Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 30 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Diadema faz Natal feliz para 360 famílias ao entregar imóveis

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Conjuntos habitacionais Mazzaferro I e II irão acolher cerca de 1.500 munícipes que antes residiam em áreas de risco da cidade


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

30/11/2014 | 07:00


Pela primeira vez, a auxiliar de limpeza Adriane Figueiredo, 43 anos, de Diadema, terá casa própria. Hoje, é o seu último dia em imóvel emprestado há dez anos. Ela recebeu ontem a chave simbólica do seu novo apartamento, localizado em um dos conjuntos habitacionais Mazzaferro I e II, na Rua do Pau Café, no bairro Casa Grande. “Vou morar com três dos meus cinco filhos. Será o Natal mais feliz da vida.”

O apartamento da auxiliar integra grupo de 360 moradias, construídas em 12 meses por meio de parceria da Prefeitura com o governo federal, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, a famílias com renda entre um e três salários mínimos. O secretário municipal de Habitação, Eduardo Monteiro, explicou que o terreno, de 20 mil metros quadrados, pertencia ao município. O governo federal investiu R$ 23,4 milhões na construção, que acolherá cerca de 1.500 pessoas que residem em áreas de risco.

Durante a cerimônia de entrega simbólica das chaves, o prefeito Lauro Michels (PV) garantiu que, ainda neste ano, irá inaugurar mais 200 unidades habitacionais em outros conjuntos. “Em todo o mandato, vamos reduzir 40% da demanda por moradia”, declarou. Monteiro calculou que, no início do governo, o deficit aproximado era de 9.500 imóveis. “Vamos entregar, nos quatro anos, cerca de 3.000”, destacou o chefe do Executivo.

O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) observou que não há participação do governo do Estado no local. “Mas a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) tem muito dinheiro para investir em Habitação. Precisamos muito de parcerias de prefeituras como essa para avançar.”

A dona de casa Nair Alves Silva, 45, também foi sorteada para ter a casa própria no condomínio. Ontem, após dar uma olhada em um dos imóveis abertos para a visita, ainda não sabia o valor mensal que pagaria durante os dez anos, como ditam as regras do programa federal. Mas comemorou, tendo em vista que sairá de um aluguel, de R$ 600, para 120 parcelas de, no máximo, R$ 80. Cada morador desembolsará 5% da renda familiar. “No dia 10 eu quero mudar para cá”, disse.

A secretária nacional de Habitação, Inês da Silva Magalhães, explicou que a Prefeitura receberá repasse para estimular os moradores a fazer a boa utilização dos imóveis. “Nosso intuito é deixar o condomínio sustentável”, acrescentou.

Inês exemplificou como estímulos as orientações para melhor utilização da água, luz, manutenção do empreendimento e para que seja criado conselho do condomínio e realizada eleição de síndico.

ESTRUTURA

O local conta com nove blocos de cinco andares cada um. Isso considerando quatro pavimentos e o piso térreo. São oito apartamentos em cada andar.

As famílias terão 43,48 metros quadrados para distribuir seus móveis e aparelhos domésticos em cada unidade. Os habitantes terão mais privacidade, já que cada moradia conta com dois dormitórios. O apartamento tem ainda sala, banheiro, cozinha e área de serviço. O condomínio tem 180 vagas de estacionamento, centro comunitário, playground e paisagismo. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Diadema faz Natal feliz para 360 famílias ao entregar imóveis

Conjuntos habitacionais Mazzaferro I e II irão acolher cerca de 1.500 munícipes que antes residiam em áreas de risco da cidade

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

30/11/2014 | 07:00


Pela primeira vez, a auxiliar de limpeza Adriane Figueiredo, 43 anos, de Diadema, terá casa própria. Hoje, é o seu último dia em imóvel emprestado há dez anos. Ela recebeu ontem a chave simbólica do seu novo apartamento, localizado em um dos conjuntos habitacionais Mazzaferro I e II, na Rua do Pau Café, no bairro Casa Grande. “Vou morar com três dos meus cinco filhos. Será o Natal mais feliz da vida.”

O apartamento da auxiliar integra grupo de 360 moradias, construídas em 12 meses por meio de parceria da Prefeitura com o governo federal, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, a famílias com renda entre um e três salários mínimos. O secretário municipal de Habitação, Eduardo Monteiro, explicou que o terreno, de 20 mil metros quadrados, pertencia ao município. O governo federal investiu R$ 23,4 milhões na construção, que acolherá cerca de 1.500 pessoas que residem em áreas de risco.

Durante a cerimônia de entrega simbólica das chaves, o prefeito Lauro Michels (PV) garantiu que, ainda neste ano, irá inaugurar mais 200 unidades habitacionais em outros conjuntos. “Em todo o mandato, vamos reduzir 40% da demanda por moradia”, declarou. Monteiro calculou que, no início do governo, o deficit aproximado era de 9.500 imóveis. “Vamos entregar, nos quatro anos, cerca de 3.000”, destacou o chefe do Executivo.

O deputado estadual Orlando Morando (PSDB) observou que não há participação do governo do Estado no local. “Mas a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) tem muito dinheiro para investir em Habitação. Precisamos muito de parcerias de prefeituras como essa para avançar.”

A dona de casa Nair Alves Silva, 45, também foi sorteada para ter a casa própria no condomínio. Ontem, após dar uma olhada em um dos imóveis abertos para a visita, ainda não sabia o valor mensal que pagaria durante os dez anos, como ditam as regras do programa federal. Mas comemorou, tendo em vista que sairá de um aluguel, de R$ 600, para 120 parcelas de, no máximo, R$ 80. Cada morador desembolsará 5% da renda familiar. “No dia 10 eu quero mudar para cá”, disse.

A secretária nacional de Habitação, Inês da Silva Magalhães, explicou que a Prefeitura receberá repasse para estimular os moradores a fazer a boa utilização dos imóveis. “Nosso intuito é deixar o condomínio sustentável”, acrescentou.

Inês exemplificou como estímulos as orientações para melhor utilização da água, luz, manutenção do empreendimento e para que seja criado conselho do condomínio e realizada eleição de síndico.

ESTRUTURA

O local conta com nove blocos de cinco andares cada um. Isso considerando quatro pavimentos e o piso térreo. São oito apartamentos em cada andar.

As famílias terão 43,48 metros quadrados para distribuir seus móveis e aparelhos domésticos em cada unidade. Os habitantes terão mais privacidade, já que cada moradia conta com dois dormitórios. O apartamento tem ainda sala, banheiro, cozinha e área de serviço. O condomínio tem 180 vagas de estacionamento, centro comunitário, playground e paisagismo. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;