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Indicadores da FGV mostram que efeitos das paralisações não foram tão profundos

Tânia Rêgo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/07/2018 | 12:31


O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil fechou o mês de junho com uma queda de 0,1% na comparação com maio, informou nesta terça-feira, 17, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e The Conference Board (TCB). Com o leve recuo, o indicador fechou a 112,7 pontos.

Das oito séries componentes do indicador, quatro contribuíram para a queda. Destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que recuou 4,5% no período.

Na mesma base de comparação, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições atuais da economia, registrou alta de 2,2%.

Para o economista do Ibre/FGV, Paulo Picchetti, o resultado dos indicadores mostra que os efeitos negativos decorrentes das paralisações em maio não foram tão profundos quanto inicialmente captados pelos indicadores de expectativas. Ainda assim, "a recomposição do nível de atividades parece ocorrer de forma a indicar que uma reversão do ciclo econômico por enquanto é pouco provável", diz Picchetti.



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Indicadores da FGV mostram que efeitos das paralisações não foram tão profundos


17/07/2018 | 12:31


O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil fechou o mês de junho com uma queda de 0,1% na comparação com maio, informou nesta terça-feira, 17, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) e The Conference Board (TCB). Com o leve recuo, o indicador fechou a 112,7 pontos.

Das oito séries componentes do indicador, quatro contribuíram para a queda. Destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que recuou 4,5% no período.

Na mesma base de comparação, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mensura as condições atuais da economia, registrou alta de 2,2%.

Para o economista do Ibre/FGV, Paulo Picchetti, o resultado dos indicadores mostra que os efeitos negativos decorrentes das paralisações em maio não foram tão profundos quanto inicialmente captados pelos indicadores de expectativas. Ainda assim, "a recomposição do nível de atividades parece ocorrer de forma a indicar que uma reversão do ciclo econômico por enquanto é pouco provável", diz Picchetti.

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