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Aberta temporada das sacolinhas de Natal


Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

23/10/2005 | 07:40


O pacote é simples: um brinquedo, uma roupa, um par de calçados e algumas guloseimas. Pronto. Está feita a alegria de centenas de crianças carentes do Grande ABC. Não se sabe quando nem onde a idéia das tais sacolinhas de Natal surgiu, mas o fato é que a cada ano aumenta o número de colaboradores, para a alegria dos pequenos carentes. Igrejas, centros espíritas, casas assistenciais e abrigos estão entre as instituições da região que costumam arrumar padrinhos para os mais necessitados.

E não há segredo. Qualquer pessoa pode montar um kit Natal, que será entregue pelo Papai Noel, em dia e local determinados, para as crianças devidamente cadastradas pelas instituições. Tudo muito organizado. Cada participante recebe o nome da criança, menino ou menina, com informações sobre a idade, o número da roupa e do calçado, meses antes de dezembro. Tudo para que haja tempo hábil de preparar a festa.

Tudo se resumiria numa ótima notícia não fosse um problema: a procura para preencher sacolinhas de bebês e crianças pequenas é sempre maior do que as de adolescentes.

Esse tipo de rejeição é notável entre algumas entidades do Grande ABC que foram ouvidas pelo Diário, como é o caso do Jeda (Projeto Juventude e Esperança do Amanhã), em Santo André, que há 21 anos faz as sacolinhas de Natal. "Como os adolescentes têm se desenvolvido muito rápido, a numeração de calçado é alta. Já ouvi muitas pessoas dizendo que se calça 42 já pode trabalhar. Não é bem assim", diz Maria da Conceição dos Santos Iria, coordenadora administrativa da instituição.

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"Sacolinhas para crianças pequenas são sempre as primeiras a acabar. No fim, sobram as dos maiores, com mais de 12 anos. A instituição acaba correndo atrás destas para não deixar ninguém sem sacolinha", afirma Sandra Regina dos Santos, coordenadora administrativa da Instituição Beneficente Lar de Maria, em Santo André.

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A entidade atende 820 crianças entre 0 e 16 anos. Até agora, cerca de 200 sacolinhas foram distribuídas. "Estamos correndo contra o tempo. A festa de entrega das sacolinhas está marcada para o dia 16 de dezembro, com a presença do Papai Noel", diz Leila Maria Ramos, coordenadora-geral do Lar de Maria.

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Também há problemas com pessoas que se comprometem a trazer as sacolinhas com os presentes e, no prazo final de entrega, simplesmente não aparecem. "Aí vira uma correria, porque funcionários e comunidade têm de ir atrás do prejuízo. Mas uma coisa é certa: ninguém fica sem a sacolinha", diz Sueli Marcondes Oliveira, coordenadora da Casa do Caminho Ananias, de Santo André.

\r\n\r\n\r\n\r\n",0]);D(["ce"]);D(["ms","257"]);//-->

O Jeda atende 300 crianças entre 7 e 17 anos. De acordo com Maria da Conceição, cerca de 80 sacolinhas já foram distribuídas. A entrega às crianças será no dia 20 de dezembro.

"Sacolinhas para crianças pequenas são sempre as primeiras a acabar. No fim, sobram as dos maiores, com mais de 12 anos. A instituição acaba correndo atrás destas para não deixar ninguém sem sacolinha", afirma Sandra Regina dos Santos, coordenadora administrativa da Instituição Beneficente Lar de Maria, em Santo André.

A entidade atende 820 crianças entre 0 e 16 anos. Até agora, cerca de 200 sacolinhas foram distribuídas. "Estamos correndo contra o tempo. A festa de entrega das sacolinhas está marcada para o dia 16 de dezembro, com a presença do Papai Noel", diz Leila Maria Ramos, coordenadora-geral do Lar de Maria.

Também há problemas com pessoas que se comprometem a trazer as sacolinhas com os presentes e, no prazo final de entrega, simplesmente não aparecem. "Aí vira uma correria, porque funcionários e comunidade têm de ir atrás do prejuízo. Mas uma coisa é certa: ninguém fica sem a sacolinha", diz Sueli Marcondes Oliveira, coordenadora da Casa do Caminho Ananias, de Santo André.



