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Técnicos da Receita Federal decidem prorrogar greve


Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

01/10/2005 | 07:45


Os técnicos e auditores fiscais da Receita Federal continuam a disputa interna sobre a questão das carreiras dentro da MP 258 - que criou a Receita Federal do Brasil, a Super-Receita, medida que uniu as secretarias da Receita Federal e da Receita Previdenciária. O novo órgão está em funcionamento desde 15 de agosto.

Os técnicos da Receita decidiram prorrogar por mais duas semanas a paralisação da categoria. A greve, que estava prevista para terminar neste sábado irá se estender até o próximo dia 15. No Estado de São Paulo, os CACs (Centros de Atendimento ao Contribuinte) e agências da Receita deverão cumprir 33% de serviços emergenciais para os contribuintes, devido a decisão judicial ganha pelo órgão. No Grande ABC, a paralisação atinge os dois CACs, em Santo André e São Bernardo, e as agências de São Caetano, Diadema, Mauá e Ribeirão Pires.

De acordo com Carlos Paz, presidente do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal) no Estado de São Paulo, a primeira versão do relatório do deputado Pedro Novais (PMDB-MA) sobre a MP, fiscal aposentado da Receita, e que foi apresentado nesta semana, não responde a reivindicação da categoria. "Queremos que sejam definidas as nossas atribuições e funções no novo órgão e também reivindicamos um projeto de carreira", diz.

Já os auditores fiscais da Receita Federal decidiram sexta-feira em assembléia que irão paralisar as atividades de 3 a 6 de outubro em todo o país. A categoria discorda sobre a possibilidade de que os técnicos da Receita, carreira auxiliar no órgão, passem a ocupar cargos de auditores por meio de mecanismo de progressão funcional, sem a realização de concurso público.

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Consumidor está mais confiante na economia brasileira\r\n

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Adriana Mompean<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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A blindagem da economia em meio à turbulência política dos últimos meses fez com que o consumidor recuperasse em setembro a confiança sobre a situação econômica do país. Foi o que constatou a 22ªedição da Sondagem de Expectativas do Consumidor da Fundação Getúlio Vargas, que captou o aumento da confiança do consumidor em setembro, após três meses de redução. A instituição consultou 1.451 chefes de domicílio entre os dias 2 e 22 de setembro.

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Na comparação com o mês anterior, houve melhora em cinco dos oito principais quesitos da pesquisa, piora em dois e estabilidade em um. "O foco da crise política saiu um pouco do governo e ultimamente está mais no legislativo, o que ajudou no resultado. Além disso, acredito que os consumidores podem estar apostando em um crescimento da economia neste último trimestre devido a diminuição das taxas de juros", afirma Aloisio Campelo, coordenador do Núcleo de Análise Econômicas da FGV e responsável pela pesquisa.

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Em setembro, três dos cinco principais quesitos que retratam a situação presente da economia e das finanças pessoais apresentaram resultados superiores aos de agosto, um ficou relativamente estável e um se deteriorou. A parcela dos que afirmam ter havido piora nos últimos meses diminuiu de 39,9% para 37,3% e a dos que indicam melhora, cresceu de 9,5% para 12,2%. Segundo o estudo, no quesito que trata da situação econômica do país no momento, sem comparações temporais, houve aumento na proporção dos que a avaliam como boa, de 6,1% para 7,9%.",1]);//-->

Esta será a quarta paralisação de protesto dos auditores. A greve da categoria terá mais repercussão em portos e aeroportos.



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Técnicos da Receita Federal decidem prorrogar greve

Adriana Mompean
Do Diário do Grande ABC

01/10/2005 | 07:45


Os técnicos e auditores fiscais da Receita Federal continuam a disputa interna sobre a questão das carreiras dentro da MP 258 - que criou a Receita Federal do Brasil, a Super-Receita, medida que uniu as secretarias da Receita Federal e da Receita Previdenciária. O novo órgão está em funcionamento desde 15 de agosto.

Os técnicos da Receita decidiram prorrogar por mais duas semanas a paralisação da categoria. A greve, que estava prevista para terminar neste sábado irá se estender até o próximo dia 15. No Estado de São Paulo, os CACs (Centros de Atendimento ao Contribuinte) e agências da Receita deverão cumprir 33% de serviços emergenciais para os contribuintes, devido a decisão judicial ganha pelo órgão. No Grande ABC, a paralisação atinge os dois CACs, em Santo André e São Bernardo, e as agências de São Caetano, Diadema, Mauá e Ribeirão Pires.

De acordo com Carlos Paz, presidente do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal) no Estado de São Paulo, a primeira versão do relatório do deputado Pedro Novais (PMDB-MA) sobre a MP, fiscal aposentado da Receita, e que foi apresentado nesta semana, não responde a reivindicação da categoria. "Queremos que sejam definidas as nossas atribuições e funções no novo órgão e também reivindicamos um projeto de carreira", diz.

Já os auditores fiscais da Receita Federal decidiram sexta-feira em assembléia que irão paralisar as atividades de 3 a 6 de outubro em todo o país. A categoria discorda sobre a possibilidade de que os técnicos da Receita, carreira auxiliar no órgão, passem a ocupar cargos de auditores por meio de mecanismo de progressão funcional, sem a realização de concurso público.

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Consumidor está mais confiante na economia brasileira\r\n

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Adriana Mompean<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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A blindagem da economia em meio à turbulência política dos últimos meses fez com que o consumidor recuperasse em setembro a confiança sobre a situação econômica do país. Foi o que constatou a 22ªedição da Sondagem de Expectativas do Consumidor da Fundação Getúlio Vargas, que captou o aumento da confiança do consumidor em setembro, após três meses de redução. A instituição consultou 1.451 chefes de domicílio entre os dias 2 e 22 de setembro.

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Na comparação com o mês anterior, houve melhora em cinco dos oito principais quesitos da pesquisa, piora em dois e estabilidade em um. "O foco da crise política saiu um pouco do governo e ultimamente está mais no legislativo, o que ajudou no resultado. Além disso, acredito que os consumidores podem estar apostando em um crescimento da economia neste último trimestre devido a diminuição das taxas de juros", afirma Aloisio Campelo, coordenador do Núcleo de Análise Econômicas da FGV e responsável pela pesquisa.

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Em setembro, três dos cinco principais quesitos que retratam a situação presente da economia e das finanças pessoais apresentaram resultados superiores aos de agosto, um ficou relativamente estável e um se deteriorou. A parcela dos que afirmam ter havido piora nos últimos meses diminuiu de 39,9% para 37,3% e a dos que indicam melhora, cresceu de 9,5% para 12,2%. Segundo o estudo, no quesito que trata da situação econômica do país no momento, sem comparações temporais, houve aumento na proporção dos que a avaliam como boa, de 6,1% para 7,9%.",1]);//-->

Esta será a quarta paralisação de protesto dos auditores. A greve da categoria terá mais repercussão em portos e aeroportos.

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