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Traffic mostra indiferença à mudança na comissão técnica



19/02/2010 | 07:00


A Traffic adotou discurso brando para comentar a troca de técnico. O presidente-executivo da parceira palmeirense, Júlio Mariz, mostrou indiferença ao ser comunicado que Muricy havia sido demitido. Segundo ele, isso não muda a relação com o clube.

"A saída dele não muda absolutamente nada para nós. Nossa relação é com o Palmeiras e não com o treinador", explicou Mariz, que garantiu não ter sido consultado antes da queda do técnico. "Eu nem sabia que ele havia caído. Estava tentando falar com o Belluzzo (presidente do Palmeiras) para saber se tinha alguma novidade", disse o chefão.

Gilberto Cipullo, vice-presidente de futebol, revelou que antes de anunciar até para Muricy que ele não ficaria, entrou em contato com a Traffic.

Muricy disse várias vezes que indicava jogadores para a parceira. Velázquez foi um deles. Mas Mariz revelou que o treinador não tinha tanto espaço como dizia. "A gente falava pouco com ele, nos relacionávamos mais com o Toninho (Cecílio, outro demitido), com o Cipullo e com o Belluzzo", explicou o gerente.

Dispensas atingem 24 técnicos nas três séries do Paulista

Demissão de técnicos já é prática comum, mesmo no início de temporada. Só no Paulista deste ano, em pouco mais de um mês de disputa, 24 treinadores foram dispensados nas três séries de competição. A maioria na A-2, em que o número de trocas supera os jogos do torneio, dez até agora.

Com a demissão dos técnicos Leandro Couto, do Marília, e Edmílson de Jesus, do Flamengo, de Guarulhos, ontem, o registro subiu para 12, correspondente ao total das dispensas nas outras séries - a A-1 teve cinco, incluindo Muricy Ramalho, e a A-3, sete.

Todas as trocas ocorreram sob o argumento de mau desempenho. "A dança dos técnicos é ruim, mas todo clube espera se recuperar e precisa dar uma mexida. Tirar o treinador já faz parte da cultura do futebol", argumentou o presidente do América, na Série A-2, Alcides Zanirato.

Para o presidente do Sindicato dos Treinadores de Futebol de São Paulo, Sebastião Lapola, tal cultura tem de mudar. "Demissões no início do campeonato beiram o absurdo e não combinam com o nível do futebol brasileiro."



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