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Aberta temporada das sacolinhas de Natal

Fabiana Chiachiri
Do Diário do Grande ABC

23/10/2005 | 07:40


O pacote é simples: um brinquedo, uma roupa, um par de calçados e algumas guloseimas. Pronto. Está feita a alegria de centenas de crianças carentes do Grande ABC. Não se sabe quando nem onde a idéia das tais sacolinhas de Natal surgiu, mas o fato é que a cada ano aumenta o número de colaboradores, para a alegria dos pequenos carentes. Igrejas, centros espíritas, casas assistenciais e abrigos estão entre as instituições da região que costumam arrumar padrinhos para os mais necessitados.

E não há segredo. Qualquer pessoa pode montar um kit Natal, que será entregue pelo Papai Noel, em dia e local determinados, para as crianças devidamente cadastradas pelas instituições. Tudo muito organizado. Cada participante recebe o nome da criança, menino ou menina, com informações sobre a idade, o número da roupa e do calçado, meses antes de dezembro. Tudo para que haja tempo hábil de preparar a festa.

Tudo se resumiria numa ótima notícia não fosse um problema: a procura para preencher sacolinhas de bebês e crianças pequenas é sempre maior do que as de adolescentes.

Esse tipo de rejeição é notável entre algumas entidades do Grande ABC que foram ouvidas pelo Diário, como é o caso do Jeda (Projeto Juventude e Esperança do Amanhã), em Santo André, que há 21 anos faz as sacolinhas de Natal. "Como os adolescentes têm se desenvolvido muito rápido, a numeração de calçado é alta. Já ouvi muitas pessoas dizendo que se calça 42 já pode trabalhar. Não é bem assim", diz Maria da Conceição dos Santos Iria, coordenadora administrativa da instituição.

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"Sacolinhas para crianças pequenas são sempre as primeiras a acabar. No fim, sobram as dos maiores, com mais de 12 anos. A instituição acaba correndo atrás destas para não deixar ninguém sem sacolinha", afirma Sandra Regina dos Santos, coordenadora administrativa da Instituição Beneficente Lar de Maria, em Santo André.

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A entidade atende 820 crianças entre 0 e 16 anos. Até agora, cerca de 200 sacolinhas foram distribuídas. "Estamos correndo contra o tempo. A festa de entrega das sacolinhas está marcada para o dia 16 de dezembro, com a presença do Papai Noel", diz Leila Maria Ramos, coordenadora-geral do Lar de Maria.

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Também há problemas com pessoas que se comprometem a trazer as sacolinhas com os presentes e, no prazo final de entrega, simplesmente não aparecem. "Aí vira uma correria, porque funcionários e comunidade têm de ir atrás do prejuízo. Mas uma coisa é certa: ninguém fica sem a sacolinha", diz Sueli Marcondes Oliveira, coordenadora da Casa do Caminho Ananias, de Santo André.

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O Jeda atende 300 crianças entre 7 e 17 anos. De acordo com Maria da Conceição, cerca de 80 sacolinhas já foram distribuídas. A entrega às crianças será no dia 20 de dezembro.

"Sacolinhas para crianças pequenas são sempre as primeiras a acabar. No fim, sobram as dos maiores, com mais de 12 anos. A instituição acaba correndo atrás destas para não deixar ninguém sem sacolinha", afirma Sandra Regina dos Santos, coordenadora administrativa da Instituição Beneficente Lar de Maria, em Santo André.

A entidade atende 820 crianças entre 0 e 16 anos. Até agora, cerca de 200 sacolinhas foram distribuídas. "Estamos correndo contra o tempo. A festa de entrega das sacolinhas está marcada para o dia 16 de dezembro, com a presença do Papai Noel", diz Leila Maria Ramos, coordenadora-geral do Lar de Maria.

Também há problemas com pessoas que se comprometem a trazer as sacolinhas com os presentes e, no prazo final de entrega, simplesmente não aparecem. "Aí vira uma correria, porque funcionários e comunidade têm de ir atrás do prejuízo. Mas uma coisa é certa: ninguém fica sem a sacolinha", diz Sueli Marcondes Oliveira, coordenadora da Casa do Caminho Ananias, de Santo André.

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