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Juros desaceleram alta e fecham perto da estabilidade

Marcos Santos/USP Imagens Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


15/08/2018 | 16:51


Os juros futuros fecharam a sessão regular desta quarta-feira, 15, perto da estabilidade, após passarem a maior parte da quarta-feira em alta. A desaceleração do ritmo é vista mais como uma pausa, na ausência de um noticiário mais forte à tarde, do que como movimento firme, uma vez que a crise na Turquia segue no centro das atenções. Os ativos de economias de países emergentes tiveram uma nova rodada de perdas, em especial as moedas, sendo a única exceção justamente a lira turca, em função de medida adotada pelo governo para restringir o acesso de investidores estrangeiros.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 fechou em 8,19%, de 8,17% no ajuste de terça, e a do DI para janeiro de 2021 passou de 9,23% para 9,22%. A taxa do DI para janeiro de 2023 fechou estável em 10,71% e a do DI para janeiro de 2025 encerrou em 11,42%, de 11,39%.

A queda de braço entre os governos norte-americano e turco, que tem como pano de fundo a manutenção de um pastor americano em prisão domiciliar no país, teve nesta quarta novos capítulos. A Turquia anunciou elevação de tarifas sobre 22 tipos de produtos importados dos Estados Unidos, que representam US$ 533 milhões. "

Os Estados Unidos são um importante parceiro comercial, mas não são nosso único parceiro. Temos outros parceiros e mercados alternativos", disse a ministra do Comércio da Turquia, Ruhsar Pekcan.

Em resposta, a Casa Branca afirmou que a Turquia tratou o pastor "muito injustamente", que os Estados Unidos não "esqueceriam disso" e que mesmo com a libertação do pastor a tarifa para a importação de aço turco não seria removida.

Perto das 16h20, o dólar tinha alta generalizada entre as moedas emergentes, exceto em relação à lira, ante a qual recuava pouco mais de 6%. Na outra ponta, a mais penalizada era o rand sul-africano, sobre o qual o dólar subia 2,39%. No Brasil, o dólar à vista avançava 1,13%, aos R$ 3,9052.



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