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Ácido glutâmico


Leo Kahn

27/07/2018 | 07:00


Também chamado de glutamato, faz parte do grupo dos aminoácidos não essenciais, possui um radical ácido carboxílico, é absorvido através da dieta pelo intestino delgado e produzido pelo organismo através do cérebro.

Precursor de outros aminoácidos como glutamina, prolina, arginina, gaba, ornitina, auxilia na formação dos metabólitos ácido pirúvico/ oxaloacetato e na desintoxicação da amônia a nível cerebral.

Outros benefícios:

Atua nas sinapses neurais

Colabora no transporte de potássio pelo cérebro

Auxilia no tratamento de epilepsia e Parkinson

Equilibra o nível alcalino do corpo

Tem função imunológica

Na síntese proteica

Metabolização de carboidratos e gorduras

Melhora a função cardíaca

Ação antioxidante

Funcionamento da próstata

Na produção de energia corporal

Repara danos na mucosa intestina.

Ajuda a tratar a doença do cólon

Previne doenças cardíacas, diabetes e hipertensão.

Aumenta a memória e aumenta a capacidade de concentração.

Saiba mais:

Nosso corpo possui cerca de 2 kg de ácido glutâmico

A glutationa, que tem importante papel na eliminação dos peróxidos do organismo é um tripeptídeo composto de ácido glutâmico, glicina e cisteína.

Auxilia na astenia física e mental

A concentração de ácido glutâmico está relacionada com doenças de Charcot e mal de Alzheimer

Serve como um precursor do metabolismo anabólico no músculo

Controlar a produção de ureia no fígado e o equilíbrio ácido no rim

Favorece a produção de ácido clorídrico no estômago

Contribui no transporte de nitrogênio para os diferentes órgãos 

Cerca de 80 gramas desse aminoácido são liberadas dos músculos para a circulação sanguínea para atender nossas necessidades metabólicas

A toxicidade do ácido glutâmico é mínima

A ‘síndrome do restaurante chinês’ deve-se à ingesta de quantidades elevadas de glutamato, muito comum na cozinha oriental

Podem ser encontrados em quase todos os alimentos naturais como peixes, carnes vermelhas, leguminosas, castanhas, laticínios e ovos.



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