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Oito soldados dos EUA morrem em três dias no Iraque


Da AFP

27/12/2003 | 10:54


Oito soldados americanos morreram nos últimos três dias no Iraque, enquanto a operação "Punho de Ferro" do exército dos Estados Unidos contra a guerrilha de resistência continuava neste sábado em Bagdá, onde foram ouvidas fortes explosões.

Quatro rebeldes que haviam lançado um foguete contra uma patrulha americana em Mossul (norte) morreram na manhã deste sábado após uma curta perseguição, informou um oficial americano que presenciou o fato.

Na sexta-feira, dois soldados americanos morreram na região de Baaquba, 60 quilômetros ao norte de Bagdá, local que registra ataques freqüentes contra as tropas de ocupação.

Já na noite de quinta-feira, dois soldados da força "Ironhorse" morreram e quatro ficaram feridos em um ataque com morteiro contra uma base militar próxima de Baaquba. Na quarta-feira, outros quatro militares americanos faleceram em atentados.

No total, 209 oficiais americanos morreram em ataques da resistência desde o dia 1º de maio, data em que o presidente George W. Bush anunciou o fim das grandes operações militares no Iraque.

Operação Punho de Ferro — Na madrugada deste sábado, pela quarta noite consecutiva, as forças dos Estados Unidos bombardearam, com o auxílio da artilharia, e atacaram com aviões áreas suspeitas de abrigar guerrilheiros ao norte de Bagdá. A pressão integra a operação "Punho de Ferro", que já resultou na prisão de centenas de pessoas.

Também em Mossul, o influente líder tribal e ex-deputado xeque Talal Salim al-Khalidi foi assassinado por desconhecidos, que abriram fogo quando ele saía de uma mesquita após a oração de sexta-feira, informou a polícia iraquiana. Seu filho, Saad, também foi assassinado e seu irmão ficou gravemente ferido.

A Turquia fez uma nova advertência na sexta-feira às facções curdas do Iraque contra qualquer tentativa de ampliar sua autonomia no norte do país, por considerar que "ninguém tem o direito de empurrar o Iraque e a região na direção de novas aventuras".

"A integridade territorial do Iraque interessa a Turquia. Qualquer processo que possa ameaçar a futura estabilidade do Iraque e provocar um desequilíbrio entre as diferentes etnias desse país impedirá a harmonia no Iraque", destaca um comunicado do ministério turco das Relações Exteriores.

Em Kufah, 160 km ao sul de Bagdá, o líder xiita iraquiano Moqtada Sadr pediu o boicote dos produtos franceses para protestar contra a decisão do presidente Jacques Chirac de proibir o véu islâmico. Nos subúrbios xiitas de Sadr City, outro líder, Seyed Amer al-Husseini, também defendeu o boicote aos produtos franceses. Em Mossul, centenas de mulheres saíram às ruas na sexta-feira para protestar contra a decisão do governo francês.



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