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Mulher é encontrada morta dentro de carro

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Willian Novaes
Do Diário do Grande ABC

04/01/2010 | 07:04


O corpo de Sandra Maria Ferreira, 39 anos, foi encontrado, na manhã de ontem, dentro do seu carro com sinais de estrangulamento e queimaduras, na Vila Pires, em Santo André.

Por volta das 9h, um homem que passeava com o seu cachorro pela Rua Alba Frota, que fica atrás do Cemitério da Vila Pires, viu uma pessoa desacordada dentro do Corsa Sedan, prata. Desconfiado, chamou os homens da GCM (Guarda Civil Metropolitano) que faziam ronda na região.

"Quando chegamos vimos que se tratava de uma pessoa morta no interior do veículo", disse o guarda Valmir Batista Santos. "Tentaram colocar fogo no corpo, mas quem fez fechou a porta e o fogo se apagou", conta o guardo Rodrigo Masquiari.

A Polícia Civil foi chamada e os investigadores encontram Sandra sentada no banco do motorista, descalça, com o corpo caído para o lado do passageiro. Dentro do carro tinha um copo de café, um maço de cigarro e dois galões abertos com álcool.

Os investigadores descobriram que Sandra havia comprado o café e o cigarro, por volta das 6h30, em uma padaria na Avenida Dom Pedro I, que fica próximo do local onde o corpo foi encontrado.

Segundo os funcionários da padaria, a vítima entrou sozinha no estabelecimento e fez a compra rapidamente.

A Polícia solicitou as imagens do circuito interno de segurança para saber se havia alguém com a vítima no lado de fora do estabelecimento.

O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Capital foi acionado e os policiais começaram as investigações. Os homens foram até a casa do ex-marido de Sandra, devido um boletim de ocorrência de ameaça que ela teria registrado contra ele no ano passado. Os investigadores fizeram as alguns perguntas e foram embora.

A vítima morava no Jardim Santo André e até a tarde nenhum familiar havia ido ao IML (Instituto Médico Legal) para reconhecer o corpo.

O crime foi registrado como homicídio a solucionar no 4° DP de Santo André.



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