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Petroquímica do RJ aguarda licenciamento ambiental



04/02/2007 | 22:36


A Petrobras já obteve da Prefeitura de Itaboraí (RJ) uma certidão reconhecendo que o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), obra inserida no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), será instalado em uma ZEI (Zona Estritamente Industrial).

O documento é pré-requisito para o início do processo de licenciamento ambiental junto as autoridades estaduais, que deverá ser novamente discutido em reunião marcada para o próximo dia 12, com representantes de todos os órgãos e empresas envolvidos.

O Comperj deverá produzir anualmente 1,3 milhão de toneladas de eteno, 900 mil toneladas de propeno, 360 mil toneladas de benzeno e 700 mil toneladas de p-xileno, além de derivados de petróleo como o coque.

Durante as obras de construção, a estimativa da Petrobras é de que sejam criados 212 mil empregos(diretos e indiretos). Na fase de implantação das empresas de segunda geração, deverão ser incorporados outros 200 mil empregos.

Os investimentos estimados inicialmente no Comperj serão de cerca de US$ 6,5 bilhões, volume que poderá chegar a cerca de US$ 8,5 bilhões quando forem agregadas ao projeto as cerca de 200 indústrias de transformação que integração o complexo, já considerado o maior empreendimento industrial das últimas décadas no Brasil e um dos maiores do mundo no setor petroquímico.

Em operação, o Comperj terá capacidade para processar 150 mil barris por dia de petróleo pesado proveniente da Bacia de Campos e produzir matéria-prima petroquímica e derivados. Nele, a Petrobras e seus parceiros vão implantar a Unidade Petroquímica Básica (central petroquímica de primeira geração), com investimentos totais estimados em US$ 3,5 bilhões, destinados à produção de matérias-primas básicas (eteno, propeno, benzeno e paraxileno).


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