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GCM é acusada de agredir sem-teto


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

30/11/2014 | 07:00


Integrantes do MLB (Movimento de Lutas nos Bairros e Favelas), ligados à reforma urbana e moradia, acusaram equipe da GCM (Guarda Civil Municipal), de São Bernardo, após ocupação de terreno no bairro Cooperativa, ocorrida na manhã de ontem.

Segundo os líderes do movimento, os guardas “abusaram do poder de autoridade” e realizaram a retirada utilizando bombas de efeito moral e tiros com bala de borracha. A área foi ocupada por cerca de 300 famílias. Muitos participantes da ação apresentaram lesões corporais. “A localidade é de natureza particular. Nós pesquisamos antes de ocupar e faz muito tempo que está abandonada”, explicou Gabriela Valentin, uma das líderes do grupo, enfatizando que a ação ocorreu em pouco menos de 20 minutos, no momento em que aguardavam a negociação. “O filho do dono do terreno já havia conversado conosco e não determinou nada. Depois os guardas vieram e pediram para que nós saíssemos, o que não fizemos, pois não teve diálogo”, adicionou Gabriela.

Depois do embate, o grupo se separou, mas 50 pessoas se dirigiram à frente da residência do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT). No local, nova confusão, desta vez com troca de ofensas com os guardas. Após algumas horas, desistiram de esperar e foram embora. “Não vamos recuar. O que ocorreu foi uma vergonha”, disse Gabriela. 



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GCM é acusada de agredir sem-teto

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

30/11/2014 | 07:00


Integrantes do MLB (Movimento de Lutas nos Bairros e Favelas), ligados à reforma urbana e moradia, acusaram equipe da GCM (Guarda Civil Municipal), de São Bernardo, após ocupação de terreno no bairro Cooperativa, ocorrida na manhã de ontem.

Segundo os líderes do movimento, os guardas “abusaram do poder de autoridade” e realizaram a retirada utilizando bombas de efeito moral e tiros com bala de borracha. A área foi ocupada por cerca de 300 famílias. Muitos participantes da ação apresentaram lesões corporais. “A localidade é de natureza particular. Nós pesquisamos antes de ocupar e faz muito tempo que está abandonada”, explicou Gabriela Valentin, uma das líderes do grupo, enfatizando que a ação ocorreu em pouco menos de 20 minutos, no momento em que aguardavam a negociação. “O filho do dono do terreno já havia conversado conosco e não determinou nada. Depois os guardas vieram e pediram para que nós saíssemos, o que não fizemos, pois não teve diálogo”, adicionou Gabriela.

Depois do embate, o grupo se separou, mas 50 pessoas se dirigiram à frente da residência do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT). No local, nova confusão, desta vez com troca de ofensas com os guardas. Após algumas horas, desistiram de esperar e foram embora. “Não vamos recuar. O que ocorreu foi uma vergonha”, disse Gabriela. 

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