ser justificada em alguns casos.

A Casa Branca disse que o documento foi elaborado por um pequeno grupo de advogados do Departamento de Justiça, mas segundo o jornal, funcionários do governo confirmaram que o texto foi aprovado por muitas pessoas, incluindo advogados do Conselho de Segurança Nacional, do Departamento Legal da Casa Branca e do gabinete do vice-presidente Dick Cheney.

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