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Falha no revólver salva balconista de morte


Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

16/06/2004 | 21:31


Por pouco, a balconista M.R.F., 24 anos, não foi morta no final da noite desta terça pelo ex-cunhado, um adolescente de apenas 16 anos, ex-interno da Febem, segundo a polícia. O garoto invadiu a casa de M., na Vila Conceição, em Diadema, e atirou duas vezes em sua direção, mas as balas picotaram – quando gatilho é acionado, mas, por defeito da munição, o disparo não é efetuado. A briga entre os dois teria tido início em meados de abril, quando M. o chamou de ‘moleque‘, apelido de infância do atirador.

O adolescente estava cercado por um grupo de amigos e não teria gostado da brincadeira. “Desde então ele passou a me perseguir”, afirmou a balconista. Na noite desta terça, em mais uma de suas investidas contra a ex-cunhada, que há sete anos foi casada com seu irmão, o garoto partiu decidido em dar fim a caçada. Eram 22h30. Ela voltava para sua casa na companhia do namorado, A.C., 20 anos, quando percebeu a aproximação do adolescente. Com medo, os dois correram para a casa do rapaz.

A. se escondeu embaixo de uma escada, enquanto o garoto seguiu no encalço da balconista residência adentro. Os disparos foram feitos na sala, em meio ao corre-corre. A. deixou seu esconderijo e avançou na direção do rapaz. Os dois chegaram a trocar socos, mas o garoto conseguiu escapar, levando a arma do crime. Até a tarde desta quarta, ele ainda permanecia foragido. A polícia, no entanto, já tem nas mãos uma fotografia do adolescente ao lado de familiares.

O atirador morava na casa de um amigo, poucas quadras distante dali, e sob o colchão onde dormia os agentes encontraram um revólver. Mas segundo a balconista, aquela não havia sido a arma usada no crime. Na residência estava apenas o pai do amigo do atirador, o aposentado Duarte Milcar, que acabou sendo preso pelo porte ilegal da arma.



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Falha no revólver salva balconista de morte

Rodrigo Cipriano
Do Diário do Grande ABC

16/06/2004 | 21:31


Por pouco, a balconista M.R.F., 24 anos, não foi morta no final da noite desta terça pelo ex-cunhado, um adolescente de apenas 16 anos, ex-interno da Febem, segundo a polícia. O garoto invadiu a casa de M., na Vila Conceição, em Diadema, e atirou duas vezes em sua direção, mas as balas picotaram – quando gatilho é acionado, mas, por defeito da munição, o disparo não é efetuado. A briga entre os dois teria tido início em meados de abril, quando M. o chamou de ‘moleque‘, apelido de infância do atirador.

O adolescente estava cercado por um grupo de amigos e não teria gostado da brincadeira. “Desde então ele passou a me perseguir”, afirmou a balconista. Na noite desta terça, em mais uma de suas investidas contra a ex-cunhada, que há sete anos foi casada com seu irmão, o garoto partiu decidido em dar fim a caçada. Eram 22h30. Ela voltava para sua casa na companhia do namorado, A.C., 20 anos, quando percebeu a aproximação do adolescente. Com medo, os dois correram para a casa do rapaz.

A. se escondeu embaixo de uma escada, enquanto o garoto seguiu no encalço da balconista residência adentro. Os disparos foram feitos na sala, em meio ao corre-corre. A. deixou seu esconderijo e avançou na direção do rapaz. Os dois chegaram a trocar socos, mas o garoto conseguiu escapar, levando a arma do crime. Até a tarde desta quarta, ele ainda permanecia foragido. A polícia, no entanto, já tem nas mãos uma fotografia do adolescente ao lado de familiares.

O atirador morava na casa de um amigo, poucas quadras distante dali, e sob o colchão onde dormia os agentes encontraram um revólver. Mas segundo a balconista, aquela não havia sido a arma usada no crime. Na residência estava apenas o pai do amigo do atirador, o aposentado Duarte Milcar, que acabou sendo preso pelo porte ilegal da arma.

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